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A Al Qaeda eletrônica

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Como estou em período de festas, preciso dar um aviso: voltarei diariamente com meus posts no dia 03 de janeiro (embora até lá eu possa publicar um ou outro), mas nesse ínterim postarei alguns textos que acho relevantes e tem tudo a ver com o que apresento aqui no blog.

Para começar, este, de Reinaldo Azevedo, publicado originalmente em 20 de junho de 2007, fala da Al Qaeda Eletrônica:

Nos tempos pré-VEJA, essa era a pergunta com a qual as esquerdas pretendiam me fulminar. Era feita no rastro de alguma contestação às verdades eternas anunciadas por seus doutores. Há um prazer particular em não ser ninguém e flagrar, por exemplo, a pensadora petista Marilena Chauí pulando a cerca que separa o filósofo holandês Spinoza (1632-1677) do vândalo venezuelano Hugo Chávez. O primeiro é um dos pilares do debate ético; o segundo é só um ditador cômico e violento.

É divertido ver um intelectual se enroscando no arame farpado do populismo fantasiado de tirania esclarecida. O que é pior? VEJA, no entanto, me fez conhecido. Já não me indagam quem penso ser. Julgam ter a resposta e a espalham na internet, o novo território da batalha ideológica. Caí na malha da Al Qaeda eletrônica. À semelhança da rede terrorista, também essa não tem um comando centralizado – a não ser o ódio à razão.

A rede nunca foi tão ativa como nestes quarenta dias (enquanto escrevo) de invasão da reitoria da USP, a Universidade de São Paulo, a maior do país. É um daqueles casos em que as células dormentes do nosso esquerdismo, a doença infantil da civilização, acordam com saudade da ditadura. Elas se assanharam também na demonização de Bento XVI, na defesa do fechamento da RCTV na Venezuela ou no apoio à censura prévia no Brasil. Durante a campanha eleitoral, fizeram a denúncia de um fantasioso golpe contra Lula. No caso da USP, foram fazer vigília lá na reitoria invadida, misto de Palácio de Inverno russo com Parque da Xuxa – sem contar o aroma dos roqueiros de Woodstock…

Meu blog tornou-se um Diário da Invasão da reitoria da USP. Passei a publicar textos de alunos e professores que queriam aula e se opunham à violência dos remelentos e das mafaldinhas, os comunistas do Sucrilho e do Toddynho. Mafalda é uma personagem até simpática de Quino, um desenhista argentino. É uma garota baixinha, cabeçuda e feiosa, sempre inconformada com as injustiças do mundo. Injusto talvez seja eu: há um quê de reflexão na menina.

Recebo, por dia, entre 1 500 e 2 000 comentários. Publico entre 450 e 700 – os demais ou trazem uma linguagem inadequada ou são mensagens dos petralhas. Os petralhas são aqueles híbridos de petistas com Irmãos Metralha, os ladrões do gibi do Tio Patinhas. Tentam nos convencer de que os companheiros roubam para o nosso bem. Eu os chuto sem solenidade. Mas eles voltam. No período da invasão, os comentários cresceram entre 50% e 60%. E, em boa parte, esse aumento se deveu à tentativa de aparelhar o blog. Querem me sufocar com mensagens favoráveis aos vândalos, cobrando o que chamam a “sua [minha] democracia”. Ocorre que a minha democracia, que é a universal, não solapa as bases que garantem a sua legitimidade. O outro lado do estado democrático e de direito é o totalitarismo.

Os blogs, até pouco tempo atrás, eram um território quase exclusivo do que os vários matizes da esquerda chamam “direita”. Faz sentido. A internet se consolidou como o lugar dos indivíduos, dos que rejeitam a suposição de que um grupo ou um partido detêm a chave do futuro. Não tardou para que as esquerdas percebessem que estavam perdendo a batalha. E, então, lançaram uma espécie de grito de guerra, de que a campanha eleitoral de Lula, em 2006, é um dos marcos. Valter Pomar, responsável no PT pela área, incitou militantes e simpatizantes a policiar a rede. Tomaram gosto pela coisa. Dedicam-se à tarefa de vigiar. E, se possível, punir.

O cerco chega a ser divertido. Os integrantes da Al Qaeda eletrônica não se contentam só com o envio de mensagens desaforadas: criam páginas anônimas só para esculhambar aqueles de que não gostam; formam comunidades no site de relacionamentos Orkut para odiar pessoas; ressuscitam o hábito nativo de especular sobre a orientação sexual de desafetos; fazem montagens de fotografias em que os “direitistas” são postos em situações pouco lisonjeiras; dão curso, em rede de e-mails, às teorias conspiratórias mais disparatadas. Eu mesmo recebi mensagens me advertindo de que obedeço às ordens da CIA e do Mossad – respectivamente, o serviço de inteligência dos EUA e o de Israel.

