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Cunha prepara nova oferta de delação, mas agora sem Janot para brecar tudo

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A Folha informa que Eduardo Cunha – preso há quase um ano, ao contrário de graúdos petistas como Gleisi, Lula e Dilma, que seguem soltos – vai fazer uma nova oferta de acordo de delação premiada à equipe nova PGR, Raquel Dodge.

Porém, a proposta só vai ser feita quando os cinco investigadores que integraram o grupo de Rodrigo Janot, deixarem a equipe. Isso só deve ocorrer em 30 dias.

A oferta de Cunha era recusada pelos aliados de Janot por jogar várias bombas sobre os petistas, enquanto a direção anterior queria que só inimigos do PT fossem atingidos.

Agora que Janot está fora, podemos aguardar uma delação bomba por aí. Que venha o caos, oras.

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Professor da UFMA pede agressão contra religiosos às vésperas de evento conservador e mídia esconde o caso

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A informação vem da Rádio Conservadora:

Um professor militante socialista da Universidade Federal do Maranhão, Saulo Pinto Silva, utilizou, nesta quarta-feira, 20 de setembro, seu perfil no Facebook para, de forma pública e aberta, promover e incentivar a violência física contra religiosos. Mas esse tipo de publicação não é algo incomum. Aliás, tem história e objetivo certo.

Veja o print:

Leia mais:

No ano de 2016, durante a organização do evento I Encontro da Juventude Conservadora na UFMA, o mesmo professor-propagandista moveu céus e terras contra a realização do evento, mas sem êxito algum. O I Encontro da Juventude Conservadora foi um sucesso. Então o professor moveu seu punhado de militantes socialistas e de idiotas úteis (como diria Lênin) da UFMA para promover, em contraponto ao evento dos conservadores, o encontro da “Juventude Porra-Louca”. O irresponsável evento estudantil foi regado a muita bebida alcoólica e drogas (certamente, em decorrência disto a morte do jovem), dentro do espaço acadêmico, onde deveria-se primar pelo conhecimento, pela busca da excelência do ensino formador. Porém, aquele que deveria incentivar a busca pela excelência no conhecimento, tratou apenas de instigar seus seguidores e militantes.

Ou seja, liberou geral.

E de novo isso bate com o que este blog vem alertando: a eleição de 2018 tende a ser decidida na base da violência, com a extrema esquerda indo para agressões e talvez até assassinatos. Cabe à direita denunciar a violência.

Como detalhe macabro, a mainstrem media se recusará a noticiar todas as instâncias de agressão – e apologia à agressão – da extrema esquerda. O objetivo é incentivá-los a agredirem ainda mais.

Extrema esquerda e mídia estão juntas nesse surto de violência contra a direita.

STJ mantém Joesley e Wesley em cana, por 4 votos a 1, deixando Janot ainda mais apreensivo

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No Estadão, vemos que no mesmo dia em que foram indiciados pela Polícia Federal por uso de informação privilegiada no mercado financeiros, os irmãos Joesley e Wesley Batista, do grupo J&F, sofreram novo revés. A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não atendeu a pedidos de liberdade feitos pela defesa dos executivos, presos em São Paulo desde a semana passada. A dupla perdeu por 4 a 1.

Mais:

Em dois habeas corpus, os advogados pediam para suspender a prisão preventiva dos irmãos Batista decretada no processo que trata de insider trading. Os executivos são suspeitos de manipular o mercado ao vender ações da empresa e negociar no mercado de dólar para obter lucro dias antes de vir à tona a delação premiada em que implicaram o presidente Michel Temer.

Leia mais:

A delação foi revelada no dia 17 de maio, após o fechamento do mercado. No dia seguinte, houve forte queda no preço das ações da empresa e alta no dólar. Quem havia vendido ações da empresa na véspera evitou prejuízo e, na mesma lógica, quem comprou dólares antes da alta, teve lucro.

O único favorável à liberdade foi o relator dos habeas corpus, ministro Sebastião Reis Júnior.

