Esperto feito Frank Underwood, Kevin Spacey usa a carta da “doença” e vai procurar tratamento

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Em termos de esquerdismo, sempre existe um interesse investido por trás de qualquer narrativa que lancem. Esta regra não admite exceções.

Por exemplo, estava soando estranho ver a Globo investindo tanto esforço na tentativa de dizer que os pedófilos eram “doentes precisando de tratamento”. A paga obtida já parece clara: no advento do surto de denúncias de assédio sexual contra menores no mundo artístico, a Globo já estaria fazendo uma apólice de seguro moral para alguns de seus autores.

Esta tese se solidifica ao vermos que Kevin Spacey – acusado de assédio sexual contra crianças – lançou mão desta carta, em estilo do personagem Frank Underwood, da série “House of Cards”.

Segundo a Veja, Spacey agora está “buscando tratamento” após as acusações de assédio sexual contra menores.  No início da semana, em entrevista ao site BuzzFeed News, o ator de “Star Trek” Anthony Rapp relatou que Spacey o convidou para uma festa e aparentava estar bêbado, quando o suposto assédio ocorreu. Na época, Rapp tinha 14 anos.

“Kevin está tirando um tempo necessário em busca de avaliação e tratamento”, disse o representante do ator.

Após a denúncia de Rapp, o ator mexicano Roberto Cavazos fez novas acusações contra Kevin Spacey. “Se eu fosse uma mulher, provavelmente não teria hesitado em identificá-lo como tal”, escreveu Cavazos em um post no Twitter, sem revelar a data de tais encontros.

Seja lá como for, Spacey agora vai representar o papel de “doente precisando de recuperação” e vai sair ileso. Já dá para visualizar como a Globo espera colher resultados com o truque de dizer que “pedófilos são doentes precisando de tratamento”.

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2 COMMENTS

  1. É uma organização internacional. Eles não fazem nada por acaso, as ações são coordenadas. É como se fosse uma máfia internacional, por isso são perigosos. E essa organização, incluindo a Globo, está defendendo os pedófilos! Imaginem a natureza criminosa desses indivíduos. Tem que ser tratados como criminosos. Lembro quando entrou na pauta a “cultura do estupro”. O mesmo movimento, o mesmo discurso estava sendo repetido em vários países.

  2. Hoje, todos se escondem atrás de algo para justificar seus atos. Pode-se engravidar e abortar. Pode-se matar. Pode-se roubar. Pode-se acossar sexualmente.
    Ou seja, podem fazer o que querem, quando querem, sem consequências, pois estiveram doentes, ou psicologicamente abalados, ou são minorias cujas condições foram tiradas por um governo opressor e racista, ou qualquer outra justificativa… Hoje, todas são válidas. Basta que ela venha junto de uma expressão de tristeza e uma (falsa) história de vida sofrida.

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