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Em resposta à mente delirante de Roger Scar

Neste dia 11/11 saiu uma matéria vergonhosa do jornalista Diego Toledo, para o UOL, dizendo que “ex-colaboradores afirmam que MBL orientava ataques na Internet; grupo nega”.

O mais curioso é que a matéria cita declarações de Francine Galbier e Roger Scar (respectivamente dos sites O Diário Nacional e JornaLivre). Ambos eram sites que tive em parceria com Francine Galbier e Roger Scar. Futuramente, saí de ambas as parcerias para cuidar apenas das manchetes e da parceria com o MBL (que só replicava o conteúdo, mas não tinha orientação editorial). Mesmo assim, a matéria tenta atuar de forma sensacionalista, o que, no fim das contas, dá margem para que eu abra um pouco mais o jogo desse ecossistema de sensacionalismo nas redes.

Primeiramente, vejamos o que há na matéria do UOL, conforme declarações de Roger Scar (do JornaLivre).

“Embora eu não publicasse notícias falsas no Jornalivre, membros do MBL frequentemente nos pediam para fazer isso. Em alguns casos, eles mesmos, com acesso ao site, publicavam estas notícias, que eu tratava de excluir assim que descobria”, afirma Roger Roberto Dias Andre, o Roger Scar, editor-chefe do blog Jornalivre, que existiu entre 2016 e 2018 e era amplamente compartilhado nas redes sociais do MBL..

Sim, mas quais eram os casos? Seria importante avaliar cada caso em questão, pois Roger era o EDITOR-CHEFE do JornaLivre e, portanto, podia definir exatamente o que iria ser publicado lá ou não. Se alguma pessoa publicou notícias por lá (após receber acesso), cabia a Roger retirar o acesso da pessoa e despublicar o conteúdo. Isso é o BÁSICO em gestão. E Roger GERENCIAVA o site.

Outro trecho:

A ideia dele [Ayan], naquela época, era a de fazer precisamente o que as milícias bolsonaristas fazem hoje, com assassinato de reputações….

Isso nunca foi ideia. Na verdade, o que havia era a capacidade de fazer matérias chamativas, a partir de um catálogo de mais de 115 padrões (aos quais Roger não tinha acesso, evidentemente). Abaixo estão alguns destes padrões:

Acima temos oito dos 115 padrões. Isso é resultado de um trabalho envolvendo estudo de frames que fiz em 2016. Com manchetes chamativas e o compartilhamento no MBL haveria viralização. E só. A afirmação de “milícias bolsonaristas” (ou similares) é criação da cabeça de Roger.

Claro que nem tudo que Roger disse é falso, mas há várias afirmações puramente fantasiosas. Isso coloca a matéria do UOL na mesma categoria da matéria que fiz sobre Marielle em março de 2018. Na minha matéria havia o título “dezembargadora diz que Marielle era…”. A desembargadora não tinha provas, mas, no Ceticismo Político, não era uma fake news. Podia sim ser uma matéria sensacionalista, assim como é a matéria do UOL, que traz muitas informações tiradas unicamente da mente de Roger.

Sigamos:

Na carta enviada aos deputados, Roger afirma que, no início do Jornalivre, recebia R$ 700 por mês para escrever textos no blog. Ele diz que, algum tempo depois, esse valou subiu para R$ 2.000 e passou a receber também parte da receita com anúncios do site. Os pagamentos da remuneração mensal, segundo Roger, eram feitos por Luciano Ayan….

Aqui há omissão de informações. Os valores iniciais se referiam a investimento, mas até existir um número de seguidores nas redes e uma base de assinantes da newsletter. A partir da monetização, não havia mais garantia de pagamento mensal a não ser que elas fossem justificadas por anúncios. Isso acontece porque investimos até certo ponto, o que é mais do que óbvio. Entretanto, havia uma garantia mínima de manutenção. Logo, se em um mês havia o faturamento de R$ 3.500,00 de anúncios, ele receberia no mínimo R$ 2.000,00. Com o tempo, isso não passou a compensar e aos poucos a parceria iria se encerrar, pois o negócio estava ruindo.