Seguindo na cadeia, Joesley e Wesley podem ficar com vontade de delatar. E aí Janot pode começar a ficar apreensivo.

Essa história tende a ficar muito mais divertida daqui pra frente.

O que deu na cabeça de Doria para usar um discurso estilo PSOL para falar dos impostos sobre Netflix?

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Ontem a Folha publicou uma “fake news”, dizendo que Doria “quer” cobrar imposto sobre Netflix.

Lemos por aquelas bandas:

O prefeito João Doria (PSDB) enviou à Câmara dos Vereadores projeto de lei que prevê a incidência de ISS (Imposto Sobre Serviços) para empresas de transmissão de conteúdo pela internet, como Netflix e Spotify.

Pela proposta, protocolada no dia 12 deste mês, será cobrada alíquota de 2,9% pela disponibilização sem cessão definitiva de conteúdo de áudio, vídeo, imagem e texto por meio da internet, o que inclui os serviços.

O projeto mantém a imunidade tributária de livros, jornais e periódicos.

Por outro lado, a proposta enviada pela prefeitura prevê a cobrança do imposto em uma série de outros serviços, como processamento e armazenamento de dados, imagens, vídeos, aplicativos e sistemas de informação, elaboração de programas de computador e jogos eletrônicos, aplicação de tatuagens e piercings, florestamento, adubação, colheita, vigilância e segurança.

Se aprovado o projeto, a lei entrará em vigor a partir de 1º de janeiro.

Porém, a notícia era pura “fake news”, misturando fato com ficção.

É verdade que Doria vai enviar um projeto para regulamentar esse imposto. Mas o imposto não foi criado por Doria, uma vez que é lei federal.

Em seu perfil no Facebook, Doria disse:

Pessoal, depois de ver algumas inverdades circulando, vamos esclarecer de uma vez por todas essa questão da cobrança de imposto sobre os serviços de streaming, como NetFlix e Spotify, entre outros. Trata-se de uma lei Federal, aprovada pelo Governo Federal no final do ano passado, que determina que todas as cidades devem regulamentar estes serviços. Não fazê-lo pode ser considerado improbidade administrativa à luz da Lei de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, a Prefeitura de SP não criou nenhum imposto, estamos apenas seguindo o que determina a lei. Por outro lado, essas empresas pagam impostos em todos os países onde atuam, como nos EUA, e é justo que no Brasil seja igual. Nós consumidores precisamos ficar atentos para que eles não repassem esses custos aos usuários dos serviços. Não é justo. A margem de lucro dessas empresas é suficiente para pagarem os impostos como qualquer outra empresa brasileira de serviços. #AceleraSP #JoãoTrabalhador

Veja o vídeo:

Seja lá como for, entendemos que Doria foi vítima de “fake news”.

Mas até agora fica a entender que tipo de mensagem Doria quis passar com aquilo de “imposto sobre Spotify e Netflix não sendo repassado ao consumidor”. No livre mercado, não há como controlar isso.

Até podemos compreender que a mídia passou a perna nele ao dar a impressão de que ele inventou esse imposto (que na verdade foi aprovado pelo Congresso). Mas como explicar o argumento de que “o imposto não será repassado ao consumidor?”.

Renata Red faz a seguinte observação:

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, o João Doria achando que Netflix e Spotify não irão repassar impostos pro consumidor, HAHAHAHAHAHAHAHAHA.

“A Netflix paga imposto nos EUA e não quer pagar aqui, nanananinanão”, disse o prefeito.

A Netflix não paga porra nenhuma, Doria, quem paga são os consumidores. De Netflix e de qualquer outro produto ou serviço.

Quer que eu desenhe?

“Ah, mas a Netflix é rica, tem que tirar dos lucros…”

Cacete, Doria, vc entrou pro PSOL e não avisou ninguém?

Em suma, pegou mal. Muito mal. Tem que dar uma ajeitada neste discurso aí, Doria.

Só agora Janot diz que Joesley é “bandi-dê-ó-dó”… depois da venda de várias empresas

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Segue o teatro do ex-PGR Rodrigo Janot à mídia na tentativa de recuperar o que restou de sua imagem depois do escândalo do acordo de impunidade da JBS.

