Alerta de textão: refutação de 20 rotinas pró-escravidão de médicos cubanos

A extrema esquerda está bem chateada com a forma como está sendo fácil demonstrar quão abjeta é a escravidão em Cuba. Por isso, compilei um caudal de falácias usadas pela extrema esquerda nos últimos dias.

Antes, lembre-se que para que eles não pudessem ser classificados como escravos, três condições precisariam ser atendidas: (1) Não possuir qualquer forma de vínculo permanente com Cuba; (2) não ter suas famílias residindo em Cuba, enquanto eles estão em suas missões estrangeiras – pois os familiares residentes são usados como reféns; (3) Ter o direito de ir e vir sem qualquer tipo de restrição – a não ser as restrições de imigração do país que o recebe -, incluindo para seus familiares.

Agora vamos lembrar o artigo 149 do Código Penal, do Decreto Lei nº 2848 de 7 de dezembro de 1940, definindo os elementos do trabalho escravo:

Art. 149. Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto: (Redação dada pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
Pena – reclusão, de dois a oito anos, e multa, além da pena correspondente à violência. (Redação dada pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
§ 1o Nas mesmas penas incorre quem: (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
I – cerceia o uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador, com o fim de retê-lo no local de trabalho; (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
II – mantém vigilância ostensiva no local de trabalho ou se apodera de documentos ou objetos pessoais do trabalhador, com o fim de retê-lo no local de trabalho. (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
§ 2o A pena é aumentada de metade, se o crime é cometido: (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
I – contra criança ou adolescente; (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
II – por motivo de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem. (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)

Então sigamos com o desmascaramento de falácias de quem ainda insiste em defender essa perversão.

#01 – “Os críticos não conseguem entender a generosidade dos médicos cubanos”

Ao contrário do que se vê em Cuba, assistiríamos instâncias de generosidade se os médicos cubanos viessem atuar por aqui, recebendo seu salário de R$ 10 mil, doando parte dessa verba para instituições de caridade. Ou para uma igreja. Ou gastando em comida a ser servida diretamente aos pobres. Ou mesmo para Cuba. Mas essas ações só poderiam ser classificadas como generosas se exercitadas voluntariamente, o que é o exato oposto do que se vê na atuação dos médicos cubanos. Sob as armas de um estado totalitário, não temos ações generosas. Aceitar estes termos não é nada mais que aceitar a lógica mais básica possível, que qualquer adolescente de 12 ou 13 anos já deve ser capaz de entender.

#02 -“Protestar contra os médicos cubanos é racismo”

O problema é que não existe raça cubana. Cuba é um país miscigenado como o Brasil. Esse argumento é um acinte ao bom senso. Qualquer um sabe que criticar a escravidão dos cubanos não é racismo.

#03 – “A classe médica do Brasil é contra os Mais Médicos e não os aceitaria nem se fizessem o Revalida”

Tão involuntariamente caricatos são argumentos desse carregamento que poderíamos satirizá-los ao lembrar a hipotética história de um sujeito húngaro tentando entrar no cinema sem pagar o ingresso e reagindo, após ser barrado na entrada:

– Por que você não quer me deixar entrar?
– Por que você não tem ingresso – diz o porteiro.
– Mas se eu não tivesse o ingresso, você não me deixaria entrar da mesma forma, já que me discrimina por que sou húngaro.
– Então vá ao caixa, compre o ingresso, e volte para a fila. Veja se não vou te deixar entrar.
– …

Ou seja, basta eles realizarem o exame Revalida e ficarem no Brasil (sob autorização do governo cubano), que não terá problema.

De fato, inventar falsos motivos para os oponentes com o fito de satanizar os médicos brasileiros é uma atitude digna da pior escumalha moral. Se é verdade que os médicos brasileiros “arrumariam outros motivos caso os médicos importados de Cuba tivessem o Revalida”, bastaria submetê-los ao exame para tirarmos a dúvida.

