Restrita em Cuba, Internet é usada por petistas para defender a escravidão

É sempre aquele negócio na questão da escravidão de médicos cubanos: a contradição dá o tom de qualquer narrativa produzida por quem defenda a escravidão em pleno século 21.

Isso porque, moralmente, já somos inclinados a perceber o absurdo que significa a escravidão. Já superamos esse problema há muitas e muitas décadas. Mas, mesmo assim, muitos petistas ousam aparecer em público defendendo o direito de Cuba escravizar seus médicos.

Claro que não admitem usar esse termo, mas é pura novilíngua. Qualquer forma de trabalho que atenda a essas condições – restrição da liberdade, trabalho coercitivo, etc. – é trabalho escravo. E a própria reação de Cuba, “pegando” os médicos de volta, demonstra a falta de liberdade. A falta de opção aos médicos (que deveriam poder optar por ficar) é mais um elemento de trabalho escravo.

E como é que o povo cubano não se rebela? É por viverem em uma ditadura. Se os petistas estão usando a Internet para defender a escravidão, em Cuba até mesmo a Internet é restrita.

Jair Bolsonaro percebeu a contradição do discurso pró-escravidão e mandou este toco:

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