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PT luta para destruir trabalho de 500.000 pessoas ao ficar contra aplicativos de transporte

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Hoje foi noticiado que Lindbergh Farias começou suas mobilizações para colocar na pauta de hoje, em plenário, um requerimento de urgência para votação do PLC 28/2017.

O objetivo do projeto é acabar com todos os aplicativos de transporte no país, o Uber e Cabify.

Atualmente, como diz o site O Anestesista, mais de 500.000 trabalhos foram criados em várias cidades brasileiras por esses aplicativos.

Como o PT é sádico e odeia os trabalhadores, não liga para esse meio milhão de pessoas que perderão o ganha pão.

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George Soros investe U$18 bi na esquerda pelo mundo e tem gente que ainda diz que isso é “filantropia”

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O megapicareta George Soros, 87, disponibilizou US$ 18 bilhões (R$ 56,7 bilhões) de seu patrimônio para alimentar a Open Society Foundations, entidade esquerdista fundada por ele em 1984 e que tem operações de desestabilização cultural e econômica em mais de 120 países. As informações são da Folha.

A contribuição —feita por décadas, mas revelada só nesta terça (17) — foi uma das maiores de um doador privado a uma única organização na história e a torna a segunda maior dos EUA, atrás da Fundação Bill e Melinda Gates.

Por décadas, Soros fazia à Open Society Foundations doações anuais entre US$ 800 milhões e US$ 900 milhões.

A previsão é que o sujeito transfira mais US$ 2 bilhões (R$ 6,3 bilhões) aos cofres da organização nos próximos anos.

Como tudo é picaretagem mesmo, embora o dinheiro esteja à disposição da Open Society, não há disposição da fundação em aumentar suas operações e os recursos estão sob controle do Soros Fund Management, a empresa familiar do megainvestidor. Parece até piada, mas não é.

Os programas de Soros envolvem promoção da erotização infantil e campanhas de ódio contra a polícia. Em suma, tudo aquilo que pode levar à desestabilização.

No Brasil, Soros financia entidades de extrema esquerda como Mídia Ninja e Agência Pública, e deve financiar a campanha de Luciano Huck à presidência em 2018. Há quem diga que ele pode comprar até apoio de direitistas com essa grana. A ver.

Claro que a grana de Soros paga até gente cínica o suficiente para fingir, diante das câmeras, que tudo é “filantropia”. Com essa grana, dá para pagar cursos de teatro, que podem ajudar no fingimento.

Ideia legislativa para extinguir Lei Rouanet chega a 100.000 apoios. Parabéns, globais, vocês conseguiram!

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Ideia Legislativa no site do Senado Federal que tem por objetivo extinguir Lei Rouanet já atingiu a marca de 100 mil apoiadores em pouco mais de um mês. Isso é um recorde na história do site do Senado Federal. As informações são do ILISP.

Agora só falta que a iniciativa seja enviada à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal como Sugestão Legislativa para ser debatida, analisada e possivelmente tramitar no Congresso Nacional.

Clique neste link para votar na ideia legislativa, se ainda não o fez.

A vontade das pessoas em votar na ideia legislativa aumentou consideravelmente depois da campanha de ódio promovida por uma elite de artistas milionários de extrema esquerda contra o povo que rejeitou a ideia de forçar crianças a tocar corpos de homens nus sob pretexto de que “é arte”.

Secretária de extrema esquerda dá piti após ministro do Trabalho lançar portaria tirando truque de vagueza de Dilma sobre “trabalho escravo”

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O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, por meio da Portaria nº 1.129, publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União, eliminou um truque de vagueza que havia sido inserido por Dilma Rousseff na Instrução Normativa SIT nº 91/2011 sob pretexto de “combater trabalho escravo”.

A instrução normativa de Dilma dizia, absurdamente: “A constatação administrativa de trabalho em condição análoga à de escravo realizada pelo Auditor Fiscal do Trabalho, bem como os atos administrativos dela decorrentes, independem do reconhecimento no âmbito criminal”.

Veja os truques:

Ou seja, Dilma havia colocado que basta a existência de “jornada exaustiva” e “condições degradantes” para que o trabalho pudesse ser classificado como escravo. O objetivo do truque era tornar vaga a definição do que é escravidão e dar aos auditores fiscais do trabalho o poder de definirem quais os alvos de ataque. Em muitos casos, esses ataques eram feitos a adversários políticos extrema esquerda, principalmente os que possuem propriedade rural.

