Anão diplomático Celso Amorim ataca novo chanceler

Bolsonaro anunciou – nesta quarta, 14 – a indicação do diplomata Ernesto Fraga Araújo para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu governo. Algumas pessoas tem questionado a postura neoconservadora do novo ministro.

O ex-Ministro das Relações Exteriores do governo petista de Lula, Celso Amorim, diz que caso as posições de Araújo e de Bolsonaro sejam colocadas em prática, representariam a “volta à Idade Média”.

Em entrevista ao Brasil de Fato, Amorim disse que nomeação é surpreendente e o deixa “muito triste”. “Sei que há muita divergência de opinião no Itamaraty, alguns pensam mais o livre mercado e outros mais como eu penso, mas tudo no domínio da racionalidade, em que o debate é possível. Neste caso o debate se torna impossível, é como ver um filme surrealista com conotações de pesadelo”, afirmou.

“Acho que o problema disso tudo não é só o que vai acontecer agora, mas que a credibilidade do Brasil ficará afetada por muito tempo, por décadas. Será muito negativo para a integração latino-americana, que envolve o reconhecimento de outras culturas, será potencialmente muito negativo com as nossas relações com a África, porque a maneira que ele fala tem a ver apenas com o passado europeu”, afirmou.

Por mais que alguém possa questionar algumas ideias de Araújo, Celso Amorim não ajuda a arranhar a imagem do novo chanceler. Isto porque Amorim, tal como lembra O Antagonista, “esperava levar a paz ao Oriente Médio com jogos de futebol”, bem como “transformou as embaixadas brasileiras em entreposto para a internacionalização da corrupção petista”.

Ataque vindo de alguém como Celso de Amorim se converte em elogio automático.

2 comentários em Anão diplomático Celso Amorim ataca novo chanceler

  1. Sem sentido lógico mera retorica esquerdista que mostra o retrocesso desta política petista nas rekarela exteriores com ditaduras latino americanas falidas como Venezuela Bolívia e caterva que em basa contribuem ao Brasil com débitos nao bom pagos e calotes de Cuba e aliados oeroetuabdi o atrssie begiciatss obscuras vide caso BNDES etc

  2. Toda e qualquer crítica do PT é digna de, no mínimo, descaso. Em se tratando de relações exteriores, geo-política, o PT deixou o Brasil “depois da vírgula, tomando se como referência a economia, por exemplo.

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