Onde estão Doria e Bolsonaro agora na luta para garantir a sobrevivência do Uber e do Cabify na batalha contra a máfia dos táxis?

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Para 2018, existem dois candidatos que atendem a algumas demandas de direita (e outras de esquerda): Jair Bolsonaro e João Doria. Por caminhos diferentes, ambos capitulam em alguns momentos para o esquerdismo.

Enquanto Doria andou dando declarações a favor do desarmamento, dia desses Bolsonaro falou que deveria pensar 200 vezes antes de privatizar a Petrobrás. Enquanto Doria fez uma homenagem a Che Guevara, Bolsonaro disse que tinha muito em comum com Ciro Gomes. É, meus amigos, não é fácil.

Agora Doria e Bolsonaro mostram outra similaridade: o silêncio diante da lei ultrasocialista PL 28/2017, que visa acabar com os aplicativos Uber, 99 Pop, Lady Driver e Cabify, prejudicando 17 milhões de usuários e levando 500.000 pessoas ao desemprego.

Qualquer pessoa de direita não pode admitir o silêncio diante de uma lei baseada em regulação para atender o lobby dos táxis e encarecer os serviços para os usuários.

É preciso pressionar tanto um como outro para se pronunciarem. Se for para capitularem em uma questão tão fundamental como essa, como iremos contar com eles para demais questões envolvendo conflitos de interesses contra a extrema esquerda?

Os eleitores de Doria devem pressioná-lo, tanto quanto os eleitores de Bolsonaro devem fazer o mesmo quanto a seu candidato. A votação é amanhã. A omissão terá um custo.

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