Em seguida, Roger escreveu o texto “Desmascarando Luciano Ayan”, onde, de novo, faltou com a verdade várias vezes.

Sigamos nos pontos:

A primeira informação que deve ser tratada está no print abaixo. A conversa aconteceu no último dia 18 de outubro, quando Ayan já estava preocupado com a possibilidade de eu falar para jornalistas algo a respeito do que acontecia no Jornalivre. Ele queria “alinhar” comigo para que ambos contassem a mesma versão aos jornais, mas eu não colaborei com este plano.

A própria conversa com Roger não envolve o acobertamento de nada (até porque não haveria o que “acobertar”). Mas em relações de negócio, no mercado, é comum existir um alinhamento mínimo entre pessoas que tiveram parcerias de negócios. Talvez Roger não tenha experiência de mercado (e esse é um problema sério de vários outros blogs do mesmo estilo na extrema-direita), mas esse tipo de diálogo é normal. Não valeria a pena eu contar para um jornalista sobre fatos complicados e desrespeitar alguém com quem havia feito negócios. Por exemplo, se não existisse alinhamento, eu poderia contar para o jornalista que quando num certo mês ocorreu o faturamento de US$ 5.000,00 dólares isso atiçou o olho grande de Roger. Foi aí que “escapou” a informação de que ele desejava fazer um site com Francine, o que estava sendo considerado desleal. Tempos depois Francine fez um site sem a participação de Roger (O Diário Nacional), o que mostrou que a “esperteza” de Roger não foi um bom negócio.

Para que contar esse tipo de coisa a jornalistas? É para isso que as pessoas fazem alinhamentos no mundo dos negócios. Quem sabe um dia Roger se qualifique para isso e entenda como a coisa funciona entre pessoas que agem como profissionais que prezam a ética. Ele segue:

Como é de praxe neste meio Ayan tentou atacar a minha pessoa, o que não me surpreende de forma alguma.

Sim, mas qual o “ataque”?

Aliás, é bom ressaltar, quando ele diz que sou uma pessoa problemática para relações sociais é algo que reconheço como verdadeiro. Não é segredo.

Ora, se é algo verdadeiro (e veio depois de uma ação de quebra de confiança por parte dele), então não temos um “ataque”.

Qualquer um que me conheça um pouco pode constatar este fato. Esta informação, contudo, não é relevante para o conteúdo da matéria.

Claro que agora se torna informação relevante. Se ele quer expor a parceria minha com ele no JornaLivre, se torna importante o motivo pelo qual ele talvez esteja muito ressentido com o MBL. Roger nunca foi capaz de estabelecer relações sociais básicas e, é claro, foi deixado de lado. Tive que interceder em favor dele várias vezes e depois de um tempo simplesmente “encheu o saco”.

O que mais me chamou atenção foi ele ter dito que “pulou fora” do Jornalivre no início de 2017. Talvez ele tenha me subestimado um pouco nessa, pois eu tenho como provar sua participação ativa e constante até meados de 2018. Mais do que isso, tenho depósitos bancários que comprovam repasses dele para mim até esta época.

Claro que “pulei fora” do JornaLivre no início de 2017. E por diversas confusões internas, geralmente por questões de relacionamento, eu nem seguiria contribuindo com manchetes e sugerindo a manutenção da parceria com o MBL se não fosse sob essas novas condições. Roger sabe que a partir daí ele só teria de mim uma coisa: o auxílio em fazer boas manchetes e a manutenção da parceria para divulgar conteúdo no MBL . É claro que a parceria entre eu e Roger começou a ruir (até porque Francine depois desempenhou muito melhor no Diário Nacional, que ela editava). Eu fazia manchetes de qualidade para ambos os sites. Mas haviam vários dias que não havia “vazão” por parte de Roger (Francine ia muito melhor no Diário Nacional). Aos poucos, o JornaLivre foi se tornando desinteressante. Ali eu apenas recebia uma parcela dos anúncios pela qualidade das manchetes e o compartilhamento no MBL. Detalhe: eu também cuidava da parte técnica e da instalação dos “plugins” de monetização.

