Se Bolsonaro disse para varrer petistas do Itamaraty, acertou!

De acordo com artigo da jornalista Eliane Cantanhêde ao Estadão, a missão do futuro ministro das Relações Exteriores é varrer os petistas do Itamaraty.

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A principal recomendação do futuro presidente ao seu chanceler é eliminar vestígios, programas e diplomatas da Era PT, particularmente aqueles ligados a Celso Amorim. ‘Fazer uma limpeza, mudar tudo’, resume-se na equipe de Bolsonaro (…).

No Itamaraty, o clima é de apreensão. Na área militar, de comemoração. Num, o temor de uma caça às bruxas e um novo viés ideológico às avessas. Na outra, a certeza de que o PT será varrido e a política externa voltará à sua tradição de pragmatismo e respeito aos interesses nacionais.

Segundo a jornalista, “Bolsonaro demorou a anunciar Araújo porque testou uma extensa lista de candidatos ao Itamaraty e, além de serem bombardeados, não fariam dobradinha dos sonhos: presidente e chanceler anti-PT e pró-Trump com a mesma intensidade. Isso diz tudo da política externa na nova era”.

Claro que a choradeira está por todos os lados. Mas o choro não term justificativa lógica, apenas pragmática. Não faria sentido algum que um novo governo anti-petista deixasse petistas em cargos estratégicos.

Aliás, o governo Temer enfrentou vários problemas de sabotagens por não ter ido a fundo na retirada de petistas (ou adeptos) dessas posições. Fez o serviço, mas apenas até a metade.

No dia em que petistas ganharem eleições de novo (se ganharem), eles varrerão todos os seus adversários de posições estratégicas. A reciprocidade é importante agora.

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