Extrema esquerda queria zerar redações a partir da vagueza, mas foi o Estado que desrespeitou os Direitos Humanos de Kelly

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Se não fosse a ministra Carmen Lúcia (que brecou o uso do truque), possivelmente revisores de redações do ENEM poderiam ter zerado provas que “desrespeitassem os Direitos Humanos”.

Porém, a definição do que seria “desrespeito aos Direitos Humanos” estava sendo adotada de forma vaga.

Era bem claro que essa gente queria dar zero para quem escrevesse que “é preciso reduzir a maioridade penal”, que “precisamos de penas mais rígidas para crimes violentos” ou até que “bandido bom é bandido morto”.

Ora, se as definições são vagas, qualquer coisa poderia ser considerado “desrespeito aos Direitos Humanos”, não é mesmo?

Mas como dissemos antes, Carmen Lúcia brecou o truque.

Enquanto isso, o Brasil ficou estarrecido no fim de semana ao descobri que o assassinato de Kelly Cadamuro, de 22 anos, após combinar carona no WhatsApp, ocorreu pelas mãos de um sujeito que já havia sido condenado por 8 crimes (incluindo um crimes violentos como assalto à mão armada) e mesmo assim foi beneficiado pela “saidinha”. Após ganhar o benefício de sair da prisão temporariamente, ele não mais voltou. Resultado: ele estava em plena liberdade, a partir da qual assassinou Kelly.

Com isso, o Estado é corresponsável moral pela morte de Kelly. Foi uma escolha estatal que resultou em seu assassinato. Ou seja, o Estado desrespeitou os Direitos Humanos mais básicos de Kelly.

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