Em meu Whatsapp tenho um grupo que durou até metade do ano passado. Não está mais ativo, mas deixei tudo salvo. Neste grupo Ayan, ainda em 2018, publicava conteúdo com sugestões de pauta diariamente e também sugeria manchetes para o site, que é precisamente o mesmo trabalho que ele exercia no Diário Nacional.

Atenção para o que ele afirma: SUGESTÃO de pauta. Aí ele se entregou. Sim, principalmente após as confusões de 2017 era basicamente isto que eu passei a fazer. Até a opção que fiz pelo uso do WhatsApp era para evitar ter que ficar mexendo no conteúdo do site. A partir do momento em que eu fazia sugestões e pauta e de manchete – enviando-as pelo WhatsApp – eu poderia focar melhor e evitar que Roger tivesse motivos para ficar com choradeiras. Depois de um tempo o WhatsApp foi o melhor meio mesmo.

Se MBL ou Ayan me processarem (o que duvido muito) farei o mesmo. Aí veremos se eles conseguem explicar a origem do dinheiro.

Inicialmente, o dinheiro era meu, em investimento (e, convenhamos, pela baixa qualificação de Roger, o valor era baixo e não era muito). Depois, o dinheiro vinha basicamente de anúncios. Em um período, isso foi complementado pela renda relativa a um livro que eu estava escrevendo. E em 2019 também emprestei dinheiro ao Roger, mas até agora ele não me devolveu…

Contudo há algo muito importante que precisa ser ressaltado. Não estou culpando Ayan e nem o MBL por tudo o que aconteceu, eu sou um adulto e fiz minhas próprias escolhas também. Escolhi fazer parte daquilo porque, naquele momento, achei que fosse a coisa certa.

Vamos deixar de conversa mole, Roger. Combinados entre adultos são combinados. Eu fazia ótimas manchetes e garantia o espaço no MBL para compartilhamento do conteúdo. Roger tinha pleno poder de não utilizar matéria alguma. E sempre foi claro: “o fact checking fica por conta do editor”.

Tudo isso que está acontecendo agora, contudo, se deve a um fato que considero muito grave: o apoio de Ayan e MBL a Jair Bolsonaro. A meu ver, quando fizeram esta escolha, e quando tentaram me envolver nela, o que fizeram foi escolher o lado da mentira.

Isso é coisa de uma mente delirante, com certeza. Roger está querendo atribuir a mim e ao MBL um “reforço” às redes bolsonaristas. Ele deveria procurar ajuda psiquiátrica. Roger nunca foi “envolvido”, mas simplesmente recebeu sugestões de pauta que convém serem explicadas aqui. Ele é um ADULTO que toma decisões e vem se fingir de “Branca de Neve arrependida e enganada pela bruxa”. Esse papo não convence. Jair Bolsonaro jamais recebeu “apoio”, salvo em raras situações em que fez algo com que concordávamos (e bem antes da campanha). Roger sempre tinha opção de decidir o que ia ou o que não ia em relação a essas sugestões.

Quiseram ficar do lado que ganharia o jogo. Para o MBL era importante ter algum tipo de interlocução com a ala bolsonarista.

Falou bobagem. Conheço o pessoal do MBL e eles se posicionaram de maneira bastante independente. Uma mente serena notaria que o MBL, no entanto, estava entrando em pautas muito parecidas (exemplo: Escola sem Partido) e, portanto, não valeria a pena a confrontação. Era só isso. O resto é fantasia de uma mente desconectada da realidade.

Aliás, Roger tem essa mania: ele usa muito o pensamento mágico. Ele não tem toda a informação e vai “juntando os pontos”, mas acaba inventando intenções onde não existem.