A USP, que, nestes dias, não se distingue das favelas cariocas do Complexo do Alemão, com intelectuais de esquerda no lugar dos traficantes, é um elemento fácil de mobilização. A invasão reúne condições para uma causa fácil: os militantes são de classe média ou da elite e se confundem com os filhos dos chamados setores formadores de opinião; o risco de punição por transgredir a lei é mínimo; há sempre um professor de esquerda com o clichê na cara (eles ainda são barbudos, Deus meu!) ou uma filósofa com a bolsa cheia de objetos falsificados da Escola de Frankfurt, a corrente alemã de pensadores muito malsucedida ao tentar desconstruir, como males opostos, porém equivalentes, tanto o capitalismo como o socialismo.

A Al Qaeda eletrônica exige de mim o que avalia ser a “isenção” de alguns setores da imprensa que flertam com a ilegalidade. O que se entende por “isenção” é a adesão a uma vaga de opinião que representaria o bom senso. Ela não se contenta em ser uma leitura da realidade; pretende ser o seu posto mais avançado, o desdobramento necessário e óbvio de uma evolução do pensamento, de modo que ou você passa a integrar essa metafísica influente ou é um “reacionário”. Foi com esse adjetivo que uma jornalista classificou uma manifestação na USP contrária à invasão da reitoria.

A virulência cresce na rede. Aproveito para reiterar minha oposição a qualquer tentativa – incluindo um projeto de que o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) é relator – de censurar a internet, ainda que de forma velada. Aconselho os tucanos a olhar para as suas próprias tentações autoritárias. Os males dessa liberdade hão de ser curados com mais liberdade, como ensinava o pensador francês Tocqueville (1805-1859) em viagem à América. As leis e o aparato técnico disponíveis são suficientes para coibir e punir abusos.

Volto ao ponto. A virulência e a patrulha da esquerda crescem porque, mesmo mobilizando os seus terroristas virtuais e ombreando com seus adversários “da direita”, o empate não lhe serve. Ela não se conforma em não ter, na internet, a presença maciça, com aspirações a ser hegemônica, que tem no jornalismo impresso, nas rádios e nas TVs. A Al Qaeda eletrônica, a exemplo da outra, dedica-se mais a destruir do que a construir. Seus e-mails e comentários não debatem, desqualificam; suas páginas não são quase nunca afirmativas, mas reativas.

Lembro-me de uma reportagem da Folha de S.Paulo que me incluía, entre outros, numa categoria chamada “nova direita”. Um esquerdista qualquer, chamado a comentar a espécie, afirmou, com desdém, que não éramos, assim, um José Guilherme Merquior. Referia-se a um dos mais brilhantes intelectuais contemporâneos (1941-1991), duramente combatido em vida pela hegemonia cultural esquerdista, tornado uma referência só depois de literalmente “do outro lado”. Tolerantes como são, as esquerdas se mostram ainda generosas: adulam cadáveres para desqualificar os vivos. Todos os “direitistas” são nefastos, mas os vivos são mais…

Quer dizer que preciso ser Merquior para flagrar Marilena Chauí pulando a cerca quando ela, mesmo sendo Chauí, quis um dia arrostar com Merquior? Para um esquerdista, já está de bom tamanho ser como o professor e militante petista Emir Sader? Então tá combinado: a rede avisa, urbi et orbi, que Diogo Mainardi não é Paulo Francis, que eu não sou Merquior, que um outro desafeto não é o dramaturgo Nelson Rodrigues… Ao definir o que não somos, eles podem, enfim, se contentar em ser apenas o que são: prosélitos da madraçal esquerdista, agora em sua versão eletrônica. Vamos ver qual vai ser a próxima causa a mobilizar as tais células dormentes na internet.

Meus comentários

Aliás, tudo isso que Reinaldo mencionou em relação aos petralhas vale também para os gayzistas e os humanistas seculares.

Vejamos aqui um exemplo de uma mensagem que um gayzista postou para a psicóloga cristã Rosângela Justino:

E aí, vadia? Não vou te chamar de piranha, porque elas, as prostitutas, são muito mais dignas de respeito do que você. Gostou da nova lei do INSS que dará direitos de pensão definitivamente aos casais gays? Vai protestar? Vai jogar uma bomba nos prédios do INSS? Porque não joga uma bomba em você e no Silas Malafaia pra gente se livrar de dois seres do mal de uma vez? Aliás, nunca mais soube daquele velho chifrador de esposa desde a eleição da Dilma. Ele deve estar com vergonha porque toda a campanha imunda que ele fez contra a Dilma foi pelo ralo. Isso mostrou que o povo brasileiro está acordando pra essa sujeira que infesta nosso país, que é essa merda de religião homofóbica e intolerante.

