O Freixo que comemorou plebiscito por desarmamento da guarda municipal de Niterói possui vários seguranças armados

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Como sempre a extrema esquerda simula uma crença num livro de regras que jamais seguiu.

Mais um exemplo, vindo de Marcelo Freixo:

Freixo fala de um plebiscito muito suspeito ocorrido em Niterói. O resultado teria mostrado 71% dos eleitores contra o direito da guarda municipal ter armas.

Mas espere aí.

Uma matéria do Extra mostra que havia algo de muito suspeito na votação.

Leia alguns trechos:

Diante de relatos de moradores de Niterói sobre a fragilidade do sistema da consulta pública sobre o uso de armas de fogo pela Guarda Municipal, realizada neste domingo (29) na cidade, uma equipe do EXTRA comprovou que era possível participar mesmo sem ter endereço eleitoral no município e, pior, votar mais de uma vez. Parte da população foi às urnas para responder “sim” ou “não” à pergunta: “Você é a favor do uso de armas de fogo pela Guarda Municipal de Niterói?” O resultado não tinha sido divulgado até o fechamento desta edição.

O EXTRA esteve em várias seções eleitorais, onde mesários relataram problemas no processo. O voluntário Victor Borges explicou que teve um treinamento rápido para aprender a usar um aplicativo desenvolvido exclusivamente para a consulta, que permitia conferir se o eleitor estava apto ou não a votar. Só após a conferência, por meio deste aplicativo, o morador de Niterói poderia marcar a cédula de papel e depositá-la na urna.

O voto não era obrigatório, e só moradores da cidade poderiam participar. A prefeitura optou pela consulta, apesar de ter autoridade legal para armar a Guarda.

Na Escola Municipal Paulo de Almeida Campos, em Icaraí, os mesários estavam sem acesso às informações dos eleitores por meio do aplicativo. Por isso, as pessoas votavam apresentando um documento de identidade, como fez a repórter do EXTRA. Neste caso, não era possível verificar se o eleitor era ou não morador de Niterói.

Em outra sessão, na Escola Municipal Anísio Teixeira, em São Domingos, a repórter votou pela segunda vez, mesmo sem que o mesário encontrasse seus dados na plataforma. Para não interferir na decisão, a jornalista deu um voto a favor do uso de arma e outro, contra.

Outro problema apontado pelos eleitores foi a falta de anonimato, porque a cédula de papel era numerada […]

A presidente da OAB Jovem, Pamela Arnt, criticou o fato de as urnas terem chegado trancadas apenas por chaves e sem os lacres de plástico numerados. Segundo a advogada, elas também não foram abertas, antes do começo da votação, para os fiscais verificarem se já havia papéis em seu interior. Outro fato registrado em ata pela representante da OAB foi a ausência de uma listagem do TRE, para impedir voto duplo.

“Não posso dizer que o processo não foi honesto, mas não concordei com o que eu vi. O procedimento não cumpriu questões que deveriam ser seguidas”, disse a advogada.

Pamela Arnt contou que, após eleitores terem reclamado da numeração nas cédulas, mesários começaram a misturar os canhotos assinados para tentar evitar a identificação.

Enfim. Tudo muito suspeito. Não faz mesmo sentido que a população queira transformar a guarda municipal em presas fáceis de bandidos.

Agora veja o que diz matéria do G1 de 11/06/17, sobre Marcelo Freixo:

Os números obtidos pelo GLOBO mostram que os 241 policiais estão distribuídos nos gabinetes de 57 parlamentares. Além de Paulo Melo, aparecem no alto da lista de deputados estaduais que mais pediram agentes de segurança Marcelo Freixo (PSOL) e Wagner Montes (PRB), com nove cada um; Zaqueu Teixeira, com oito; Dionísio Lins (PDT), Flávio Bolsonaro (PSC) e Coronel Jairo (PMDB), com seis; e Zito (PP), Luiz Martins (PDT) e Pedro Fernandes (PMDB), com cinco. Há ainda oito bombeiros na Brigada de Incêndio e 16 agentes na administração da Coordenadoria Militar, sendo 11 PMs, três policiais civis e dois agentes penitenciários.

Ou seja. Enquanto ele quer que guardas municipais fiquem desarmados – ou seja, se tornem presas fáceis nas mãos dos bandidos, que poderão matá-los à vontade -, o Sr. Freixo anda cheio de segurança.

Assim é fácil defender leis sádicas, não é mesmo, Freixo?

Essa gente é repugnante até dizer chega.

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1 COMMENT

  1. Concordo que nao deve haver armamendo da Guarda pois sera mais um braco armado do estado, entretanto a votacao recebem apenas 10% ou pouco mais que isso da populacao total entao ao meu ver ela nao teve efeito.
    Ao inves disso deveriamos cuidar do armamento civil, armas baratas e de boa qualidade vinda de diversas partes do mundo.

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