Todos nós sabemos que Arthur do Val e Kim dificilmente se elegeriam só com os votos do MBL, então eles precisavam dos votos bolsonaristas também. Da mesma forma os bolsonaristas aceitariam qualquer apoio em época eleitoral porque precisavam vencer.

Aí eu não tenho certeza. Resta saber que análise de público Roger fez. Me parece que é uma análise feita com dados tirados do fiofó dele. Nem é análise séria. Pela audiência de ambos – e pelo perfil independente – fizeram bem em se distanciar. Se ficassem junto dos bolsonaristas teriam que diluir votos com pessoas como Carla Zambelli, Joice Hasselmann e outros, o que seria pior. Enfim. A análise de Roger é coisa de quinta categoria.

Ayan, por sua vez, trabalhou em 2017 com pessoas ligadas à campanha de Flávio Bolsonaro. Isso ele mesmo foi quem me disse na época.

Eu sinceramente não me lembro do tom dessa conversa, mas esta é uma baita maluquice da parte dele. Quais eram essas pessoas? Em 2017 nem havia campanha. Detalhe: o partido nem havia sido definido.

Minha suspeita, que não tenho como provar, é de que ele teria oferecido a estes grupos algum tipo de trabalho em rede envolvendo justamente sites como Jornalivre e Ceticismo Político.

De novo avaliou errado. O que eu tenho, em meu WhatsApp particular, é mais de um convite de pessoas dispostas a fazer interlocução entre eu e o “time do Jair”. Sempre recusei. Nada contra aqueles que quisessem participar “do time”, mas não era o meu caso. Como se nota, ele mentiu.

Quando me recusei a colaborar isso pode ter interferido diretamente em sua estratégia, talvez até o tenha afetado financeiramente – não sei se ele recebia dinheiro para trabalhar com a pré-campanha do Flávio, mas é provável que recebesse alguma coisa.

“Provável” com base em que? Em fantasia, é claro.

Meu colega tem razão, ainda, quando diz que o modelo do Jornalivre era algo insustentável. No longo prazo seria mesmo impossível manter um blog funcionando com manchetes sensacionalistas, promovendo acirramento e sofrendo pressão por todos os lados.

Claro que seria insustentável. Os sites sensacionalistas iriam entrar em evidência com o surto de fake news (e iriam partir para cima de sites sensacionalistas, como era o JornaLivre). Só valeria a pena investir em algo que topasse a profissionalização. Há um terceiro site com o qual contribuí, o Sul Connection, de Eduardo Bisotto. Este sim tinha plenas condições de fazer algo profissional. Mas o JornaLivre e o Diário Nacional? Se mostraram barcas furadas pois havia muito amadorismo.

Mas o que não dá para entender, até hoje, é como o Jornalivre e o Diário Nacional podem ter sido derrubados pelo Facebook e o MBL não. Praticamente 90% de todo o conteúdo produzido nestes sites foi compartilhado pela página do MBL, onde havia repercussão.

Há um detalhe. O MBL sempre fez um crivo e deletava vários posts que não se alinhavam ao conteúdo da página. Então é claro que haveria menos conteúdo sensacionalista na página do MBL do que no JornaLivre.

Da mesma forma também não caíram blogs importantes das redes bolsonaristas, que já naquela ocasião tinham grande influência no debate político online. Mistérios que talvez nunca sejam solucionados.

É claro: olavistas fizeram dossiês contra “a rede do MBL” e isso tirou o foco de vários sites bolsonaristas que estavam chegando – e aí sim num estilo bem mais barra pesada, com vários anônimos e atuando junto a grupos de linchadores virtuais. Ele não testemunhou nada disso na época do JornaLivre porque simplesmente não havia. Como sempre, Roger trabalha com informações incompletas.

Ainda sobre Luciano Ayan, ele nega em sua postagem algo que na realidade foi uma ideia dele próprio: a criação de uma rede de sites para formar uma espécie de “coalizão”. Havia, no fim de 2017, um plano que Ayan fez questão de compartilhar comigo e com a Francine sobre uma “rede de blogs”.

