PT diz que uso de aplicativos manda dinheiro ao Uber nos EUA mas deu grana por médicos escravos para Cuba

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A vida do adepto de extrema esquerda é sempre baseada em aplicar o duplo padrão. Antigamente era fácil para essa gente, principalmente quando não existia a Internet. Hoje os truques são mais facilmente refutados.

Um exemplo é a nova rotina dizendo que aplicativos como Uber e Cabify devem ser proibidos, uma vez que são empresas estrangeiras que ganham dinheiro no Brasil. Porém, o PC 28/2017 visa acabar com todos os aplicativos de transporte, incluindo o 99 Pop e o Lady Driver, que são brasileiros. E lá se vai a narrativa petista de que a o PL 28/2017 visa permitir que uma empresa estrangeira lucre no Brasil.

Aliás, o lucro de uma empresa estrangeira de tecnologia no Brasil não é uma questão. Por exemplo, muita gente usa o Windows, que é da Microsoft, uma empresa estrangeira. Se não gostam, por que não lançam sistema operacional melhor a partir de uma empresa brasileira.

Porém, o próprio PT não segue o seu livrinho de regras que agora inclui o item de que “é preciso evitar que o dinheiro brasileiro vá para o exterior”. Foi o partido que, sob o pretexto do programa Mais Médicos, usou o cargo de Dilma para contratar 10.000 médicos cubanos que vieram ao Brasil em regime de escravidão, forçados a trabalhar aqui. Esses médicos muitas vezes trabalham forçados, pois suas famílias permanecem como reféns em Cuba. A maior parte do salário destes médicos é enviada à Cuba. Eles não possuem opção.

Quer dizer: o PT não apenas enviou dinheiro a pessoas que lucram com isso no exterior. Fez isso a partir do uso de escravos enviados pelo governo cubano. Nisto, o Uber e o Cabify ganham de lavada, pois todos seus motoristas são livres para desinstalarem o aplicativo quando quiserem.

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