Enquanto Kevin Spacey passa vergonha perante o mundo, Caetano Veloso está todo mangangão

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A coisa está feia para Kevin Spacey.

O fato é que em 1986 o ator teria praticado assédio sexual sobre o ator Anthony Rapp (de “Star Trek: Discovery”) que então tinha 20 anos.

A matéria do Globo diz:

O ator Anthony Rapp, de 46 anos, conta que estava sentado na beira de uma cama, após uma festa ocorrida no apartamento de Spacey, em 1986, quando o vencedor do Oscar, hoje com 58 anos, o carregou no colo e se deitou em cima dele. Rapp tinha 14 anos na época.

Em nota, Kevin Spacey, que tinha 26 anos quando o suposto assédio ocorreu, disse estar “horrizado” pelo relato, afirmou que não se lembra do encontro e pediu desculpas. Ao aproveitar a oportunidade para revelar ser gay, o ator foi criticado por outros artistas ativistas dos direitos LGBT.

A carreira de Spacey vai para o vinagre. Até a série “House of Cards” foi cancelada. Hoje sabemos que mesmo a sexta temporada da série teve suas gravações suspensas.

Mas se Kevin Spacey está todo envergonhado, por que o mesmo não ocorre com Caetano Veloso.

Enquanto Spacey é suspeito de ter praticado relações sexuais com uma criança de 14 anos em 1980, Caetano teve relações sexuais com Paula Lavigne, então com 13 anos, também na mesma década.

Enquanto Spacey perdeu a homenagem no Emmy e viu sua série “House of Cards” ser cancelada, Caetano recebeu forte apoio de uma elite de artistas milionários da Globo e chegou ao ponto de abrir processos contra quem citasse as entrevistas de Paula Lavigne à Playboy e Marie Claire (nas quais ela contava como perdeu a virgindade para o cantor).

É, meus amigos, nossa extrema esquerda se mostra bem pior que a esquerda norte-americana.

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9 COMMENTS

  1. Esse papo está me cheirando a grana!
    É a afirmação de um rapaz de 14 anos (garoto coisa nenhuma!), décadas depois do ocorrido.
    E se houve, ficou só no assédio, o que é condenável.
    O tamanho do “horrorizado!” desse cara é que vai determinar o tamanho da indenização por “danos psicológicos e morais” que ele vai receber.
    Agora a lei funciona assim.
    É moda!

  2. Lá, como aqui, o que parece determinar o número de “vítimas” de assédio (sexual ou não), estupro ou qualquer outra queixa, parece ser o tamanho da conta bancária do malvado ou do tarado, dependendo do caso (ou seria, da oportunidade?).
    Me pergunto se esse médico Abdelmassih fosse menos rico, quantas vítimas ele teria para processa-lo e pedir indenização?
    E se fosse duro?
    Quantas “vítimas” teria?
    Poderia se considerar sortuda uma mulher que sofre assédio de um cara muito rico e azarada a que passa pelo mesmo drama com um cara sem dinheiro?
    Perguntar não ofende.

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