Ditador cubano pede respeito aos médicos cubanos; mas nós não respeitamos ele

O ditador, Miguel Díaz-Canel, criou narrativa para simular que estaria defendendo os médicos cubanos que são forçados a participar do programa Mais Médicos. Conforme a Jovem Pan, em resposta ao presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), ele afirmou que os profissionais prestaram um “valioso serviço” e que atitudes assim devem ser “respeitadas e defendidas”.

“Com dignidade, profunda sensibilidade, profissionalismo, entrega e altruísmo, os colaboradores cubanos prestaram um valioso serviço ao povo do Brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas”, escreveu Días-Canel no Twitter. O Ministério da Saúde da ditadura atribuiu o encerramento da parceria a declarações “inaceitáveis” de Bolsonaro.

Mais cedo, em entrevista coletiva, o futuro chefe do Executivo brasileiro apontou os fatos – dizendo que o governo cubano é uma ditadura – apontou que não passa de trabalho escravo, porque, dentre outros fatores, “70% do salário deles [dos médicos] é confiscado”.

Vale um adendo ao que disse o ditador Miguel. Não desrespeitamos. Mas não podemos ter o menor respeito por monstros morais que escravizam seu povo. O problema está com Miguel, não com seu povo.

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