Quem defender pena de morte para os assassinos de Kelly vai tomar zero no ENEM?

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Como já vimos ontem por aqui, a jovem Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, foi cruelmente assassinada após uma carona combinada pelo WhatsApp, nas de Jonathan Pereira do Prado, preso que confessou a morte da estava foragido desde março, segundo a Polícia Civil de Frutal, em Minas Gerais.

O caso é ainda mais cruel pelo fato de Jonathan ter sido beneficiado pelo direito de saída temporária, após a qual ele não voltou ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP), de São José do Rio Preto (SP). Jonathan cumpre pena por assalto e confessou ter entrado no grupo virtual com a intenção de roubar Kelly através de uma falsa carona. Outros dois suspeitos, Wander Luis Cunha e Daniel Teodoro da Silva, que, de posse de bens da jovem, foram enquadrados por receptação e também foram presos.

Ou seja, por causa do benefício da saída temporária, o Estado matou Kelly. Isso é o que devíamos estar discutindo nesse momento. Também devíamos estar discutindo a redução da progressão de pena, restrições à “saidinha” e outras medidas que foquem em aumentar a segurança do povo. E por que não discutir a questão da pena de morte?

Agora lemos o seguinte no Estadão:

A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu nesta sexta-feira (3) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar uma decisão da Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que impediu o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de atribuir nota zero para redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que seja considerada “desrespeitosa aos direitos humanos”.

Enquanto devíamos estar discutindo questões sobre aumento de punição, vemos o governo – amparado por engomadinhos da extrema esquerda, como não poderia deixar de ser – defendendo o truque de vagueza sobre “Direitos Humanos” para zerar notas em redações.

Podemos questionar: “Se alguém argumentar por pena de morte para os assassinos de Kelly tomará zero?”. O curioso é que as pessoas que defendem o truque de vagueza sobre “Direitos Humanos” no ENEM tendem a responder de forma vaga, pois as intenções são interditar debates, principalmente aqueles sobre segurança.

Em tempo: este texto nem fala sobre pena de morte, mas entende o direito daqueles que querem discutir esse tema tão crítico após o barbarismo absoluto desse crime. Pessoas que pedem a mudança de legislação para contemplar a pena de morte tem o direito de participar do debate.

Aliás, as próprias organizações de “Direitos Humanos” – cinicamente lotadas de ultra esquerdistas, que não possuem nenhum apreço pelas vítimas de crimes violentos – não estão dizendo um pio sobre a morte de Kelly. Por que será? Aliás, as feministas também não estão se protestando após um crime tão violento. Por que será? Quem fizer este tipo de questionamento toma zero na prova também?

Fica claro que zerar notas a partir do truque de vagueza sobre “Direitos Humanos” tem por objetivo proibir debates urgentes para o sofrido povo brasileiro. A extrema esquerda não quer que esses debates aconteçam. Por isso dirá que o próprio debate é “violação aos Direitos Humanos”. Eis o truque desvelado.

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9 COMMENTS

  1. Acontece que ela é branca, deve ser classe média, não é “homosexual”. etc
    Não faz parte das minorias.
    Por isso pode morrer de acordo com a esquerda.

  2. É muito pior. É selecionar pela redação quem terá o direito à vaga do ensino superior público. Se a resposta for de esquerdista passa, se for de direita não passa; vai pra universidade privada.
    Simples assim. Olha que loucura!
    Dica pra aluno da direita: se finja de esquerda, daqueles bem radical, pra atrair um 10.

  3. Infelizmente vivemos num país hipócrita, onde corruptos julgam corruptos. A violência, só está aqui, no nosso meio, na classe trabalhadora. Essa menina foi brutalmente assassinada por um cidadão que já estava respondendo à justiça, e ainda teve direito a saída provisória? Pena de morte, já.

  4. Eu penso assim: nada justifica esse brutal assassinato, mas vivemos em um mundo difícil que não devemos confiar principalmente em estranhos. Ela errou sim em dar carona pra quem não conhecia. Hoje se mata independente de serem bandidos foragidos., até os da própria famila.
    Que isso seja uma reflexão de alerta para confiar menos.

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