Major Olímpio precisa nos explicar a oposição do PSB ao governo Bolsonaro

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Segundo a Folha de São Paulo, o PSB (Partido Socialista Brasileiro) anunciou nesta segunda (5) que fará oposição ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), mas sem a intenção de “inviabilizar o governo”. O jornal lembra que a legenda apoiou Fernando Haddad (PT) no segundo turno.

A direção executiva nacional da sigla defendeu uma oposição pragmática, com ações pontuais diante das propostas do futuro presidente. A possibilidade de diálogo é considerada se for “em função das demandas e urgências” do país.

Em nota, o PSB falou em moderar o governo, para que “prevaleçam as teses e agendas de interesse nacional”. Reiterou ainda que fará “defesa intransigente dos valores e práticas democráticas e da liberdade de imprensa”.

“A lógica do ‘quanto pior, melhor’ não nos cativa ou estimula, e não faremos do sofrimento dos brasileiros trampolim para o próximo pleito eleitoral”, afirmou o PSB no documento.

“Fomos colocados na oposição pelo eleitor, porque apoiamos um candidato que não ganhou. E também porque o que ganhou pensa diametralmente oposto ao que pensamos”, disse no encontro o presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira. A oposição do PSB, reforçou ele, “não será sistemática, mas em face de questões concretas, das proposições que o governo fizer”.

“Naturalmente, os prenúncios não são dos melhores.” Siqueira afirmou estar em contato com lideranças do PDT e do PC do B para articular uma coalizão crítica a Bolsonaro.  “Os partidos de esquerda não ficaram felizes com a declaração do PT de que há um comandante da oposição. Não haverá uma oposição, haverá várias oposições”, disse o dirigente.

Bem, agora o Sr. Major Olímpio – que apoiou Márcio França, do PSB, ao governo de São Paulo, saindo derrotado – podia nos explicar essa situação.

1 comentário em Major Olímpio precisa nos explicar a oposição do PSB ao governo Bolsonaro

  1. Tenho 27 anos. Em toda a minha vida me lembro de ver todos os governadores de São Paulo serem bombardeados pela mídia pelos motivos mais insignificantes possíveis. Mas, tudo mudou no momento que o socialista Márcio França assumiu o Palácio dos Bandeirantes. França cometia barbaridades em série (relação com o Hezbollah, proibição do abate de javali, destinação de dinheiro público para ideologia de gênero) e toda a imprensa, inclusive os auto-proclamados “direitistas” ficaram no mais absoluto silêncio.
    Comecei então a investigar. Descobri que aquela suposta “burrice” do Alckmin de entregar SP a esquerda radical e o uso ineficaz do seu tempo de propaganda eleitoral para atacar o Bolsonaro, não foram atitudes provenientes de uma “burrice”. Desde o início o Alckmin arquitetou um plano junto ao establishment para SACRIFICAR O PSDB e entregar São Paulo para os aliados do PT. TUDO DE PROPÓSITO! Foi o gigantesco ego do Doria que acabou bagunçando os planos do Chuchu.

    Ou nós paulistas começamos a procurar um Bolsonaro para chamar de nosso desde já, ou vamos perder São Paulo para a esquerda em 2022.
    São Paulo é um Estado que historicamente sempre teve uma grande quantidade de inimigos (tanto ocultos quanto declarados), desde a época dos bandeirantes. A ida do Márcio França ao segundo turno no fim serviu para revelar uma série de inimigos internos e ocultos do povo paulista, tais como Major Olímpio, Major Costa e Silva, Douglas Garcia do direita São Paulo e vários eleitos pelo PSL e pelo PSDB que estavam apoiando publicamente o Márcio França… Que isso seja lembrado nas próximas eleições!

    Pense na minha surpresa ao descobrir o real motivo do Major Olímpio ter sabotado o lançamento de um candidato a governador de SP pelo PSL e ter tentado expulsar a Joice Hasselmann do partido… Tudo arquitetado para entregar São Paulo ao PSB!
    Tremo só de pensar no quão perto minha amada terra chegou de cair no abismo!

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