Quer dizer, cai exatamente naquilo que Reinaldo Azevedo apontou.

Temos, portanto, que começar a entender aqueles que estão do outro lado: esquerdistas, humanistas, gayzistas.

Eles são movidos pelo ódio. Eles nos odeiam mais que tudo.

Por isso, a vigilância em relação à eles deve ser cada vez maior.

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A desonestidade de Richard Dawkins mais uma vez desmascarada… agora em vídeo

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Snowball, do excelente blog “Quebrando o Encanto do Neo Ateísmo” (e colega de atuação no site Teismo.net), postou o vídeo acima, mostrando um evento que trazia a participação de Richard Dawkins e William Lane Craig.

Embora não seja sido um debate formal, e ambos tenham tido pouco tempo, foi o suficiente para Dawkins armar o seu circo de fraudes.

No vídeo, Dawkins ignora formalmente o argumento de Craig para mentir sobre seu oponente.

O video, aliás, veio a calhar justamente em um momento em que alguns neo ateus dramatizam em meu Formspring, reclamando que eu não os respeito.

Mas como eu poderia respeitar um tipo de atitude como essa de Dawkins?

No dia em que eu respeitar posturas como essa eu meto a minha cabeça na privada e puxo a descarga.

O respeito que eu tenho pela totalidade do discurso de Dawkins é o mesmo que eu poderia ter pelos atos de um fraudador de cartão de crédito. Ou mesmo pelos atos de alguém que pratica qualquer tipo de fraudes corporativas.

Eu mesmo acho que os argumentos de William Lane Craig são ótimos, e sua coerência ao abordá-los impecável.

Mas acredito que ele respeita demais pessoas que estão lá para mentir sobre ele o tempo todo.

Como eu não respeito a atitude de alguém que pratica fraudes, eu já trato Dawkins e todos aqueles que o seguem da única forma aceitável, que é chamá-los de safados e indignos, enquanto eles tem plena noção de que têm que aguentar ouvir isso calados.

Quando dizemos a um fraudador de cartão de crédito “meu caro, sua fraude foi descoberta, agora defenda-se nos tribunais, e você é safado”, ele não dramatiza. Ele se cala, pois sabe que é um picareta.

Pelo mesmo motivo, os neo ateus e humanistas não têm razão para exigir que eu trate seus líderes como se eles fossem pessoas honestas.

O vídeo acima dignifica toda minha postura assertiva contra eles.

Uma mensagem de Feliz Natal, por Ann Coulter

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Foi traduzido pelo Mídia sem Máscara o texto “O avarento Scrooge era esquerdista”, da sempre implacável Ann Coulter.

Reproduzo-o abaixo:

É época de Natal. Por isso, os esquerdistas, que não querem nada com Deus, estão citando a Bíblia para exigir a redistribuição de renda mediante força governamental. Jesus não disse “Bem-aventurados os burocratas da assistência social do governo, pois dos tais é o reino dos céus”?

Os esquerdistas estão sempre indignados e acusando os conservadores de afirmar que Deus está do nosso lado. O que de fato dizemos é: Estamos do lado de Deus, principalmente quando os esquerdistas estão exigindo que Deus seja banido das escolas públicas, querem impor leis de aborto legal irrestrito e exigem que o dinheiro do imposto dos trabalhadores seja gasto em “obras de arte” como quadros de Jesus submersos em jarro de urina ou quadros da Virgem Maria cobertos de fotos pornográficas.

Mas para esquerdistas como Al Franken, não há a menor dúvida de que Jesus apoiaria um aumento no seguro-desemprego federal.

Isso não tem nada a ver com a Bíblia, mas ilustra bem o que Shakespeare quis dizer quando disse que o “diabo pode recitar a Bíblia para atingir seus propósitos”.

O que a Bíblia diz sobre fazer doação para os pobres é: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.”. (2 Coríntios 9:7 NVI)

Mas ser forçado a pagar impostos sob a pena de ir para a cadeia não é algo voluntário e raramente é algo feito com alegria. Além disso, nossos impostos não vão para “os pobres”. Em grande parte, nossos impostos vão para funcionários governamentais que ganham mais dinheiro do que você ganha trabalhando.

