Grande mídia brasileira está escondendo o nome do herói Johnnie Langendorff porque isso quebra a narrativa

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Desde ontem, grupos como Globo, Folha, Veja e demais devem ter recebido uma orientação do tipo: “Ei, temos uma oportunidade com o atentado em Sutherland Springs, no Texas, no qual morreram 26 pessoas. Vamos iniciar uma campanha para manter o Estatuto do Desarmamento”.

O problema para esta narrativa é que se não fosse Johnnie Langendorff, um morador do local, o massacre seria ainda maior. Como vimos agora há pouco, Langendorff usou seu fuzil para confrontar o terrorista, que também portava arma similar. Somente isso fez o terrorista interromper o massacre. Após uma perseguição, o terrorista, David Patrick Kelley, de 26 anos, morreu. (Atualização em 06/11 às 06:08: Outras informações dizem que Langendorff não iniciou o confronto com o terrorista. Langendorff teria apenas perseguido Kelley. O confronto teria sido feito por outro vizinho, também armado, o que não muda o ato heróico de Langendorff e inclui outro herói na história).

Esses são os fatos: o desarmamento de civis só provocaria mais vítimas no massacre. Isso é lógico, uma vez que terroristas armados não seguem qualquer regulação de desarmamento. E se estiverem desarmados, utilizarão caminhões ou vans. Enfim, é a natureza humana. O Brasil desarmado conquistou o recorde mundial de homicídios. O herói Langendorff é mais uma prova de que a narrativa desarmamentista da esquerdista só traz oportunismo e desrespeito ao direito de defesa dos pagadores de impostos.

Fato é que Langendorff quebra todas as narrativas da esquerda. Cientes disso, os jornalistas do Brasil estão omitindo o nome dele.

Duvidam?

Então vejamos uma pesquisa no Google:

Quer dizer, só vemos notícias do exterior, mas não do Brasil.

Filtrando por notícias, novamente não temos nada:

Aliás, é preciso dar os méritos da menção à Langendorff a quem os possui. E no caso este mérito fica com Eric Balbinus, do site O Reacionário, que fez a seguinte publicação em seu perfil, a partir do qual este blog citou o herói do Texas:

O caso do massacre do Texas (e como ele terminou) é mais um exemplo de que devemos revogar o Estatuto do Desarmamento.

Em tempo: outra fonte que citou no Brasil o herói do Texas é o site República de Curitiba.

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12 COMMENTS

  1. Prezado Luciano, veja esse post não sei quem é o autor: Com o massacre de ontem no Texas, tem um monte de gente falando, mais uma vez, sobre desarmamento, mas deixa de lado algumas informações cruciais!
    1- O atirador escolheu como alvo uma igreja por elas ainda serem gun-free zones (zonas proibidas para armas) no Texas. Ou seja, o texano comum, que tem seu porte de arma e obedece às leis, não estava portando seu armamento durante o culto. Se fosse diferente, o atirador não teria nem tentado…
    2- O primeiro indivíduo a confrontar o atirador não foi da polícia, mas sim um morador da cidade, com seu armamento particular! Poderia ter sido muito pior, se não fosse a ação rápida e eficaz de um cidadão armado!
    3- O atirador recebeu uma dispensa desonrosa da Força Aérea americana em corte marcial, e por isso não poderia ter acesso a armas. Ou seja, sua arma era ILEGAL, nenhum “estatuto do desarmamento” ou gun-free zone impediria esse lunático…
    4- Pra finalizar, além de ateu, o atirador era um Antifa, o que por lá significa que era tão gente boa quanto os blackblocks e sem-terra aqui do Brasil.

  2. Luciano, esta matéria contém um pequeno erro. O Johnnie não atirou mas só dirigiu o carro durante a perseguição. Continua sendo um herói, claro, mas vale a correção. Abs

  3. Você faz um excelente trabalho mostrando a todos nós a verdade dos fatos e quero lhe agradecer por isso, apenas quero lembrar te de revisar os artigos para evitar ao máximo os erros de gramática para que nossos adversários não usem disso para “cortar” a credibilidade do seu blog .
    Forte abraço e que Deus lhe abençoe!

  4. Exatamente, a mídia sensacionalista não quer expor a verdade mais uma vez, para não formar uma opinião consistente e verdadeira. Volte a alguns dias na mesma nação, quando um atirador matou mais de 50 pessoas. Esses veículos de comunicação citados na matéria, misturaram a situação americana com a nossa, querendo assim formar opiniões favoráveis ao fracassado e ilegítimo estatuto do desarmamento, de um Governo que prometeu, teve a chance e mesmo assim consegui piorar o BRASIL.

  5. Nem quando era possível comprar armas em lojas como casas Bahia tinhamos segurança. Se dúvida, só olhar a seria histórica de assassinatos por armas de fogo nos últimos 30 anos e verá que os índices, da época em que armas eram mais fáceis e os de agora, são próximos. A verdade é que mais armas não resolve o problema da segurança. O buraco é mais embaixo. Se assim fosse, no Rio de Janeiro os traficantes não iriam enfrentar a polícia, que tem armamento de guerra. Tá na hora de mudar esse disco populista e encarar o problema com soluções não com falácias. SÓ EDUCAÇÃO SALVA

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