Ideia legislativa visa acabar com “saidinha” e evitar que o Estado mate pessoas inocentes como Kelly

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O crime mais revoltante dos últimos tempos foi o assassinato da jovem Kelly Cadamuro, de 22 anos, natural de Guapiaçu (SP), pelas mãos de Jonathan Pereira do Prado, de 33. O assassino escolheu sua vítima em um grupo de carona no WhatsApp.

Embora possa parecer um crime bárbaro igual aos que vemos todos os dias, esse tem um componente adicional de crueldade: foi sancionado pelo Estado. O fato é que Jonathan deveria estar preso se o Brasil fosse um país de leis minimamente razoáveis. Mas Jonathan estava nas ruas por causa do benefício da “saidinha”, que permite que bandidos que já tenham cometidos crimes violentos – como assalto à mão armada – possam adquirir benefícios de saídas temporárias de prisões.

Há uma ideia legislativa no Senado, que precisa de 20.000 apoios até o dia 10/11/2017. Atualmente são 3.382 apoios. Ocorre que a ideia legislativa não é nova (havia sido lançada à tempos, independentemente do assassinato de Kelly), mas está sendo reativada na busca das 20.000 assinaturas. Ao receber 20.000 apoios, a ideia se tornará uma Sugestão Legislativa e será debatida pelos Senadores.

Clique no link para apoiar e veja a descrição abaixo:

Alteração do código penal para que condenados por homicídio doloso ou estupro não possam requerer a progressão de regime, tendo que cumprir sua pena integralmente em regime fechado. Também peço o fim da possibilidade de concessão de saídas temporárias ou saidões a presos por crimes hediondos.

É preciso entender a importância histórica de acabarmos com a “saidinha”. É urgente evitar que criminosos violentos tenham benefícios como esse, que permitem que monstros como Jonathan possam matar pessoas indefesas como Kelly. Por causa da “saidinha”, é lógico dizer que o Estado a condenou à morte.

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3 COMMENTS

  1. OS ENVOLVIDOS EM BREVE ESTARÃO NAS RUAS NOVAMENTE, LIVRES PARA MATAR, SOB A TUTELA DO JUDICIÁRIO, DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DA DEFENSORIA PÚBLICA, TODOS PAGOS POR NÓS CONTRIBUINTES, PARA TRABALHAREM EM FAVOR DE DELINQUENTES, E EM DESFAVOR DA NOSSA SEGURANÇA.

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