Luislinda apela de novo ao dizer que é “preta, pobre e da periferia”

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Luislinda Valois, ministra tucana dos Direitos Humanos, já havia sido alertada a não fazer novas justificativas bizarras para o pedido pelo recebimento de R$ 61 mil reais/mês, o que acabou não acontecendo.

Todas as justificativas da ministra foram bizarras – coisas que transcendiam qualquer escala de avaliação. Quanto mais falava, mais se enrolava.

Chegou ao ponto em que os tucanos disseram: “se quiser continuar no governo, pare de falar no assunto”.

Agora, na manhã desta segunda (13), ela disse que é “preta, pobre e da periferia”.

Pior: ela deu essa declaração em discurso, ao lado do presidente Michel Temer (PMDB), na cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, numa unidade da Marinha do Brasil na Avenida Brasil, zona norte do Rio.

“Vamos aumentar esses números (de beneficiários de programas sociais) para o Rio de Janeiro e para o Brasil todo também. Sou preta, pobre e da periferia e sei o que é viver longe dos grandes centros”, afirmou Luislinda, completando que o programa emergencial é baseado em “compromissos reais”.

Vamos aos fatos.

Luislinda não é pobre. Ela ganha R$ 33,7 mil/mês. Ela ofendeu os pobres.  Ela também não é moradora de periferia. É moradora de bairros elitistas.

Creio que já deu o que tinha que dar. Temer deveria demitir Luislinda imediatamente.

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6 COMMENTS

  1. Não é estranho vindo de uma ministra do governo Temer, até porque o povo já está acostumado com a baixa qualidade dos ministros(as) do governo Temer.

  2. Ela é peça da máquina subversiva em funcionamento no Brasil. Sun tzu, general chinês (250ac), em um de seus 13 capítulos de seu livro Bin-fa (arte da guerra), diz que um general genial é aquele que vence uma batalha sem precisar lutar. E isso é feito subvertendo a nação alvo destruindo seu valores que norteiam a sociedade, dividindo a população em grupos antagônicos ( aí entram os “direitos hipócritas”), bem como exaurir os recursos da nação através de gastos supérfluos e, ou, pela corrupção. O aparelhamento do estado, antes pelo PT, e agora pelo PMDB, garante que a máquina subversiva continue a funcionar com vida própria. A consequência disso, junto com outros fatores, como a desestabilização e a falência do estado democrático de direito, é a deflagração de uma crise que poderá culminar com uma guerra civil. Isso criará fatores favoráveis para que o Brasil possa ser invadido e dominado ou “normalizado”, na linguagem dos comunistas. A situação é bem mais séria do que pensamos, porém a cegueira desnformativa faz tudo parecer normal. Que Deus nos ajude.

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