Luislinda foi para a trollagem mesmo, dizendo à Rádio Gaúcha: “o Brasil está sendo justo comigo?”

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O negócio já está surreal.

Além de não ter argumentos para se defender por ter pedido salário de R$ 61 mil/mês – que estouraria o teto de R$ 33,7 mil, permitido a servidores públicos -, a ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, segue dando uma declaração absurda atrás da outra.

Ao Estadão disse que precisava de toda essa grana, pois o cargo exige roupa digna e maquiagem. É muita maquiagem e muita roupa…

Na mesma entrevista ela disse que seu trabalho é “não remunerado”, por isso tem a ver com a escravidão sim. Na verdade, ela ganha R$ 3 mil como ministra, para não estourar o teto de R$ 33,7 mil.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, Luislinda seguiu no seu show de delírios, e segue agindo como se não tivesse dito nenhum absurdo: “Não agredi a ninguém com minha petição. Só defendi o que acho justo”.

Segundo ela, o Brasil não está sendo justo com ela: “Vim (para o governo) para trabalhar, não para passear. Trabalho de segunda a segunda. O Brasil está sendo justo comigo?”.

Ouça a entrevista abaixo:

Ela partiu de vez para a trollagem, como se pode perceber.

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11 COMMENTS

  1. No Brasil de hoje, aliás dos últimos quatorze anos, qual é a instituição que funciona e assim são direitos humanos que só funciona para um lado que são dos bandidos. Agora do cidadão de bem quando é atingido por uma injustiça, principalmente quando parte do governo, o tal dos direitos humanos se faz de surdo e cego.

  2. O que ela esqueceu intencionalmente de dizer é que o escravo não tinha o direito de se demitir mas ela já deveria ter se demitido para o bem do Brasil.

  3. Imaginem o nível do Estado Brasileiro, inclusive no Judiciário. Uma mulher, aposentada como Desembargadora, com um salário de R$ 30 mil reais, tenta aplicar pra cima do povo. Ela fala o tempo todo do direito de peticionar, mas se “colasse” ela iria receber R$ 61 mil reais mensais enquanto um trabalhador “normal” vive muitas vezes com um salário mínimo. Esse país é uma vergonha a cada dia.

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