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A mídia fake news que citou o supremacista branco em Charlottesville agora culpa van por ataque terrorista em Barcelona

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Dois terroristas – dirigindo uma van – mataram 13 pessoas e deixaram 100 feridos em Barcelona.

O atentado ocorreu em Ramblas, região turística do centro da cidade. A polícia já confirmou que é um atentado terrorista.

O ISIS já assumiu a autoria de mais esta barbárie. Por que não estou surpreso?

Mas mesmo assim, ainda vemos órgãos de mídia dizendo que a culpa “é da van”. Quer dizer, os decepticons estão de volta.

Veja o UOL:

Agora a veja a diferença de tom do UOL na semana passada, relatando o atropelamento com morte em Charlottesville:


Ou seja, no caso de Charlottesville, se menciona o culpado (o supremacista branco). Mas no atentado em Barcelona, a culpa é da van.

Conclusão: o UOL protege terrorista.

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Candidatura de Marina fica inviável e linha auxiliar pode ter Joaquim Barbosa

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A fadinha da floresta, campeã do oportunismo, rainha da dissimulação e símbolo do que significa ser uma linha auxiliar do PT, Marina Silva, pontuou com apenas 3% em recente pesquisa do DataPoder360.

No cenário em que o candidato tucano é o prefeito de São Paulo, João Doria, Marina despencou de 12% de intenções em julho para os mesmos 3%. Em todos os cenários, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera, passando de 26% para 32%. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) também cresceu, passando de 21% a 25%, e se consolidou na segunda posição, no cenário em que Geraldo Alckmin, com 4%, é o candidato do PSDB.

O cientista político e antropólogo Luiz Eduardo Soares – um dos fundadores do Rede Sustentabilidade – disse que Marina perdeu a chance de disputar à Presidência em 2018 na posição de favorita devido ao seu apoio ainda que “em cima do muro” ao impeachment de Dilma Rousseff.

Claro que Marina ainda vai entrar em estágio de negação – da realidade – e tentar se lançar à presidência, mas o fato é que lá na frente alguém mostrará que no fundo o candidato para a Rede é Joaquim Barbosa, que teria chances reais.

No fundo a extrema esquerda está com três opções para 2018: Lula, Ciro e Joaquim Barbosa. Esses são os alvos a serem derrubados se quisermos permanecer como uma nação livre e democrática.

PMDB decreta “tchau, Katia”. Que vá para o PT, oras!

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O PMDB não precisou chamar nenhum caça fantasmas, mas acabou expulsando uma assombração do partido.

Nesta quarta (16), o Conselho de Ética decidiu, por unanimidade, expulsar a senadora que sempre agiu como uma bolivariana infiltrada.

Durante o governo totalitário de Dilma, ela, mesmo sendo do PMDB, apoiou a bolivariana em tudo. Mas tudo mesmo.

A direção nacional do partido lembrou que a senadora feriu as regras partidárias ao criticar a legenda. Sim, ela fazia tudo pelo PT.

Agora seria o momento de discutir a expulsão também do senador Roberto Requião.

Assim como ocorre com Kátia Abreu, o lugar desse tipo de gente é no PT ou qualquer outra agremiação de extrema esquerda.

Principal argumento da extrema esquerda para dizer que “nazismo é de direita” inocentaria Fernandinho Beira Mar

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Cada vez mais pessoas já descobriram que o nazismo não é apenas de esquerda, mas de extrema esquerda. Por isso, a extrema esquerda está tentando negar os fatos.

Nesse empreendimento, o site Pragmatismo Político reproduz um post do historiador Felipe Schadt, que comprovaria que “nazismo é de direita”. Como? A partir das citações do Mein Kampf.

