A queda de Louis CK, símbolo do humor pró-feminismo, é mais uma mostra da hipocrisia esquerdista

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Um dos mitos mais recorrentes que a direita criou sobre a esquerda é que eles possuem “um ideal utópico” e, por isso, se desconectam da realidade. Porém, esta conclusão é que é desconectada da realidade.

A verdade caminha na contramão: a esquerda possui como ideal a aquisição de poder – principalmente a partir do estado, de suas regulações e dos grupos de interesse ligados a ele – e, nesse intento, fingirão que possuem “ideais utópicos”. Como são espertos, não acreditam em suas palavras, mas sim no benefício que elas podem prover.

É o caso de Louis CK, humorista de esquerda e que sempre foi considerado por seus pares como o exemplo perfeito do humor “politicamente correto”.

Só que agora o comediante e diretor de 50 anos foi acusado de assédio sexual por 5 mulheres. Em dois relatos, o comediante se masturbou em frente a atrizes sem o consentimento delas. Ele admitiu as denúncias, pediu desculpas e afirmou que vai “tirar um tempo para ouvir”.

É claro que Louis CK jamais acreditou em seu humor pró-feminismo. Obtinha unicamente o benefício de uma narrativa, mais falsa para ele que nota de três reais.

Assim como ele são quase todos os outros artistas de esquerda. Não surpreende que entre eles estejam a maior parte dos casos de escândalos sexuais que estão demolindo de vez a imagem de Hollywood.

Como sempre ocorre nesses casos, tudo o que Louis CK tinha em mãos era virtue signalling (encenação de virtude).

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