Extrema esquerda defende preconceito contra policial fardada; isso é atacar direitos trabalhistas e defender escravidão

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Falamos um pouco mais sobre o casa da professora de Direito da UEPB (Universidade Estadual da Paraíba) que proibiu uma policial fardada de fazer uma prova. Esse caso de preconceito ocorreu na Cidade de Guarabira, no Agreste do Estado, na última terça (31): uma aluna de Direito na UEPB, que também é Policial Militar, foi realizar uma prova, mas foi impedida pela professora por que usava farda e estava armada.

A policial militar se sentiu constrangida (e com razão) e procurou a direção do Campus após ser impedida de assistir aula. A direção não a atendeu. Ela acionou a polícia, que foi ao local tentar conversar com os diretores para que a aluna e policial pudesse assistir a aula normalmente.

Os policiais falaram com o diretor do centro e queriam ouvir também o(a) professor(a) a respeito do ocorrido, entretanto o diretor não permitiu. As informações são do site Focando a Notícia, que lembra que “em 2016 um caso parecido ocorreu na UFC, Uma soldado processou a instituição e recebeu indenização de R$ 16 mil. Caso não haja norma em contrário, fica configurado constrangimento ilegal, e a policial pode processar a instituição, a exemplo no caso ocorrido em 2016 na UFC”.

Como não poderia deixar de ser, a extrema esquerda está a favor do ato de preconceito contra policiais praticado pela professora. Proclamam a narrativa: “Se o policial está de serviço e em sala de aula então significa que ele faltando ao serviço”.
Isso é falso. Para comprovar essa afirmação, o acusador teria que apresentar as provas de que as pessoas não receberam permissão de seu superior hierárquico. Mas este é um procedimento normal e previsto como direito a quem trabalha e estuda ao mesmo tempo, e isso vale para todas as profissões.

Ora, como alguém pode alegar defender “direitos trabalhistas” se defendem a exploração do Policial Militar em tempo integral. Defendem até que o policial não possa exercer o direito de estudar quando em serviço, mesmo que tenha permissão do seu superior hierárquico. Aliás, a CLT brasileira é arcaica e fascista (e foi melhorada na última reforma trabalhista), mas direitos trabalhistas como o de não sofrer preconceito em razão de sua profissão devem ser defendidos. Nem este direito básico eles respeitaram.

A professora alegou claramente que e “a aluna não deveria estar em sala de aula se estava em serviço”.

Quer dizer que a professora defende a restrição de movimento da policial até mesmo se ela tem autorização de um superior hierárquico. Isso é um ato de escravidão, pois significa a retirada da liberdade de um profissional até mesmo de sair autorizado de sua função para fazer uma prova.

Esta é a extrema esquerda. Por conveniência, ataca os direitos trabalhistas e defende até escravidão.

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1 COMMENT

  1. Fiquei sabendo que no Direito da UFMG, os alunos se sentem incomodados com aqueles que são policiais. Não precisa nem estar fardado. Dizem que isso inibe o livre debate dentro da faculdade. Se ele estiver fardado, aí sim o povo desespera mesmo. Mas também, esperar o que de uma faculdade onde havia um espaço destinado ao consumo de drogas (chamado Espaço Livre), incidentes como colocar fezes no elevador ou urinar no material alheio costumam acontecer, fora o risco de ir ao banheiro sozinha (foram vários casos de assaltos e tentativas de estupro)?

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