Vamos às citações, em azul:

Citação 1: “Em um tempo em que os melhores elementos da nação morriam no front, os que ficaram em casa, entregues aos seus trabalhos, deviam ter livrado a nação dessa piolharia comunista” (p. 76)

Citação 2: “Não hesito em declarar que julgo os homens que arrastam o movimento de hoje na crise de divergências religiosas piores inimigos da pátria que qualquer comunista com tendências internacionais, pois converter o comunista é a tarefa do movimento nacional-socialista” (p. 239)

Citação 3: “Vencendo a minha relutância, tentei ler essa espécie de imprensa marxista, mas a repulsa por ela crescia cada vez mais.” (p. 30)

Citação 4: “Se o judeu, com o auxilio do seu credo marxista, conquistar as nações do mundo, a sua coroa de vitórias será a coroa mortuária da raça humana” (p. 32)

Citação 5: “Não precisamos dizer nada sobre os mentirosos jornais marxistas. Para eles o mentir é tão necessário como para os gatos o miar” (p. 107)

Citação 6: “(…) para arranjar dez cadeiras no parlamento, ligam-se com os marxistas, inimigos de todas as religiões” (p. 118)

Citação 7: “Eis a verdadeira essência da doutrina marxista, se é que se pode dar a esse aborto de um cérebro, criminoso a denominação de “doutrina”” (p. 140)

Citação 8: “O sintoma da fraqueza que representam esses 15 milhões de marxistas, democratas, pacifistas e centristas, não é somente perceptível a nós, mas muito mais ao estrangeiro, que mede o valor de uma aliança conosco por esse peso morto” (p. 146)

Citação 9: “Mais do que qualquer outro grupo, os marxistas, ludibriadores da nação, deveriam odiar um movimento cujo escopo declarado era conquistar as massas que até então tinham estado a serviço dos partidos marxistas dos judeus internacionais. Só o título “Partido dos Trabalhadores Alemães” já era capaz de irritá-los” (p. 154-155)

Quer dizer que o argumento é esse? Dizer que “não é marxista, então é de direita”?

Isto não passa do famoso truque de manipulação de categorias.

É como dizer que o morango não pode ser uma fruta, por não ser uma maçã, ou dizer que o pastel não pode ser um salgadinho, por não ser uma esfiha.

Não faz o menor sentido, e nesses casos seria tomar uma parte como o todo. É uma falácia básica que qualquer leitor de Madsen Pirie e Walter Carnielli já derrubaria de cara.

Na verdade a maçã não é a única fruta, assim como o pastel não é o único salgadinho e o marxismo não é a única forma de esquerdismo.

O truque é tão bisonho que se fosse aplicado à vida real inocentaria até mesmo o Fernandinho Beira Mar de qualquer acusação de crime.

É simples: por ser um rei do tráfico de drogas, ele teve de brigar com outros traficantes. Mas a partir do momento em que passa a brigar com outros traficantes ele não seria mais um bandido. Logo, deveria ser inocentado.

Em suma, se este é o melhor que os marxistas – tão adeptos da extrema esquerda como os nazistas e os fascistas – podem fazer, é sinal de que estão desesperados.

Você não vai acreditar no motivo do Uruguai para espernear contra reforma trabalhista brasileira

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Conforme o ILISP, o Uruguai resolveu pedir uma reunião especial no Mercosul para se opor à reforma trabalhista brasileira que atualiza a fascista CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

A razão deveria ser capaz de envergonhar o Uruguai por toda a sua existência. Algo do tipo até para mudar o nome do país e ser esquecido dos livros de história.

O chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, disse que ficará “difícil competir” com o Brasil quando a reforma entrar em vigor (em novembro).

“Não vamos interferir na legislação interna dos países, mas queremos mostrar nossas preocupações, porque assim (com a reforma trabalhista brasileira) vai ser bem difícil competir”, afirmou.

Opa, opa…

Quer dizer que estão chamando reunião do Mercosul para reclamar de uma medida que vai atrair empregos para o Brasil mais do que atrairá empregos para âncoras como Uruguai?

Esse é o maior sinal de que estamos no caminho certo. Para melhorar, só se sairmos do Mercosul.

A convocação da reunião é mais uma prova do famoso ditado: quem se junta com porcos, farelo come.

Em tempos: ninguém aqui está criticando o povo uruguaio, mas sim o governo bolivariano que infectou aquele país.

Depois de doação de herdeira do Credit Suisse a Lula, financiamento privado só não volta se quiserem arregar para o PT mesmo

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Sempre capitulando para a extrema esquerda, o presidente do Senado, Eunício Oliveira surge com a conversinha tradicional de que “não há clima para a volta do financiamento empresarial”.

