Falar sobre o silêncio dos censores quanto ao #MensalinhoDoTwitter os deixa muito irritados… com razão

O professor da USP Pablo Ortellado tem sido um dos capitães do processo de censura nas redes sociais. No futuro seu nome ficará marcado em uma galeria da vergonha, local reservado a todos aqueles que ficaram do lado de sistemas totalitários na história. Ao lutar para que seus oponentes políticos sejam silenciados, Ortellado já é detentor de uma constelação de posts em suas redes sociais em apoio às práticas de censura nas redes sociais contra divergentes.

Bem ao contrário do que os censores do passado faziam (ao esconder suas intenções de calar o oponente), Ortellado pertence a um grupo de pessoas que se orgulha de pedir – em público – o cerceamento da voz divergente. Que ninguém o tenha avisado do quão vergonhoso esse comportamento será reportado no futuro é um sinal de que estamos diante de gente vivendo numa bolha.

Quem quer que estude os censores modernos, sabe que eles possuem claro viés contra a direita. Por isso, não surpreende que eles tenham ficado constrangidos quando a mídia publicou notícias a respeito de uma verdadeira fraude nas redes: o #MensalinhoDoTwitter, que era a verdadeira “manipulação do debate público” (acusação que os censores tentavam imputar à direita).

Acusado (sem provas) de ter “rede de manipulação do debate público”, o MBL não poderia deixar de tripudiar, como fez brilhantemente neste meme:

 

Foi o suficiente para que Ortellado (aliado de Sakamoto) perdesse as estribeiras, publicando este post bizarro:

Ortellado lança uma falsa acusação sobre o MBL: a de que o movimento teria acusado Sakamoto de envolvimento com compra de postagens de influenciadores pelo PT. Evidentemente, ele inventou essa afirmação, pois não há nada no meme do MBL que traga essa acusação. Se o MBL quiser, poderá processar Ortellado por ter propagado (como de costume) mais uma notícia falsa com intenção de causar dano político a um adversário.  Alias, o uso do termo “gangue” é mais um complicador para Ortellado.

Seja lá como for, se monitorarmos a rede de censores em relação ao #MensalinhodoTwitter será possível avaliar estatisticamente como eles estão tocando pouco no assunto.

Pablo Ortellado se limitou a posts tímidos. Leonardo Sakamoto teria tido uma pneumonia (e por isso não há comentários em seu Twitter de uns dias pra cá). Fabio Malini não postou praticamente nada. Na timeline de Gilberto Dimenstein, não há nada sobre o assunto.

Por parte do MBL, seria interessante fazer um comparativo estatístico da atenção dada ao assunto, principalmente na comparação com a narrativa da “rede de fake news do MBL” (feita no final de julho).

Quer dizer: diante de um caso envolvendo rede coordenada do PT (e com uso claro de grana para manipular o debate público), há pouca atenção, mas diante de um caso em que não há provas de rede coordenada do MBL (e sem evidências de uso de grana para manipulação do debate público) há uma atenção desproporcional.

Não estou dizendo que os censores tenham recebido grana do #MensalinhodoTwitter, mas que o viés ideológico fica claro na disparidade acusatória, quanto a isso não há dúvida alguma.

A (falta de) atitude dos censores diante do #MensalinhodoTwitter deveria ser mais explorada por aqueles que defendem a liberdade de expressão, principalmente os que tenham sido alvo dos ataques dessa gente nas redes sociais.

Os censores tem motivo de sobra para ficarem irritados quando a falta de atenção que dão ao assunto é exposta. Essas são apenas mais evidências de que o viés de extrema esquerda é claro enquanto executam uma das narrativas mais fingidas da história recente: a de que estão “combatendo fake news”.

5 comentários em Falar sobre o silêncio dos censores quanto ao #MensalinhoDoTwitter os deixa muito irritados… com razão

  1. ayan, você não vai fazer a cobertura da campanha presidencial à luz da guerra política?

  2. Bem vindo de volta. Fez falta!

  3. ARTUR MENARDI NOGUEIRA // 26 de setembro de 2018 às 9:38 am // Responder

    +Artur Nogueira diz:
    Mente lúcida da direita que faz falta ao bom debate político-filosófico. Bom retorno.

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