As razões por que os esquerdistas adoram o governo redistribuindo dinheiro é que as políticas de redistribuição permitem que eles passem por cima da parte da caridade que envolve abrir o próprio bolso e entregar o próprio dinheiro. Conforme sabemos a partir de estudo após estudo, eles não aguentam fazer isso – a menos que lhes sejam garantidas entrevistas coletivas à imprensa onde eles possam se gabar de sua generosidade.

Arthur Brooks, professor da Universidade de Syracuse, fez um estudo sobre doações para entidades filantrópicas nos EUA. O estudo revelou que os conservadores doam 30 por cento a mais para instituições de caridade do que doam os esquerdistas, apesar do fato de que os esquerdistas têm rendas mais elevadas do que os conservadores.

Em seu livro “Who Really Cares?” (Quem realmente se importa?), Brooks comparou as doações de caridade de quatro grupos: conservadores cristãos, esquerdistas seculares, conservadores seculares e esquerdistas “cristãos”.

A conclusão surpreendente dele foi que… o esquerdista Al Franken foi o homem que mais fez doações!

Ha, ha! Só estou brincando. Os conservadores cristãos, o maior grupo (perfazendo uns 20 por cento da população), foram os que mais fizeram doações para as instituições de caridade – 2.367 dólares por ano, em comparação com 1.347 dólares para os EUA em geral.

Mesmo em se tratando de instituições de caridade puramente seculares, os conservadores cristãos doam mais do que os outros americanos, o que é de surpreender, pois os esquerdistas se consideram especialistas em “entidades de caridade” que lhes dão um benefício direto, tal como balé ou as escolas particulares de elite para seus filhos.

Aliás, os cristãos, diz Brooks, “fazem mais caridade em todos os aspectos não religiosos que dá para se medir”.

Brooks revelou que os conservadores doam mais em tempo, serviços e até sangue do que os outros americanos, notando que se os esquerdistas e moderados doassem tanto sangue quanto os conservadores doam, o abastecimento de sangue aumentaria em cerca de 50 por cento.

Deviam estabelecer bancos de sangue nas reuniões do movimento conservador Tea Party.

Em média, uma pessoa que frequenta cultos cristãos e não crê na redistribuição de renda doará 100 vezes mais – e 50 vezes mais para instituições seculares de caridade – do que uma pessoa que não frequenta cultos cristãos e crê fortemente na redistribuição de renda.

Os esquerdistas seculares, o segundo maior grupo (perfazendo 10 por cento da população), foram os mais brancos e ricos dos quatro grupos. (Alguns de vocês talvez os conheçam também como os “insuportáveis alardeadores”.) Esses “mesquinhos de bom coração”, como os chama Nicholas Kristof, colunista do jornal esquerdista New York Times, foram os mais sovinas, logo atrás dos conservadores seculares, que são caras brancos em grande parte jovens, pobres e excêntricos.

Apesar de sua riqueza e vantagens, os esquerdistas seculares fazem doações para entidades de caridade a uma taxa de 9 por cento menos do que todos os americanos e 19 por cento menos do que os conservadores cristãos. Eles tinham também “consideravelmente menos probabilidade do que a média da população de devolverem troco a mais lhes dado por engano por um caixa de loja”. (Ao atender a deputada esquerdista Nancy Pelosi numa loja, conte o troco com todo cuidado!)

Contudo, os esquerdistas seculares têm 90 por cento mais de probabilidade de dar discursos santarrões no Senado exigindo a redistribuição forçada de renda. (Essa exigência subiu 7 por cento desde o ano passado!)

Examinaremos esquerdistas específicos na próxima semana.

É desnecessário dizer que os “esquerdistas cristãos” perfizeram o menor grupo (cerca de 6 da população).

O que é interessante é os esquerdistas cristãos foram também o “grupo mais confuso” de todos. Composto em grande parte de negros e unitaristas, os esquerdistas cristãos alegam que fazem quase tantas doações de caridade quanto os conservadores cristãos, mas a suposição é que os unitaristas são os responsáveis pelos números baixos deles, tornando-os o segundo colocado em doações para instituições de caridade.

Brooks escreveu que ele ficou chocado com suas conclusões, pois ele cria que os esquerdistas “genuinamente se importavam mais com os outros do que os conservadores se importavam” – provavelmente porque os esquerdistas estão sempre nos dizendo isso.

Por isso, ele refez os cálculos e coletou mais dados, mas os resultados que vinham eram sempre os mesmos. “No fim”, diz ele, “não tive opção senão mudar minha perspectiva”.