“Acho que o momento é muito difícil, de crise política, para fazermos o financiamento privado. Eu, particularmente, não tenho objeção ao financiamento privado, mas o momento não é oportuno para fazer o financiamento privado”.

Na boa, isso é basicamente capitulação, pois poucos momentos são tão propícios para o retorno do financiamento privado de empresas do que agora.

O fato para isso está na doação de R$ 500 mil de Roberta Luchsinger, herdeira do Credit Suisse, a Lula. Isso quer dizer que o financiamento privado de campanhas já está de volta, só que “na moita” e, como sempre, para benefício dos espertalhões do PT.

Uma dica é até criar a Lei Roberta Luchsinger, com foco em regularização do financiamento privado, conforme reativado pela doadora petista.

Só não faz isso quem estiver com vontade de arregar novamente para o PT, o partido que desde 2013 decidiu que não era para ter financiamento empresarial de campanha.

STF tira a JBS de Moro e deixa a Lava Jato fedendo como nunca

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Hoje saiu uma decisão da 2ª Turma do STF recusando a “intenção” do Ministro Luiz Edson Fachin de enviar para Sérgio Moro os inquéritos relativos à delação da JBS  é um duro golpe nas pretensões de Sérgio Moro em se tornar o único juiz brasileiro.

Há quem diga que no fundo era tudo teatro. Na peça encenada, Fachin ficaria isolado para dar a impressão ao público que desejaria ver os inquéritos para Moro, mas no fundo todos queriam que nada chegasse às mãos do juiz curitibano.

Criou-se a narrativa de que o caso “nada tem a ver com a Petrobras”, mas desde o início os janotistas estão usando a narrativa de que defender o acordo de impunidade da JBS é “ficar do lado da Lava Jato” (conversa mole que não convenceu 81% dos brasileiros, que são contra o acordo de impunidade).

Os ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiram nesta terça-feira, 15, tirar das mãos do juiz Sérgio Moro delações premiadas da JBS que citam o ex-presidente Lula e o ex-ministro Guido Mantega (Fazenda). A decisão faz com que Moro devolva ao STF os depoimentos dos executivos Joesley Batista e Ricardo Saud, do grupo que fechou acordo de total impunidade com a PGR. Fachin “perdeu” por 3×1.

Fica a impressão de que o maior medo é que a JBS seja observada por um juiz como Sérgio Moro.

Até agora tudo (absolutamente tudo) que rodeia o acordo de impunidade da JBS está muito esquisito.

Aguardamos depois de setembro para investigar tudo em mais detalhes. Por enquanto, o cheiro de treta está muito, mas muito forte.

Jair Bolsonaro já havia sido definido como alvo do PT no Caderno de Teses em 2015

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Como vimos hoje por aqui, Jair Bolsonaro foi condenado pela terceira vez a pagar indenização à deputada petista Maria do Rosário por ter dito que “não a estupraria, pois ela não merecia”.

A bizarrice é total e nem George Orwell teria previsto tamanha subversão da linguagem.

Mais ou menos assim como neste diálogo hipotético:

– Doutor, por que serei condenado?
– Por ter dito que não iria estuprá-la.
– Ok, doutor, eu mudo, se for assim. Aí eu digo: “vou estuprá-la”. 
– Vai ser condenado do mesmo jeito.

Um leitor disse que isso tirava a frase do contexto, pois ele disse “não te estupro pois você não merece”. Mas daí teríamos uma nova inversão da linguagem, pois alguém teria que escolher entre “não te estupro pois você não merece” ou “não te estupro pois você merece”.

Aliás, quando a campanha diz “eu não mereço ser estuprada”, isso deixa implícito que as outras mulheres merecem? Ou a regra de dizer que “se alguém não merece, fica implícito que as outras merecem” só vale para o Bolsonaro?

De qualquer forma, qualquer pessoa sabe que Bolsonaro jamais praticou apologia ao estupro e quem disser o contrário está fingindo.