Para evitar este tipo de truque, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, definiu corretamente os itens que configuram trabalho escravo. Assim, é preciso que exista submissão do trabalhador a trabalhos forçados, ou restrição da locomoção do trabalhador (em razão de dívida contraída ou cerceamento de qualquer meio de transporte), ou vigilância ostensiva (para reter o empregado no local de trabalho) ou posse de documentos ou objetos pessoais do trabalhador para retê-lo no local de trabalho.

Ainda que “condições degradantes” e “jornada exaustiva” sejam um problema, certamente não configuram trabalho escravo. Por exemplo, quando tenho uma proposta comercial muito extensa, acordo 3 horas da manhã para elaborá-la. Isso acontece em períodos de sobrecarga (para posterior compensação). Para mim, isto não é um problema, desde que tudo esteja de acordo com os combinados. Mas mesmo que fosse um problema, não é trabalho escravo. Quem ainda quiser reclamar de “condições degradantes” e “jornada exaustiva” pode fazê-lo, mas esses itens, em isolado, não são trabalho escravo. E o ministro do Trabalho fez o correto ao emitir a portaria.

Saem perdendo os grupos de extrema esquerda, que vivem se valendo de subterfúgios para tentar aumentar o desemprego e, principalmente no campo, arranjar motivos para tomar propriedades de adversários políticos.

Uma prova de que a portaria do ministro do Trabalho incomodou a extrema esquerda é que a Secretária Nacional da Cidadania, Flavia Piovesan (inserida no governo Temer de forma errada na ilusão de que era possível existir conciliação com a ultra esquerda) deu piti.

Flávia, em entrevista ao UOL, lançou uma coleção de falsidades (que permitem até que Temer a processe, se quiser). Por exemplo, ela diz:

Sobre a minha avaliação, em primeiro lugar, a portaria viola frontalmente a Constituição, viola a legislação nacional, o artigo 149 do Código Penal, e os tratados de direitos humanos ratificados pelo Brasil, sobretudo os tratados da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Porém, ela não conseguiu demonstrar qual é a violação. Dizer apenas que “viola artigos” é fácil. Isso qualquer um faz. Mas fazer a exposição dos artigos é outra coisa, que ela não conseguiu fazer, ao contrário do que feito neste texto, logo no início, para demonstrar a vagueza intencional da instrução normativa de Dilma, que agora perde o poder de chantagem sobre adversários políticos.

Pela legislação penal brasileira, o trabalho escravo avilta a dignidade humana. E aí que é importante ter inclusive alusão à jornada exaustiva e condições degradantes. São componentes que a nossa legislação prevê, e a portaria vai na contramão e reduz drasticamente o alcance conceitual de trabalho escravo. Ou seja, o trabalho forçado só vai ser caracterizado se houver cerceamento da liberdade.

Aqui temos outra mentira de Flávia, pois na verdade o problema da instrução normativa de Dilma é que ela citava “jornada exaustiva” e “condições degradantes” como fatores que configuravam escravidão, mesmo que de forma isolada. E isso é muito grave, pois até me impediria de fazer horários alternativos para elaborar uma proposta comercial. Era absurdo, de fato.

Ela segue:

Não bastando isso, uma segunda preocupação é esvaziar a autonomia dos auditores fiscais, que têm agora que atuar acompanhado da polícia.

Mas qual o medo de atuar acompanhado da polícia? Se a investigação é sobre trabalho escravo, tem que estar junto com a polícia sim. Ficou muito estranha essa preocupação de ter que ir junto com a polícia. Aqui Flávia Piovesan afrontou o trabalho da polícia e ficou devendo uma explicação coerente de seus motivos. Seria bom gravar Flávia quando ela for questionada sobre esses motivos. É útil também avaliar a linguagem corporal dela durante a resposta. Estar preocupada com a necessidade de auditores estarem acompanhados da polícia é, de fato, um ponto preocupante.

Flávia cai em contradição de novo a seguir, quando é questionada sobre se o atual governo teria tolerância à escravidão:

Eu teria cautela porque já tive um debate de duas horas com o ministro do Trabalho, justamente porque eu defendi a publicação da lista suja, que no final foi judicializada. Então, o que eu digo é que é inaceitável e que nós temos que lutar pela revogação dessa portaria em caráter de urgência, porque realmente os danos são acentuados, as violações de direitos são gravíssimas.