#04 – “Os cubanos vão para onde os demais médicos não vão”

Isso é um indício adicional de coerção. A única crítica que poderia ser feita é a inexistência de condições que motivem os demais médicos a irem para os lugares mais distantes. Mas isso não justifica a escravidão. Poderíamos pagar R$ 10 mil integralmente a cada médico, que eles iriam aos rincões do Brasil com ainda mais vontade.

#05 – “Não há escravidão de médicos cubanos, apenas o aluguel dos profissionais durante toda a vida para justificar o investimento educacional feito pelo estado nos profissionais”

Qualquer proposta dizendo que é permitido obrigar alguém, por contrair dívida com um estado, a pagar com o exercício de seu trabalho até a aposentadoria, recebendo uma minguada parte de seus rendimentos, atende aos requisitos da escravidão. Se o escravizador for o estado ou uma empresa privada, não há nenhuma diferença ética passível de ser levantada. É preciso fingir muito para tratar o “investimento” do governo cubano como um “presente”, traduzido no ensino em uma universidade cubana.

A coisa não termina por aí, já que não existe “investimento” do povo cubano no estado. Tudo que eles possuem é tomado via coerção, transcendendo o que se conhece por impostos extorsivos nas democracias tradicionais. Nenhum aspecto da relação entre o estado e o povo em Cuba é voluntária, nem mesmo o direito de fugir para outros países.

Em tais circunstâncias, o fornecimento da educação estatal não se diferencia do fornecimento de alimentação e meios de trabalho aos escravos submetidos a trabalhos forçados, como se via no Brasil anterior a 1871.

Só é possível que um estado se gabe de fornecer educação pública ao seu povo se ela não gerar vínculos obrigatórios, não for feita sob regime de coerção, ser plenamente opcional e não for ofertada a pessoas proibidas de fugir para territórios onde podem viver sob mais liberdade. O não atendimento a qualquer um desses requisitos implica a situação de escravidão.

#06 – “Médicos cubanos não são escravos pois tem carreira e vínculo permanente com Cuba”

Em sociedades civilizadas, relações trabalhistas não compreendem vínculos permanentes, que no máximo podem existir para proteção de informações. Por exemplo, um executivo de uma empresa bélica pode se mudar de empresa, mas estar proibido, por toda sua vida, de entregar segredos corporativos a concorrentes.

Fora do escopo da contratação de profissionais, podemos considerar vínculos permanentes em outras esferas da vida social, como relações sociais familiares ou contratuais. Por exemplo, se (x) é reconhecido como filho de (y), falamos do estabelecimento de um vínculo permanente. Essa regra não se aplica nem ao casamento. Imagine, por exemplo, que (j) é esposa de (k). Ainda assim o casal pode se separar. Após a separação, apenas o filho de (j) com (k) ainda possuirá um tipo de vínculo permanente com ambos. Em relações trabalhistas, tal vínculo não existe.

#07 – “Se uma parcela da população gosta, então não há problema em trazer escravos”

É evidente que os petistas podem usar matérias mostrando pessoas felizes após receber atendimento dos médicos cubanos. Não temos como questionar a felicidade legítima dessas pessoas, que, em muitos casos, não possuem noção da imoralidade que fez com que médicos brasileiros não estivessem trabalhando em sua região.

Assim, a felicidade que pessoas sentem durante o atendimento não serve para aliviar o crime moral cometido por um governo que importou escravos e destruiu a infraestrutura da saúde pública, prejudicando os profissionais brasileiros.

#08 – “O PSDB também já importou médicos cubanos”

A pergunta é: e daí? Dois erros não fazem um acerto. E nem de longe os casos são comparáveis. Na época de FHC, vieram 166 médicos para algumas regiões do país, por curto espaço de tempo, via contratação direta por algumas cidades carentes e sem a criação de campanhas de ódio contra médicos brasileiros. E se fossem casos comparáveis, como já disse, não validariam a aberração petista.

