Esquerdismo puro: bilionários pedem mais impostos ao Congresso Americano para esmagar pequenas empresas

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400 bilionários americanos escreveram cargas para o Congresso pedindo que parlamentares republicanos não cortem seus impostos.

O grupo criou a narrativa dizendo que reduzir os impostos das famílias mais ricas, no momento em que a dívida pública e a desigualdade estão crescendo, é um equívoco.

“Não aprovem nenhuma lei que aumente ainda mais a desigualdade e a dívida”, pede o grupo Riqueza Responsável, composto por ricos que defendem causas progressistas.

Na liderança da lista estão os bilionários George Soros e Steven Rockefeller.

A pergunta é: por que bilionários são tão esquerdistas a esse ponto?

A resposta é mais óbvia do que parece: uma vez que os altos impostos servem para tirar as pequenas empresas do mercado, isso causa direto benefícios para as empresas tão grandes que não são incomodadas pela taxação.

O problema é que as pequenas e médias empresas são as maiores empregadoras. Ao agir assim, os bilionários pedem para destruir pequenas e médias empresas, aumentando também o desemprego.

Cortar impostos de empresas e indivíduos é parte central do plano econômico do presidente Donald Trump para aumentar o crescimento econômico e a criação de empregos nos Estados Unidos.

Já a esquerda quer apenas privilegiar os benefícios de bilionários que odeiam a concorrência de pequenas e médias empresas.

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3 COMMENTS

  1. Isso não é imaginação. Num determinado ponto percebi que aumento de impostos e excesso de regulação beneficia às grandes empresas. Por exemplo, um empregado custa quase o dobro do seu salário nominal para uma empresa, isto é, um salario de 1000 acaba virando 2000 para o empregador. É uma aberração, não existe em nenhum lugar do mundo. Mas para uma empresa que fatura milhões anulamente não representa nenhum problema. Acaba monopolizando uma fatia do mercado onde micro e pequenas empresas não conseguem concorrer. Acaba se beneficiando de várias formas oferecendo produtos ou serviços de má qualidade e ditando os preços do mercado. O setor automotivo é um exemplo. Só a homologação de um novo carro para atender a todas às exigências regulatórias pode demorar vários anos. Na Argentina vale a certificação de origem, no Brasil não. Isso significa que na Argentina um carro pode ser importado diretamente mas no Brasil tem que ser homologado. Nenhum “aventureiro” poderia intentar “bagunçar” o monopólio do mercado no Brasil. Hoje até um produto de limpeza de chão precisa ter autorização da Anvisa. Então aquela Kombi que passava vendendo produtos de limpeza agora é bandido.

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