Estranho, pois, na verdade, o surgimento de um site “além do JornaLivre” veio de Roger. Pena que a pessoa que ele convidou veio conversar comigo depois, já que com Roger a coisa nunca saia do papel. Em relação à “coalizão” de sites, ele explica tudo de forma distorcida. O que havia era uma ideia de compartilhar conhecimento e dicas entre todos os sites e incorporar nessa cadeia de apoio os sites cada vez mais independentes. Isto é, os compartilhamentos seriam em vários outros canais. Mas isso foi apenas um estudo e depois se viu que não valia a pena.

Esta rede envolveria o Jornalivre, o Ceticismo Político e diversos outros portais. Havia até mesmo a ideia de fazer um blog para o Arthur do Val – não sei dizer se Arthur realmente sabia disso ou se era apenas um delírio de Ayan. A ideia era bem ousada.

Em relação à essa prospecção (que nunca se materializou) Roger sabe bem pouco. Ele nem tem noção deste projeto em detalhes até porque não participou dele. E isso nem envolveu Arthur do Val, mas pessoas que queriam fazer uma proposta para Arthur (de usar a marca), mas isso não foi adiante. Roger deve estar trabalhando com informações laterais e “preenchendo as lacunas”, como sempre.

Nesta rede todos estes blogs trabalhariam de forma coordenada, exatamente como fazem hoje os blogs bolsonaristas, promovendo linchamento de adversários, gerando narrativas que estivessem em acordo com as pautas do MBL.

O curioso é que ele não fala detalhes de como seria essa “coordenação”. Na verdade, os blogs seriam todos independentes. Mas isso não foi pra frente. Depois de um certo tempo, o MBL decidiu investir num site coordenado somente por eles (o MBL News). No fundo, acho que foi a melhor e mais séria decisão que o MBL fez. O modelo de sites com jornalistas amadores não valia mais a pena.

Para finalizar tudo vou deixar esse print, de 18 de julho do ano passado. Encerro por aqui.

Aí complica, não é, Roger? Observem o print utilizado por ele:

O que esse print prova é exatamente o que eu disse. Eu consegui acesso (de volta) ao Roger na página do MBL. Ele havia perdido acesso porque não conseguia se relacionar com o MBL. Eram as últimas tentativas para ver se ele conseguia recuperar a confiança que o MBL perdera nele. Não deu certo.

O máximo que se falava ali era de perfil de editor na página do Facebook. Isso é completamente diferente de ter um perfil no SITE JornaLivre, o qual deixei de lado para no máximo ajudar Roger com manchetes via WhatsApp.

Enfim, como já disse, colaborei bastante com a direita militante no passado e ajudei bastante esse pessoal com pautas. Mas depois de um tempo isso não valia mais a pena e, principalmente em meados de 2018, começou a conflitar com minha nova perspectiva política, bem mais liberal progressista do que no passado.

Qualquer discurso de Roger querendo dizer que “participou de projeto similar ao que redes bolsonaristas fazem hoje” é falso. Não tinha nada a ver. Nenhuma relação. No máximo pode ser comparado ao modelo de blogs, mas sem alinhamento com pessoas do governo (até o caso do MBL falando em ataques a Maia dá um exemplo disso).

A única coisa que o JornaLivre inovou (e depois O Diário Nacional seguiu na linha) é no uso de manchetes chamativas. De resto, Roger apenas parece querer “se enturmar” com essa turma barra pesada da qual ele não faz parte, até porque foi expurgado por eles.

Quanto à atitude amadora de Roger, esse é mais um motivo pelo qual sigo dizendo: é preciso ficar de olho nos blogs amadores da extrema direita. É exatamente esse tipo de gente pouco qualificada que se junta nesses empreendimento. Exatamente por essa razão optei por postar sozinho e não fazer parte de nenhum meio que não seja unicamente meu.

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