Cada segundo estudo sobre o assunto produziu resultados semelhantes. Aliás, um estudo sobre filantropia no Google revelou uma disparidade ainda maior, com conservadores fazendo 50 por cento mais doações do que os esquerdistas. O estudo do Google mostrou que os esquerdistas fizeram mais doações para causas seculares em geral, mas os conservadores ainda fizeram mais doações conforme a percentagem de suas rendas.

O Índice de Ajuda Humanitária analisou uma década de declarações estaduais e federais do imposto de renda e constatou que as regiões conservadoras eram muito mais generosas do que as regiões esquerdistas, com a percentagem mais elevada dos pães duros vivendo na região esquerdista do Nordeste dos EUA.

Em seu livro “Intellectuals” (Intelectuais), Paul Johnson cita Pablo Picasso debochando da ideia de que ele faria doações às pessoas que estão em necessidade. “Temo que você entendeu errado”, explica Picasso, “somos socialistas. Não fingimos ser cristãos”.

Feliz Natal a todos, tanto para avarentos esquerdistas quanto para cristãos generosos!

Meus comentários

E não é que a Ann Coulter tirou a dúvida que eu havia lançado no texto “Algumas Inovações para conseguirmos suportar conviver com esquerdistas”?

Se os esquerdistas pudessem pagar impostos opcionais, além da taxa obrigatória, será que fariam?

Como mediríamos os atos de caridade (que devem ser voluntários) da parte deles?

O tipo de investigação citada por Coulter é essencial para atacarmos a essência do discurso de esquerda, baseado no self selling alegando que eles são os portadores da “justiça social”.

Bem, pelo que vimos, só se for com o dinheiro dos outros…

A cocaína esquerdista e as consequências desse vício

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Recentemente, um caso revoltante ocorreu na política nacional.

Foi a doação que o governo Lula fez à UNE. Quanta grana? 45 milhões.

Abaixo, segue a notícia da Folha:

O Ministério da Justiça depositou nesta sexta-feira R$ 30 milhões na conta da UNE (União Nacional dos Estudantes), a 14 dias do fim do governo Luiz Inácio Lula da Silva. A nota de empenho havia saído no dia anterior e, numa rápida movimentação, o dinheiro entrou na conta da entidade.

Uma segunda parcela, no valor de 14,6 milhões, será depositada em 2011.

Trata-se de indenização pela destruição da sede da UNE na praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, em 1º de abril de 1964, logo após o golpe militar. O prédio foi invadido e incendiado pela ditadura (1964-1985).

A pedido da Folha, a ONG Contas Abertas confirmou o depósito do dinheiro no Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).

A lei de reconhecimento foi aprovada em abril deste ano no Senado e, em seguida, sancionada por Lula.

O valor foi definido por uma comissão com representantes do Congresso Nacional, da Presidência da República, da Secretaria dos Direitos Humanos e dos ministérios da Justiça, da Educação, da Fazenda e do Planejamento.

No texto do projeto havia ficado acertado que o montante não poderia ultrapassar o limite de seis vezes do valor de mercado do terreno da sede da UNE, avaliado em aproximadamente R$ 15 milhões.

Tradicionalmente de oposição, a UNE apoiou o governo Lula desde o início do primeiro mandato, em 2003. A UNE recebeu aproximadamente R$ 13 milhões em recursos federais até 2009. Nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), a entidade havia ganho R$ 1,3 milhão.

(…)

Fundada em 1937, a UNE foi reconhecida oficialmente pelo presidente Getúlio Vargas como entidade representativa dos estudantes em 1942. Em decreto, Getúlio doou o prédio no Rio para a sede da entidade estudantil.

Após o presidente João Goulart ser deposto pelos militares, e o prédio ser incendiado, a estrutura acabou demolida em 1980, no governo de João Baptista Figueiredo. O terreno chegou a ser invadido por um estacionamento clandestino, mas a UNE o recuperou em 2007.

Com a liberação do dinheiro, o governo deve bancar o gasto da construção da nova sede, um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer doado à instituição. A UNE orçou os custos do prédio de 13 andares em R$ 40 milhões. O total da indenização é de R$ 44,6 milhões.

Na segunda-feira (20), Lula deve lançar a pedra fundamental da nova sede no Rio de Janeiro.

Aliás, reparem bem na seguinte parte: “O valor foi definido por uma comissão com representantes do Congresso Nacional, da Presidência da República, da Secretaria dos Direitos Humanos e dos ministérios da Justiça, da Educação, da Fazenda e do Planejamento.”