#09 – “Os médicos cubanos são muito qualificados”

Para compreendermos a razão pela qual citar os atributos profissionais de alguém agrava ao invés de atenuar uma denúncia de escravidão, pode ser instrutivo lembrar o ótimo filme Django Livre, de Quentin Tarantino, no qual Leonardo DiCaprio interpreta um dono de escravos. Alguns são usados para lutas, nas quais se digladiam até a morte de um dos lutadores. O personagem de DiCaprio poderia elogiar as aptidões de seus escravos lutadores o quanto quisesse que isso ainda não mudaria o aspecto condenável inerente à escravidão. Na verdade, isto tornaria a coisa ainda mais imoral.

Ora, se os médicos cubanos são tão bons, poderiam passar pelo Revalida com muita facilidade. Mas ainda assim continuam escravos da ditadura. Atenção para este ponto: quanto mais méritos forem atribuídos aos médicos cubanos, mais abjeta é toda a situação, pois falamos de pessoas que poderiam (em tese) ter alto valor de mercado e ainda continuam como escravas.

Não estou afirmando que a escravidão é mais moral para aqueles que possuem menor valor de mercado. A escravidão é uma abominação em todos os casos. Mas o que quero dizer é que quanto mais potencial profissional alguém possui, mais ainda lhe é usurpado por causa da escravidão. Isso ocorre devido à retirada de suas opções.

#10 – “Médicos cubanos não são escravos pois tem emprego garantido”

Defensores de países socialistas costumam se gabar de que há empregos garantidos nesses países. Se isso é verdade, por que a Coréia do Norte utiliza a fome como forma de controlar sua população ? Mas vamos supor, por caridade argumentativa, que esses países tenham “emprego garantido”. Se esta oferta é tão maravilhosa, por que não se permite que um trabalhador tenha o direito de recusá-la e correr atrás de ofertas vindas de outros países? Periga até haver racionamento de óleo de peroba caso eles tentem elaborar desculpas para fugir deste fato.

#11 – “Não há problema em pagar apenas R$ 2.500 para médicos cubanos”

Se no Brasil paga-se R$ 10 mil reais por profissionais de medicina no programa Mais Médicos, depreende-se que este valor foi estipulado com base no mercado. Se os médicos cubanos são tão bons quanto seus contratantes alegam, isso significa que eles têm “mercado” pelo mundo. Não faz sentido pagar menos para eles, isto se tomarmos como premissa que em um país democrático já não trabalhamos com a hipótese de trabalho escravo.

#12 – “Se você critica que Cuba fique com 70% do salário, então deveria criticar os planos de saúde, que ficam com a maior parte da grana do médico”

Falso, pois o médico pode deixar de atender o plano quando quiser. Há vários médicos que atendem fora de planos de saúde. No fundo, é apenas a lei do mercado. Não ocorre o mesmo com os cubanos, que trabalham sob coerção e não possuem alternativas.

#13 – “Em Cuba, esse sistema é aceito normalmente, e as pessoas fazem o trabalho pelo bem-estar social”

Se realmente a população de Cuba já aceitou que o valor de seu trabalho deve ser “revertido a todos”, basta o governo brasileiro fazer o pagamento aos médicos cubanos diretamente. Enquanto isso, estes médicos podem doar quase todo o valor para a ilha. Mas é claro que a extrema esquerda não vai querer isso, certo? Pois aí vemos que a tal “clara aceitação” não existe.

#14 – “Mesmo que os cubanos não desfrutem de toda a liberdade que gostaria de ter, não são escravos”

Como pode ser isso? Sem ter cometido nenhum delito passível de punição ou queira fazê-lo, como uma pessoa livre não tem a liberdade que gostaria de ter? Que tipo de liberdade é definida por critérios alheios ao da vontade individual em questões onde não existem danos a terceiros? Eis aí o testemunho cristalino de como a mente socialista se apresenta em toda sua perversão quando forçada a explicar sua interpretação de liberdade para pessoas normais.