Ué, se ela realmente acredita no que diz, por que tem cautela? É claro que ela sabe que trabalha com vagueza intencional e não um um argumento de fato. É piti histérico, pura e simplesmente.

Em tempo: a situação de trabalho escravo se configura na importação de médicos cubanos. O governo Temer também precisaria dar um jeito nisso, preferencialmente exigindo que os médicos tenham o direito de permanecer no Brasil, cortando unilateralmente os vínculos com o governo ditatorial cubano. Neste caso, o Brasil poderia inclusive pensar em intervenção militar em Cuba para retirar as famílias dos médicos, que o governo cubano mantém como reféns para forçar os médicos escravos a ficarem no Brasil. Curiosamente, Flávia Piovesan não deu um pio sobre o caso dos médicos escravos importados pelo PT junto ao governo cubano.

A extrema esquerda à qual pertence Flávia Piovesan nunca deu um pio em relação à escravidão dos médicos cubanos. Sem surpresa, é claro.

MASP recua e não vai exibir exposição pornô para crianças; a vitória é da pressão popular

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De acordo com o blog de Cultura do Estadão, o Museu de Arte de São Paulo (MASP) vai inaugurar – na próxima sexta, 20 – a mostra Histórias da Sexualidade.

Há quem diga que a ideia original era forçar a criançada a comparecer, mas depois da pressão popular contra a liberação da Queermuseu às crianças, o MASP teve que voltar atrás: a classificação indicativa é para maiores de 18 anos.

Lemos o seguinte no Estadão:

A classificação indicativa da exposição é de 18 anos: ou seja, menores de 18 anos não podem entrar nem mesmo se acompanhados dos pais. O Museu ainda não definiu como será feito o controle de entrada na mostra.

Claramente o uso da classificação indicativa advém da pressão popular.

A extrema esquerda é assim: estica a corda até onde dá. Agora eles sabem que há um limite e que expor crianças à pornografia terá um custo.

Em tempo: se a exposição do MASP não for exibida às crianças e não tiver dinheiro da Lei Rouanet, entra na categoria “não fede nem cheira”.

Secretário de Doria quer vetar projeto federal que permite agentes de trânsito armados. What?

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Uma tese diz que João Doria anda sendo chantageado por setores do PSDB interessados na manutenção do poder de Alckmin dentro do partido (e a eventual derrota do picolé de chuchu para Lula ou Huck em 2018).

De acordo com essa hipótese, Doria estaria sendo forçado a dar declarações absurdas – como dizer que seria “erro histórico” prender Lula – para minar seu potencial.

De novo é bom dizer que isto ainda é uma hipótese.

Esta hipótese volta a tona com a matéria do ILISP abaixo:

A gestão de João Doria (PSDB) na Prefeitura de São Paulo enviou um ofício ao presidente Michel Temer (PMDB) pedindo que o projeto de lei que autoriza o armamento de agentes de trânsito seja vetado.

O projeto altera o Estatuto do Desarmamento e aguarda decisão do presidente da República. O texto permite que autoridades de trânsito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios tenham porte de arma em serviço “mediante comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica”.

O ofício da gestão Doria partiu do Secretário dos Transportes, Sérgio Avelleda, para quem o projeto de lei tende a trazer maior insegurança ao trânsito: “não vemos razão nenhuma para armar os agentes de trânsito. (…) Armá-los significa torná-los alvo de bandidos. Isso contribui para uma animosidade desnecessária no trânsito”.

A alteração na lei é uma reivindicação da Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil, a qual tenta há nove anos tenta garantir o direito à autodefesa de seus representados. Em seu site, a associação diz que armar o agente de trânsito é uma necessidade social e que os agentes ainda terão que passar pelo controle de testes de aptidão técnica e psicológica.

Em junho, a Secretaria Especial de Comunicação da gestão Doria fez uma parceria com o Instituto Sou da Paz para “reduzir a violência armada” por meio do recebimento de armas entregues pela população. A campanha, entretanto, foi um fracasso: somente 25 armas foram recebidas.

É. Parece coisa de chantagem mesmo. Algo está muito esquisito em relação à Doria de algumas semanas pra cá.