Em entrevista ao Correio Braziliense, ele foi questionado sobre se “o fato de Joesley ir para a cadeia seria de certa forma um alívio para o MP depois de tantas críticas”.

Janot assim respondeu: “Ele foi mais esperto que ele mesmo. A esperteza capturou ele próprio. A gente tem que deixar muito claro: a colaboração premiada é um instituto novo para a gente, já aprendemos muito. Quando a gente faz um acordo desse, é de natureza penal, a gente está negociando com bandido, bandi-dê-ó-dó. O cara, porque é colaborador da Justiça, não deixa de ser bandido. As coisas têm que ser muito claras. A mesa de negociação é um lugar muito duro, um ringue mesmo. O colaborador tem que vir de coração aberto, tem que vir para o lado do Estado. Tem que falar tudo. Quem faz juízo sobre a prática ou não de delito é o MP, não o colaborador, ele tem que entregar tudo. A gente tem muito anexo que não tem nada de palpável, mas a gente recebe e analisa. O juízo nós que fazemos. E o que eles fizeram? Eles esconderam fatos. Trouxeram “A” mas não nos trouxeram “B”. Porque não trouxeram “B”, está contaminado todo o acordo. Só que o fato de ele não trazer o “B” não influencia nem tangencia o “A”. Não contamina. A rescisão me permite continuar usando a prova. Mas dá um gosto amargo, o sujeito não pulou o lado, continuou do lado da bandidagem”.

Bem, se Joesley é “bandi-dê-ó-dó” – como ele finalmente reconhece -, por que assinou com ele um acordo de total impunidade que permitiu aos irmãos JBS venderem empresas durante 4-5 meses e angariarem bilhões de reais?

Quem vai devolver aos cofres públicos a grana dessas empresas vendidas?

Por que em uma entrevista de duas horas de duração o ex-PGR não tocou no assunto da venda das empresas por Joesley e Wesley?

Randolfe não quer de jeito nenhum que a CPI da JBS investigue Janot. Significa…

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O senador Randolfe Rodrigues – da Rede, linha auxiliar do PT – protocolou no STF um mandado de segurança pedindo a suspensão dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, CPMI, que investiga a JBS.

Randolfe fez uma narrativa reclamando por terem sido apresentados pros senadores e deputados requerimentos e convites de procuradores da República, entre eles Rodrigo Janot.

O senador da Rede disse que isso causaria constrangimento a Janot. Sei, sei…

“O periculum in mora repousa no risco de que inúmeros requerimentos dirigidos a membros do Ministério Público sejam aprovados pela CPMI em comento, inclusive do ex-procurador-geral da República [Rodrigo Janot], para que sejam constrangidos ilegalmente a prestar depoimento sobre atos de ofício, exercidos sob o manto constitucional protetivo da independência funcional”, diz trecho do documento.

Randolfe ainda diz que a CPMI iria desmoralizar a Lava Jato: ”A CPMI jamais desejou investigar a fundo os contratos criminosos da JBS, já que isso complicaria ainda mais a vida de integrantes deste combalido governo [Temer]”.
Ué, se não há nada a esconder, por que a investigação desmoralizaria a Lava Jato?
No fundo, quem tem motivos para ficar com as barbas de molho são aqueles que defenderam o acordo de total impunidade com a JBS e estão com medo do que vai aparecer quando a Caixa de Pandora estiver aberta.
O fato de Randolfe querer blindar Janot é muito, mas muito revelador.
Janot já saiu da PGR, portanto nenhuma investigação sobre ele poderia trazer qualquer prejuízo à Lava Jato. Ou tem algo estranho que Randolfe não quer ver descoberto?

A bolivariana Dilma que fala que Trump fez discurso de ódio se cala diante do horror promovido por Kim Jong-un

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A tradicional “ética” da escória bolivariana fez mais uma vez se fez evidente em uma nota bizarra emitida pela ex-presidente Dilma, que sempre se aliou ao que há de pior no mundo em termos de tirania.

