O pau quebra na França. E isso não significa que a coisa piorou por lá…

Conforme o Money Times, “a eclosão do movimento dos gilets jaunes (coletes amarelos) na França vem seguindo os mesmos passos das manifestações que aconteceram em junho de 2013 no Brasil. É o que diz uma pesquisa realizada pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV, a FGV DAPP”.

“Por mais que as atuais manifestações francesas remetam o Brasil de cinco anos atrás, o catalisador do movimento dos coletes amarelos veio de um episódio semelhante ao que aconteceu por aqui em maio de 2018: a greve de caminhoneiros, diz a matéria.

No fundo, é a turma da antipolítica. E isso é explorado tanto por setores da extrema-esquerda como da extrema-direita. Geralmente a direita moderada e a esquerda moderada ficam assistindo tudo e não sabem o que fazer.

Como era de se esperar, “nenhum dos seis grupos registrou grande presença de perfis ligados aos dois partidos mais tradicionais da França: os socialistas, do ex-presidente François Hollande, e os republicanos. do ex-presidente Nicolas Sarkozy”.

No fim das contas…

Para quem está surpreso com o terror na França, é bom lembrar que foi lá que nasceu a esquerda. E já começou como extrema-esquerda, derramando rios de sangue. No fundo, a coisa está até leve, perto do que eles sabem fazer quando decidem quebrar o pau…

Por exemplo, lembrem-se do que escreveram Rousseau, De Sade, Marat e Robespierre. Tem algo de errado naquele país.

Uma dica de leitura é o livro “Politicídio”, de Kurt van Middelaar. O autor explica como a filosofia francesa se transformou, no Iluminismo, numa forma de justificar o terror. E sempre foi assim, desde o começo.

E da turma do marxismo ocidental, os que mais chutaram o balde vieram de que país? Adivinhe. Maurice Merleau-Ponty, Jean-Paul Sartre e Michel Foucault elogiaram formalmente os genocídios da Rússia. No resto do mundo, esse comportamento era exceção, e muitos questionavam. No meio acadêmico francês, era o padrão. Desde Rousseau é assim.

No fundo, gostaria de parabenizar os manifestantes franceses de hoje, que estão se mostrando mais pacíficos do que os do passado. Não falaram em decepar nenhuma cabeça. Tomara que continue assim…

Espero que os carros destruídos tenham seguro. E segue o jogo.

8 comentários em O pau quebra na França. E isso não significa que a coisa piorou por lá…

  1. Na França é assim. Toda a revolta em países ocidentais geram algo bom. Por exemplo, as revoltas na França, geram o EUA. Mas na França, só ditadura e até o primeiro regime comunista do mundo. Esperar que agora, vire o Brasil é difícil. A França sempre gerá o efeito contrário. Mesmo tendo um vizinho rico do lado, totalmente liberal que fala francês, eles ainda vão para o socialismo.

  2. Impressão minha ou esse blog está defendendo a ação de baderna?
    Com o Capitão Jair Bolsonaro na presidência esse tipo de baixaria não será tolerada em nosso país. Espero que o nosso Presidente escute o conselho do Professor Olavo de Carvalho e seja extremamente RÍGIDO em relação a quem inventar de protestar contra seu governo.

  3. Tenho a impressão que se parece muito mais com as Jornadas de Junho de 2013, do que com a greve dos caminhoneiros. Só que, lá, a extrema-esquerda está conseguindo certo protagonismo, diferente do que ocorreu aqui no Brasil, onde chutamos o rabo da esquerda autoritária após alguns dias de manifestação, quando eles tentaram tomar protagonismo. Será que lá eles podem ter o mesmo despertar político conservador/liberal que tivemos aqui? A ver.

  4. Qualé, Luciano!?

    Não vai aprovar o meu comentário?!

  5. Pergunto ao renato ? // 6 de dezembro de 2018 às 12:28 am // Responder

    Qual é sua teta ? Onde vc mama?

  6. Meu canditado é o Lucifer. // 6 de dezembro de 2018 às 12:32 am // Responder

    Qual é o seu candidato Renato ?

  7. “Não falaram em decepar nenhuma cabeça”
    Bem… andaram levando uma guilhotina pra um dos protestos. Provavelmente foi zoeira (espero), mas nunca se sabe :v

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