#15 – “Os médicos cubanos não pensam no lucro, pois fazem medicina por humanismo e solidariedade”

Se quem diz isso acredita no que fala, então bastaria pagar R$ 10 mil a cada médico cubano e mandar o governo da ilha sorver pirongas. Se isso for verdade, os médicos que querem deixar Cuba, deixarão, ao passo que os médicos que “não ligam para salário” podem doar quase tudo para a ditadura e voltar para lá quando quiserem. Não é óbvio? Não há um traço da argumentação nessa toada que seja capaz de justificar a contratação de mão de obra escrava

É fácil atacar o nível de “atuação por vocação” dos médicos brasileiros quando tudo que utilizam para este fim são alegações sem provas. Mas que tal aplicarmos “testes de vocação” em médicos que não tenham suas famílias sequestradas em Cuba? Ou mesmo em médicos liberados de seus “vínculos permanentes” com o governo cubano?

Se não apresentarem testes desse tipo, declarações de sujeitos presos ao governo cubano possuem tanta validade quanto discursos de vítimas de sequestradores, narrando perante câmeras aquilo que está escrito em um papel, sob a “motivação” de armas apontadas para suas cabeças. É preciso de muita ingenuidade para cair na conversa mole de que os cubanos são diferenciados na “atuação por vocação”.

#16 – “Os médicos cubanos são mais dedicados que os médicos brasileiros”

Quem diz isso não tem nenhum embasamento para afirmar que os médicos brasileiros possuem menos “dedicação e competência” que os demais médicos de outros países, e nem que os médicos cubanos vencem os brasileiros nestes quesitos. A exigência pelo exame Revalida não resulta unicamente da dúvida sobre a competência destes profissionais, mas também da necessidade de aplicarmos critérios igualitários.

Não há um argumento válido para justificar que os cubanos não passem pelos mesmos critérios aplicados aos outros médicos. Tudo isso independe da “dedicação e competência” dos médicos brasileiros. Se é verdade que os médicos brasileiros possuem baixo grau de “dedicação e competência”, podemos discutir critérios de avaliação dos profissionais no curso de sua função, mas nada disso justifica o uso de mão de obra escrava.

#17 – “Eles assinaram contrato com a OPAS, que não validaria trabalho escravo”

Isto não passa da famosa falácia do apelo à autoridade, que pode ser transposta em um silogismo suficiente para demonstrar o grau de infantilidade do truque:

A OPAS é associada à ONU, que é coisa boa. A OPAS não endossaria a importação de mão de obra escrava, que é coisa ruim. Pessoas do bem não fazem coisas ruins. Logo, não há importação de mão de obra escrava.

A verdade é bem outra: o acordo gera R$ 1,2 bilhão por ano ao governo de Cuba. Desse valor, pelo menos R$ 60 milhões ficam com a OPAS, que entra como atravessadora no negócio, basicamente para dar legitimidade a toda essa baixaria. A escolha de uma organização deste naipe para validar a moralidade da importação de cubanos é uma ofensa à inteligência do público por si só.

#18 – “Revalidação de diploma não deveria ser impeditivo para trabalho temporário”

Claro que deveria, pois se os médicos trabalham em atividades definidas e por tempo determinado, desponta aí uma razão adicional para a revalidação de seus diplomas. O motivo é indiscutível: existem pessoas chegando para trabalhar e não temos nenhuma informação sobre sua competência. Imagine que temos uma contratação de profissionais em gestão de projetos para prestar serviços temporários.

Suponha que um critério da organização contratante exija que todos os profissionais sejam certificados PMP. Qual é o argumento para dizer que “a regra não se aplica a profissionais atuando temporariamente”? Essa regra simplesmente não existe. Pelo contrário: ela é aplicada em especial aos profissionais temporários. E todos os profissionais, temporários ou definitivos, devem ter a chance de demonstrar sua qualificação. Isso, é claro, se forem livres. Lamentável, lamentável.