83% são contra colocar crianças para tocar homens nus; o fato é que a Globo está contra o povo

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A Gazeta do Povo mostra uma pesquisa na qual vemos que 83% reprovam o ato de colocar crianças para tocar corpos nus de homens em “exposições artísticas”.

A pesquisa fala do caso que indignou o Brasil: durante uma apresentação de abertura da 35ª Mostra Panorama de Arte Brasileira, a mãe forçou sua filha pequena a tocar o corpo de um homem nu.

Mais a partir da matéria: “Este número faz parte de um levantamento do Paraná Pesquisas, realizado entre 10 e 16 de outubro, com 2.365 pessoas, a pedido da Gazeta do Povo. A pesquisa aponta ainda que 9,2% dos entrevistados não veem problema na ação. Outros 7,8% das pessoas ouvidas disseram não ter acompanhado a discussão”.

A matéria ainda diz: “Entre os pesquisados, a maior taxa de rejeição sobre a participação da criança está entre os homens (85,9%). Entre as mulheres a taxa cai para 80,4%. Na divisão por faixas etárias, 86% dos entrevistados entre 35 e 44 anos consideraram a performance imprópria para menores mesmo com a participação dos pais. O índice cai para 76,9% para pessoas com mais de 60 anos. Na divisão por regiões brasileiras, a reprovação registrou os seguintes índices: Nordeste (86,3%), Norte e Centro-Oeste (83,6%), Sudeste (81,5%) e Sul (80,8%)”. 

A pesquisa questionava: “Um vídeo de uma criança tocando um homem nu durante exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo, (MAM), causou grande repercussão nos últimos dias. Qual a sua opinião sobre o tema?”

Os resultados vão a seguir:

É como dissemos: ao fazer campanha de ódio contra o povo que discorda do ato de forçar crianças a tocarem corpos de homens nus, a elite de artistas milionários da Globo ficou contra o povo.

Por que não há surpresa?

Caio Blinder é demitido da Jovem Pan; será que cansaram de ladainha anti-Trump?

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Conhecido por fazer ladainhas anti-Trump diariamente, o jornalista Caio Blinder foi demitido da Jovem Pan, conforme ele próprio diz:

Alguns comentários:

O jornalista diz que a demissão não tem nada a ver com suas ladainhas anti-Trump, mas por enquanto fica apenas como alegação.

Culpar Danilo Gentili pela demissão do repórter petista é mau caratismo. Diego Bargas é responsável pelo que faz…

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Anselmo Souza escreve, no Facebook:

Culpar Danilo Gentilli pela demissão do repórter é mau caratismo. O repórter pode fazer a matéria como quiser e o entrevistado tem o direito de falar sobre isso. Acabou o tempo em que os jornais não eram cobrados pelo que escrevem.

O que realmente incomoda os preocupados com a “intolerância” é o fato de verem suas mentiras confrontadas. Danilo Gentilli não “pediu a cabeça” do jornalista ( como Lula fez com Sinara Policarpo). O que ele fez foi contestar e desmentir o repórter, além de postar a entrevista NA ÍNTEGRA para que você possa tirar suas conclusões, algo que o repórter devia ter feito.

Com as redes sociais, a imprensa é questionada como nunca fora antes e reage a isso produzindo notícias falsas e perdendo cada vez mais a confiança do público. Talvez seja hora de quem sabe, a imprensa entender que seu papel é mostrar o que o povo pensa e não tentar impor suas crenças. Só assim, um jornalista vai ter a decência não tentar enquadrar recortes da realidade em uma narrativa própria e assumir a própria responsabilidade frente a consequência de seus atos.

Essa outra mensagem encontrada no Facebook – e não tenho o nome do autor aqui – também vale a pena ser lida:

Vou resumir a treta entre Danilo Gentili e o repórter demitido da Folha:

– O jornalista era militante do PT. Sim, isso é um fato, apesar dele achar absurdo alguém afirmar que ele defende o PT só porque acharam 5 posts em seu Facebook… defendendo o PT! Há várias formas de militar, e fazer isso por redes sociais é uma delas. Mas nenhuma novidade até aí. O DataChammas afirma que 98,5% das redações de jornais são compostas por pessoas de esquerda, e boa parte dos meus colegas – infelizmente – ainda apóia o PT.