Depois do discurso de Trump na ONU – onde ele falou que destruiria a Coreia do Norte se ela atacasse os EUA -, ela reapareceu para dar um piti.

Em nota, Dilma disse que “com discurso de ódio na ONU, Trump ameaça a humanidade”. Ou seja, Kim Jong-un pode praticar genocídios e disparar mísseis, mas uma “ameaça à humanidade” acontece quando alguém diz que vai reagir. Bem típico do duplo padrão da extrema esquerda.

“Ao afirmar que pode destruir um país, Trump evidencia sua posição belicista, baseada na ameaça de um holocausto nuclear”, disse Dilma, ignorando que as ameaças de destruição de outros países surgiram inicialmente do ditador norte-coreano.

Provavelmente, esse monstro que atende por Dilma deve achar que os massacres contra sua própria população e os ataques com mísseis, perpetrados por Kim Jong-un, são manifestações de “amor”.

Ela é uma vergonha para a nação.

Ao chamar de “agressora” mulher que se defendeu de estuprador, mídia mostra de que lado está

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Uma matéria do G1 mostra a que nível de torpeza chegou a grande mídia.

O título está deste jeito: “Mulher agride homem que invadiu casa e tentou estuprar ela e a filha de 3 anos”.

O caso ocorreu na madrugada desta quarta-feira, 20, em Rondonópolis, Mato Grosso.

O estuprador Damião de Jesus Marques, 28 anos, invadiu a casa de uma mulher, de 19 anos.

Ela conseguiu se defender e desceu o relho no bandido. Com isso, se livrou de um estupro. O bandido queria estuprar também sua filha, de apenas 3 anos.

Leia mais:

A tentativa de estupro ocorreu por volta de 3h30 [horário de Mato Grosso] na casa da vítima, no Bairro Jardim Liberdade. A vítima disse aos policiais que estava dormindo na sala da residência, junto com a filha, quando percebeu que agressor havia invadido a casa e se aproximado delas armado com uma faca.

Damião teria dito à vítima que a mataria se ela reagisse e ainda perguntou: ‘você não tem medo de morar sozinha?’. Ainda conforme a jovem, o suspeito tocou nas partes íntimas dela e ameaçou estuprar a filha. Ele também avisou que mataria as duas depois de violentá-las.

Depois das ameaças, o suspeito tentou arrastar a jovem à força para um quarto. A moradora se aproveitou do momento em que Damião ficou de costas, pegou um pedaço de madeira e conseguiu golpeá-lo na cabeça.

O suspeito tentou pegar a faca e foi agredido novamente pela jovem. A moradora conseguiu tomar a faca de Damião e imobilizá-lo até a chegada dos policiais militares. Conforme a PM, o portão da casa da vítima estava trancado. Os policiais acreditam que o criminoso entrou no local pela porta dos fundos, que estava aberta.

Damião foi encontrado caído na cozinha, recebeu atendimento dos médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Em seguida, ele foi levado para a delegacia da Polícia Civil.

Veja a chamada:

Em vez de dizer simplesmente que a mulher se defendeu do bandido, para que usar um frame mostrando-a como a “agressora” no caso?

Na verdade, o agressor é apenas o bandido. A mulher apenas se defendeu.

Vergonhoso, vergonhoso…

Janot decide chamar todo mundo de tonto ao se declarar vítima de “armadilha de Joesley”

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Numa entrevista bizarra ao Correio Braziliense, o ex-PGR Rodrigo Janot se declara vítima de “armadilha de Joesley”.