Mas tudo está de acordo com um certo Caderno de Teses do PT (lançado no 5º Congresso Nacional do Partido, entre 11 e 13 de junho de 2015).

Reveja o que estava dito ali como um plano totalitário do PT:

Coincidência?

Será que teremos mais entendimentos “desconstruídos” por aí no afã de arrumar punições esquisitíssimas para Bolsonaro? Teria sido essa multa apenas uma prévia do que está por vir?

Mídia começa a promover violência contra famílias de direita ao maquiar responsabilidades da agressão de extrema esquerda em Curitiba

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Nesta terça (15), ocorreram manifestações promovidas pelo MBL em todo o país em prol do projeto de lei Escola Sem Partido. O objetivo é permitir que os alunos tenham consciência de seus direitos em salas de aula, onde muitas vezes são submetidos à violência psicológica por professores doutrinadores, que abusam do fato de ter a audiência cativa.

Em Curitiba, movimentos de extrema esquerda se organizaram para agredir mães e alunos que se manifestavam pacificamente.

O vídeo mostra tudo:

Ciente desse tipo de agressão, a mídia pró-esquerda tomou partido e decidiu esconder o fato de que a extrema esquerda agrediu os manifestantes pacíficos.

Como tática de diluição de responsabilidade, disseram que a briga era “generalizada” (ou seja, causada por ambos os lados). A Globo disse que manifestáveis contrários e a favor do Escola sem Partido protestam em Curitiba. Aqui a tática foi esconder a agressão. O Tribuna do Paraná disse que manifestantes brigam no centro de Curitiba. Ou seja, dividindo as responsabilidades, quando na verdade apenas a extrema esquerda agrediu.

Ao fazer isso, a mídia começa a promover a violência, uma vez que o senso comum entende que todo ato não denunciado é válido. Uma vez que a agressão da extrema esquerda não é denunciada (ou ao menos é diluída), o público entende que é certo agredir mães e alunos de direita.

A decisão da mídia deverá provocar uma escalada de violência contra pessoas de direita. As consequências perversas dessa atitude deliberada não serão acidentais, mas planejadas. As “fake news” da grande mídia tem essa função: promover o barbarismo.

No reverso da Justiça, Bolsonaro é condenado pela terceira vez a pagar indenização por dizer que “não estupraria Maria do Rosário”

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Em “1984”, de George Orwell, se dizia que “liberdade é expressão” e “guerra é paz”. Sendo assim, por que não transformar a expressão “não estupraria Maria do Rosário” em apologia ao estupro?

Foi assim que a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve nesta terça-feira 15, por unanimidade, a condenação do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por danos morais contra a também deputada Maria do Rosário (PT-RS).

A decisão do STJ é a terceira condenação de Bolsonaro. Em agosto de 2015, a juíza Tatiana Dias da Silva, da 18ª Vara Cível de Brasília, determinou que o deputado pagasse 10 mil reais de indenização a sua colega pela frase.

A própria sequência deste julgamento é um dos atos mais absurdos da história brasileira, uma vez que viola princípios como a imunidade parlamentar, além de inventar crimes inexistentes.

Basicamente Bolsonaro disse, como piada, “que não iria estuprar Maria do Rosário, pois ela não merece”. Em uma inversão da realidade, a partir da encenação e do fingimento, transformaram isso em “apologia ao estupro”. Fico imaginando o que aconteceria se ele dissesse o inverso: “iria estuprar Maria do Rosário, pois ela merece”.

Foi criada a narrativa de que ele deixou subentendido que “se Maria do Rosário não merece, então as outras mulheres merecem”. E aí entraria a apologia ao estupro. Mas essa narrativa colocaria os narradores como igualmente apologistas do estupro, pois se alguém diz que “nenhuma mulher merece ser estuprada” então automaticamente diz que homens, crianças e animais podem ser estuprados.

Como se nota, é tudo um baita de um circo fascista, obscurantista e censório, feito com o objetivo de dizer que Jair Bolsonaro pode ser condenado por crimes inexistentes. Resta saber se os militantes pró-Bolsonaro reagirão quando conseguirem tirá-lo da disputa a partir de jogadas sujas como essa.

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