– O repórter foi pra entrevista já com a matéria escrita na cabeça, só em busca de uma aspa de Danilo para encaixar no texto e ilustrar sua tese. Prova disso é que direcionou todas as perguntas para o mesmo tema e, segundo o humorista, fez questão de dizer que não gostou do filme, após a entrevista. Mais uma vez, nenhuma novidade. Todo jornalista já fez isso alguma vez na vida. Até eu. E isso não chega a ser antiético. Se a matéria é sobre o filme, e o cara já viu o filme, a entrevista seria mesmo só um complemento.

– O repórter não gostava do entrevistado. Se o cara é jornalista, petista e politicamente correto, a chance dele gostar de Danilo era abaixo de zero. E, mais uma vez, não há nada de extraordinário nisso. Muitas vezes jornalistas entrevistam pessoas de quem não gostam. E é muito mais gostoso fazer perguntas constrangedoras para quem você não gosta. Mas ele se deu mal, porque Danilo passou a maior parte da entrevista calado, e quem falou mais foi o outro rapaz (diretor do filme, eu acho). Jogada de mestre: nenhuma pergunta ficaria sem resposta, ao mesmo tempo em que o cara não ia conseguir arrancar nenhuma fala comprometedora de Gentili.

– E ele não conseguiu mesmo, mas isso não foi suficiente para desistir de escrever um texto militante lacrador, dizendo que o filme era opressor, pedófilo (ainda não assisti, mas pela defesa de Danilo, trata-se de um crime cometido pelo vilão do filme, como poderia ser um assassinato, um sequestro, um assalto… e não algo defendido como se fosse arte) e que o humorista teria se recusado a responder sobre o assunto (o que é mentira, como pode ser visto no vídeo). Bom… matérias com mimimi esquerdista e deturpações de entrevistas para comprovar uma tese também não chegam a representar uma grande revolução contemporânea. Sempre existiram e não deixarão de existir tão cedo.

Mas então… o que tornou esse fato tão escandaloso, causando até a demissão do repórter-militante? Simples… a Folha de S. Paulo tem pouco mais de 7 milhões de seguidores. Danilo Gentili tem quase o dobro: 13 milhões. Quando a Folha atacou, Danilo se defendeu contra-atacando (normal), e seus seguidores resolveram ajudar. A coisa tomou uma proporção enorme e todos os olhares se voltaram para a tal matéria. Não sei se teve mais algum fato (o jornalista diz que não pode entrar em detalhes), mas parece que a Folha quis se redimir com essa parcela gigantesca do público e demitiu o cara (se foi a atitude mais acertada, é assunto para outro post).

O fato é que com 13 milhões de seguidores e um programa líder de audiência na TV (conseguido, grande parte, graças ao seu sucesso nas redes sociais), Danilo não precisa dos elogios da Folha de S. Paulo pra promover seu filme. Ao contrário, garanto que a confusão ajudou bem mais na divulgação do que uma crítica positiva e despolitizada ajudaria.

Danilo Gentili não precisou de um grande jornal ou sequer de seu programa de TV para protestar contra o artigo e se defender. São as redes sociais dando voz a quem antes teria que entrar na Justiça para – quem sabe – conseguir um direito de resposta no mesmo jornal. Ele não precisa disso. Ele é maior que a Folha. Tempos sombrios para quem estava acostumado a falar sem ser confrontado, não é mesmo?

Esses são os fatos.

A verdade é que a cobrança sobre a mídia aumentou. A cada dia que passa, jornais como a Folha ficam mais desacreditados.

Diego Bargas foi afobado demais em sua sanha de mentir. Escreveu achando que estava no Brasil247, onde nem sequer existe a dissimulação das mentiras. Mas na Folha ainda existe um pouco de dissimulação.

Se nem isso ele conseguiu fazer, o resultado está aí: sua demissão. A culpa pertence apenas ao jornalista e não a Danilo Gentili.

VÍDEO: a matéria da Record que enterrou campanha de ódio da Rede Globo contra o povo

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Abaixo você pode assistir, na íntegra, a matéria do “Domingo Espetacular” deste domingo.

A matéria transformou a elite artística da Rede Globo em pó.

A reportagem mostra especialistas comentando o absurdo que é expor crianças à pornografia.

Assista:

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