A respeito de como o áudio de Joesley veio à tona, Janot explica: “Quando foi feito esse acordo, contrataram um grupo para fazer levantamentos dentro do grupo empresarial para identificar as provas para a orientação da colaboração. E, aos poucos, iriam fazendo os novos anexos e indicação dos fatos criminosos. Pediram 120 dias para fazer isso. No acordo, constaram aqueles anexos que trouxeram no primeiro momento e, no período de 120 dias, trariam complementos. Um pouco antes, pediram a prorrogação por mais 60 dias. A gente concordou com a prorrogação. Com medo de perderem o prazo e ter rescindida a colaboração, eles empurraram tudo para cá. Vieram muitos anexos e muitos áudios. Para agilizar, a gente dividiu tudo entre os colegas. No grupo da Lava-Jato, ficou todo mundo ouvindo os áudios. A Carol (procuradora Ana Carolina Rezende) ficou com um grupo de áudios. Tinha um anexo que envolvia uma pessoa cujo processo está em sigilo, o codinome era Piauí, com quatro áudios. O maldito áudio Piauí 3 não tinha nada a ver com esse anexo. O Piauí 1, 2 e 4 tinham a ver, eram conversas com determinado senador. A Carol, domingo de manhã, manda mensagem no nosso grupo dizendo que tinha um áudio jabuti, contrabando, de quatro horas, falando de Miller, de várias coisas. Viemos para cá, passamos a tarde aqui. Era um jabuti, um anexo de contrabando colocado sem nenhuma remissão de que não tinha nada a ver com Piauí. A PF disse que tinha recuperado 7 áudios, que estão sob sigilo, porque o advogado dos colaboradores disse que boa parte é conversa entre advogado e cliente. E que a perícia da PF teria recuperado mais 11 áudios”.

O repórter o questionou: “Joesley tinha apagado e a PF conseguiu resgatar?”. Resposta do ex-PGR: “Isso. Na leitura que fizemos, isso não poderia ter sido um equívoco, foi uma casca de banana mesmo. O ministro Fachin lacrou os 11 áudios, nem nós conhecemos. Eles, com medo de um dos 11 áudios ser um dos que estão recuperados pela polícia, colocaram um jabuti. Lá na frente, quando estourasse o negócio, diriam que entregaram e nós ficamos calados. É óbvio que foi uma armadilha. E como desarma uma armadilha? Coloca luz sobre ela. Santa Carol! Se ela não fosse tão CDF, poderia ter passado”.

O duro é ver um sujeito desta idade, com quase 60 anos, querer convencer o público de ter sido “vítima de armadilha” de Joesley.

Enquanto isso, 82% já sabiam que o acordo era pura mutreta. Quer Janot nos convencer de que é mais ingênuo que 82% dos brasileiros?

Conta outra, Janot…

CFP e extrema esquerda podem ser processados por calúnia contra profissionais da psicologia

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Esta questão da discussão sobre a decisão do juiz dando aos gays o mesmo direito de buscar terapia sexual que já possuem os héteros está sendo tratada de forma errada pela direita.

Uma ação neste sentido deveria começar do problema trazido pela narrativa da extrema esquerda.

Ao dizerem que “psicólogos não podem oferecer consultas sobre questões sexuais a gays, pois homossexualidade não é doença”, o CFP e toda a extrema esquerda estão acusando os psicólogos de exercer ilegalmente a profissão de médico. Simplesmente, o CFP deve ser processado ao fazer isso, pois está causando danos morais aos psicólogos. Chamar psicólogos de “pessoas que tratam doenças” – ou seja, que executam ilegalmente a profissão de médico – é crime.

Em seguida, gays que rejeitem a narrativa da extrema esquerda devem ser apoiados caso queiram lançar processos por discriminação (e os processos devem ser lançados contra a extrema esquerda), uma vez que a extrema esquerda e o CFP estão tirando dos gays um direito que já existe para os héteros. Isso é discriminação e até homofobia.

De qualquer forma, a principal demanda política neste caso do CFP é muito simples.

O CFP precisa ser extinto, pois está pregando mentiras contra a profissão de psicólogo.

Para atenderem a uma agenda política, resolveram difamar os psicólogos e estão fingindo que “psicólogos curam doenças”. Mas essa mentira significa acusar todos os psicólogos de exercer ilegalmente a profissão de médico.

Este é o caso.

A questão do frame de que “estão querendo a cura gay” é apenas uma evidência do crime que o CFP está cometendo contra os psicólogos.

Os responsáveis devem ser processados. Só isso.

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