Agora, veja abaixo o artigo de Reinaldo Azevedo sobre o assunto, entitulado “A UNE se transforma na viúva milionária, e com o dinheiro alheio”:

Tudo bem devolver à UNE o que pertencia à UNE e até pagar uma indenização para que reconstrua a sua sede. Mas R$ 45 milhões? Com base em quê? Uma sede de 13 andares, a ser inaugurada em 2013? Entendi! O PC do B continua a tomar conta do aparelho, e o PT entra com a marca! É uma vergonha, uma acinte com os pobres brasileiros que pagam a conta.

A UNE não tem atividade para lotar um andar, quanto mais 13. Vai se transformar numa empresa dos setor imobiliário, vivendo de aluguéis, como uma daquelas viúvas ricas de antigamente. A rigor, é isso o que ela é: viúva de uma causa, viúva de uma ideologia, viúva até da vergonha na cara.

A UNE é de tal sorter vigarista que tem entre as suas lutas a eleição direta para reitor de todas as universidades do país. Ela mesma não segue o que defende. O comando da entidade é definido pelos aparelhos ocupados pelo PC do B, que não vai desinfetar a área nunca mais. Como é um “sindicato” sem muita importância, o PT não se importa em ser apenas uma força de apoio. Nunca a entidade foi tão atrelada ao oficialismo como agora.

A Comissão de Anistia, presidida por este impressionante Paulo Abrão, é um centro de distribuição de prebendas. Ao comentar o destino, ao menos o oficial, da bolada concedida, afirmou o valente: “O Brasil ganha mais um patrimônio histórico de um ícone da arquitetura mundial. Vamos causar inveja ao mundo, pois não haverá outra entidade estudantil no planeta com uma sede desse porte”. É um pobre coitado intelectual. Mas que custa caro.

Segundo o rapazola, a nova sede marcará a retomada do “protagonismo” do movimento estudantil? Qual protagonismo? Deve ser o imobiliário.

O problema dessa gente é menos o esquerdismo bocó — que isso é só de fachada — do que o seu aburguesamento. O diabo é que eles se “aburguesam” com o nosso capital. Trata-se de mais um capítulo da consolidação da burguesia do capital alheio.

Meus comentários

Está cada vez mais claro que o apetite esquerdista por “se infiltrar” em todos os espaços é algo que não tem fim.

O problema é que são os outros que pagam a conta.

É como a situação daquele adolescente que resolve se afundar no vício de cocaína. Quanto mais ele se afunda, mais vão pelo ralo os bens da FAMÍLIA DELE, vendidos para sustentar seu vício.

No caso, os milhares de estudantes doutrinados pela ideologia esquerdista. E os que pagam a conta disso somos nós.

Dá até para acreditar que esta mania deles se acharem os lutadores pela “justiça social” (contra os “malvados direitistas”) é verdadeira. A crença deles é honesta, mas aquilo no que acreditam é um delírio, pois todos aqueles esquerdistas que alcançam o estágio da obtenção do poder somente… recolhem os espólios.

Os responsáveis pela UNE já saíram do estágio da ideologia, e agora viraram os espertos. E recebem, por isso, R$ 45 milhões.

Eles já largaram a droga do esquerdismo ideológico, e já visualizam a esquerda como um excelente negócio. E para manter esse negócio, eles investem mais e mais na contínua doutrinação de estudantes.

Estrategicamente, para manutenção do poder, Lula realiza um ato de mestre (embora moralmente repugnante), pois ele sabe que é ali que a estratégia gramsciana se sustenta. A doutrinação de estudantes sempre foi e continuará sendo o caminho para manter uma legião de apoiadores de esquerda.

Enquanto existirem multidões de apoiadores de esquerda (que realmente acreditem nos ideais da esquerda), os esquerdistas que chegam ao poder continuarão enfiando a mão em nosso dinheiro. A lógica para isso é bastante clara: eles precisam de um estado inchado, com muitos poderes, para A PARTIR DESSE CENÁRIO começarem a meter a mão. O exemplo da UNE é apenas um dentre os milhares de exemplos que os governos de esquerda nos dão. O que incomoda nesse caso é o tamanho do roubo.

Quantos assaltos à mão armada registrados nas delegacias seriam suficientes para alcançarmos a soma de R$ 45 milhões? Quantas casas populares poderiam ser construídas com esse dinheiro? (Aliás, esta última questão é relevante, pois os esquerdistas não alegam difundir a “justiça social”?)

Já passou da hora de uma revolta popular contra este estágio de coisas, e isso só pode acontecer a partir de um movimento nos moldes do Tea Party.