#19 – “O que Cuba ganha com exportação de médicos não vai para pessoas, mas para o Estado”

Aleluia! Provamos a paranormalidade. O governo cubano é o único estado não administrado por pessoas físicas. Provavelmente seus administradores devem ser entidades etéreas ou mesmo espíritos. É um fato: a capacidade que um petista possui para escrever sandices parece não ter fim.

#20 – “Médicos cubanos não são escravos pois isso é contratação análoga à prestação de serviços terceirizados”

O petista Helio Doyle dizia, em 2014:

1 – Uma empreiteira brasileira é contratada por um governo de país europeu para uma obra. Essa empreiteira vai receber euros por esse trabalho e levar àquele país, por tempo determinado, alguns engenheiros, geólogos, operários especializados e funcionários administrativos, todos eles empregados na empreiteira no Brasil. Encerrado o contrato no país europeu, todos voltarão ao Brasil com seus empregos assegurados. Quem vai definir a remuneração desses empregados da empreiteira e pagá-los, ela ou o governo do país europeu? É óbvio que é a empreiteira.

Falsa analogia merecedora de expulsão de sala de qualquer curso básico de lógica, pois o profissional trabalhando para a empreiteira pode pedir demissão e trocar de país, o que não ocorre com os médicos cubanos, a não ser no caso dos desertores. Ao final do contrato da empreiteira com seu cliente, ou mesmo do profissional com a empreiteira, é verdade que os profissionais podem retornar definitivamente ao Brasil. Mas eles também podem buscar sua mudança definitiva para o país onde atuavam temporariamente. Ou para qualquer outro país. Isto é, o ganho da empreiteira, assim como o ganho do profissional, não está vinculado a nenhuma coerção, o que expõe a total diferença entre o exemplo citado por Doyle e a escravidão dos médicos cubanos.

Doyle também afirmou:

2 – Os governos do Brasil e de um país africano assinam um acordo para que uma empresa estatal brasileira envie profissionais de seu quadro àquele país para dar assistência técnica a pequenos agricultores. O governo brasileiro será remunerado em dólares pelo governo africano. A estatal brasileira designará alguns de seus funcionários para residir e trabalhar temporariamente no país africano. Quem vai definir a remuneração dos servidores da empresa estatal brasileira e lhes fará o pagamento, a estatal brasileira ou o governo do país africano? É óbvio que é a empresa estatal brasileira.

Estou tendo um deja vu? Aqui Doyle repete sua falsa analogia, bobinha até. Ele forjou um exemplo basicamente igual ao anterior, com a diferença de que agora a empresa é estatal. Mas uma coisa é uma empresa estatal, da qual uma pessoa pode se demitir. Isto é, fornecendo opções aos seus empregados. Outra coisa completamente diferente é um estado totalitário, que aprisiona seus habitantes. Ou seja, sem dar opções às suas vítimas.

Mais?

Se tiverem novas rotinas, me enviem, por favor. É possível que exista uma parte 2 para este post. O nível da argumentação petista definitivamente bateu no fundo.

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3 comentários em Alerta de textão: refutação de 20 rotinas pró-escravidão de médicos cubanos

  1. Recebi essa defesa de trabalho escravo de um amigo petista. Precisei juntar uns 2 a 3 pontos acima, e ele não se convence. 🙂
    “O sonho de todo cubano médico eh fazer estas viagens. É o mesmo que você ter uma oportunidade de passar uns anos fora recebendo 10 vezes mais do que recebe. Os médicos juntaram uma grana boa no Brasil e agora voltam super bem de vida. Compram casas, etc.”

  2. É melhor gastar o dinheiro comprando terreno na Lua. // 19 de novembro de 2018 às 6:16 pm // Responder

    Em Cuba não é bom comprar terreno (casa), porque lá a terra é social, de todos; mas só o “dono dos escravos” escolhe quem vai usar.

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