Tudo bem que um movimento nesses moldes seria xingado de “reacionário” pelos esquerdistas. Mas devemos encará-los da única maneira possível: (1) se forem ideólogos, são como doentes, viciados na droga psicológica da ideologia da esquerdista; (2) se forem participantes do jogo do poder, são como os traficantes, que se aproveitam do vício dos drogados.

Em ambos os casos, já temos evidências suficientes para considerá-los um problema social.

E se não ocorrer uma indignação pública de grande porte contra isso, inserções de dinheiro como R$ 45 milhões tendem a ser fichinha, pois o valor tende a aumentar, pois a sanha pelo poder é algo que também não pára.

Em tempo, eu gostaria de saber o que os poucos líderes esquerdistas restantes farão contra essa doação à UNE.

E em relação ao PSDB, é o de sempre: um silêncio criminoso. Como sempre, coniventes com tudo que Lula faz. Explica-se: eles também são esquerdistas.

Algumas inovações para conseguirmos suportar conviver com esquerdistas

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Os esquerdistas, assim como os humanistas, estão espalhados pela sociedade com duas funções: obter vantagens e prejudicar a vida dos outros que não são esquerdistas/humanistas.

Sempre tem sido assim desde o início dos sistemas de esquerda. E a coisa não tende a mudar tão cedo.

Tudo bem que eles não praticam mais genocídios como faziam nos tempos de Stalin, Hitler e Mao, mas mesmo assim ajudam a colocar no poder gente como Obama, Cristina Kirchner, Lula, e coisas como Hugo Chavez e Fidel Castro.

Entretanto, limitar os danos causados por eles somente à implantação de ditaduras formais (como nos casos de Chavez e Castro) ou ditaduras informais (como no exemplo de Lula) chega a ser ingênuo.

Na verdade, os prejuízos causados por eles podem ser vistos por todos os cantos.

Como por exemplo, na ousadia dos criminosos que dominam os morros. Muito influenciados, aliás, pela idolatria dos intelectuais de esquerda aos bandidos.

Se o pensamento de esquerda não nos causasse prejuízos, poderíamos deixá-los encostados em seu canto sem nos preocuparmos com o fato deles sempre lutarem para dar poder a algumas pessoas para que estas realizem a tal “justiça social”.

Mas o fato é que a mera atuação social esquerdista é voltada a causar esses danos.

Por isso, devemos inovar e apresentar propostas para que consigamos conviver com eles.

Uma das propostas seria a aplicação da pena para crimes hediondos com foco na vítima.

Mas no que constituiria essa inovação?

Simples. Desde os tempos de Foucault (dentre outros, claro, mas este foi realmente um fashion designer) virou mania de esquerdista pensar nos direitos dos criminosos, no conforto dos criminosos, na recuperação dos criminosos.

Mas e as vítimas? Para gente como Foucault, as vítimas que se danem.

Claro que isso é uma injustiça com uma grande parte da população que não adora criminosos na mesma proporção que eles.

Desta forma, nessa inovação poderíamos focar na vítima, ao invés do criminoso.

Uma sugestão seria que aos 16 anos alguém já poderia assinar um documento citando uma lista pré-definida de crimes hediondos passíveis de serem cometidos contra ele. E ele poderia definir as penas a serem aplicadas a um criminoso que cometesse esses crimes, incluindo até a pena de morte.

Vejamos no exemplo hipotético.

O cidadão X, de direita, poderia escolher pena de morte para um bandido que lhe tirasse a vida em latrocínio. Já o cidadão Y, de esquerda, poderia escolher reeducação (sem prisão formal) para alguém que cometesse o mesmo crime.

Ou seja, o esquerdista teria todo o direito de amar e idolatrar qualquer criminoso que atentasse contra SUA VIDA. Ou mesmo se o criminoso cometesse um crime que o deixasse vivo.

Claro que os criminosos continuariam com o risco de receberem punições justas. Mas isso somente se atacassem alguém de direita que tivesse selecionado punições mais fortes para crimes contra ele.

Com isso, famílias de cidadãos decentes de direita não teriam que se indignar tanto com o amor da esquerda pelo bandido.

Esse amor pelos criminosos continuaria existindo, mas seria mais sentido pelas famílias dos esquerdistas. Mas aí o problema é deles, certo?

Uma outra inovação poderia ser o imposto opcional para justiça social.

Vamos realizar. Todo esquerdista alega que luta pela justiça social contra os “malvados” direitistas.

Que tal tirarmos essa dúvida?

Essa lei poderia fixar uma alíquota base para todos os profissionais: 15% de impostos.

A partir daí, novas taxas opcionais seriam criadas, incluindo: 25%, 50%, 75% e 90%. Naturalmente, esses números são apenas opções.

Suponhamos o Luis Nassif, que segundo as más línguas é um jornalista ferrenho apoiador do PT e que ganha mais de R$ 80.000, 00 / mês. (Fonte: livro “Lula é minha anta”, de Diogo Mainardi).

Ora, o sr. Nassif poderia escolher a alíquota de 90%, e todo mês ficar apenas com 10% de seus ganhos para si próprio, e o restante sendo destinado para a “justiça social”.

A partir daí, quando um esquerdista sair protestando contra os “burgueses”, poderíamos lhe perguntar de volta: “Quanto você OPTOU por pagar de imposto? Eu pago a taxa básica. Mas já que você alega ser mais ‘justiceiro social’, mostre o seu informe de imposto de renda opcional…”

Se realmente o esquerdista quer o sacrifício em prol da “justiça social”, algum sacrifício ele deveria fazer, não? (Ao invés de defender os impostos para todos…)

E deveríamos, naturalmente, ter uma forma de checar se ele é “justiceiro social” mesmo ou é só garganta.

Para concluir, uma terceira inovação poderia ser a educação rotulada.

Assim como hoje em dia “religião não pode” em salas de aula, por que doutrinações de esquerda e do humanismo podem?

Por isso, poderíamos ter um sistema que identifica discursos. Sejam discursos religiosos, humanistas, esquerdistas, etc.

Com isso, cada escola que oferece uma vaga a um pai de aluno, seja pública ou privada, teria que informar à esse pai que tipo de conteúdo é oferecido lá.

Assim como podemos comprar balas e refrigerantes “sugar free”, por que não podemos comprar e pagar por aulas “ideology free”?

E pais de alunos esquerdistas que querem seus filhos ouvindo aquela ladainha de “Che Guevara é rei” também poderiam ter a opção de registrar um filho seu para assistir aula em uma escola que está catalogada como possuidora de tal ideologia.

Essa inovação permitiria que os esquerdistas não entupissem os ouvidos de nossos filhos com suas sandices, mas tivessem pleno direito de entupir os ouvidos dos FILHOS DELES com o mesmo discurso.

Em resumo, essas três inovações seriam exemplos de medidas que poderíamos explorar para tornar a nossa convivência com eles algo mais sadio.

A partir daí, eles poderiam até divulgar suas idéias em euforia.

Mas teriam espaço limitado para nos incomodar.

Usando a provocação do adversário para motivar teístas e conservadores

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Wanderley Luxemburgo já foi um excelente técnico. O melhor do Brasil, talvez.

Hoje em dia já foi superado por outros.

Mas não posso deixar de reconhecer seus méritos na época em que ganhou vários títulos pelo Palmeiras.

O vídeo acima (infelizmente sem som) mostra o primeiro jogo da decisão do título paulista de 1993 entre Palmeiras X Corinthians.

Entretanto, nesse jogo, quem se sagrou vencedor foi o Corinthians, com um gol de Viola.

O problema (para o Corinthians) é que o centroavante comemorou o gol imitando um porco, símbolo do Palmeiras.

Logo de cara, os palmeirenses ficaram ofendidos. E deixaram que esse incômodo fosse passado aos jogadores do time durante a semana, nos dias que antecederam o jogo de volta.

Como Luxemburgo era muito esperto, de imediato realizou uma palestra na qual usou a gravação da imagem da comemoração de Viola para INCENTIVAR os seus jogadores a entrarem em campo mordidos no segundo jogo.

Quem acompanhou a segunda partida, na qual o Palmeiras reverteu o placar com juros, pode se lembrar da garra mostrada pelos jogadores em campo. Eles entraram na partida não só para vencer  jogo, mas para REVIDAR a provocação feita por Viola anteriormente.

O resultado foi a vitória palmeirense por 4×0, como pode ser visto abaixo:

Quem gosta de futebol, deve saber que hoje em dia, há muitos treinadores que chegam até a TOMAR MEDIDAS para que seus jogadores não provoquem os do time adversário antes de partidas relevantes.

O motivo já fica evidente: eles não querem dar MOTIVAÇÃO ADICIONAL ao adversário.

Seja lá como for, esse exemplo mostra que em duelos ideológicos, há algo que podemos aprender (e muito) com o futebol.

A guerra em rede entre direita e esquerda é uma luta pelo poder, na qual os esquerdistas querem dar o poder a estadistas de estado inchado que enfiarão a mão no seu bolso (para obter altos impostos), e nós, direitistas, não queremos que isso aconteça.

Os esquerdistas querem usar esse dinheiro público para doutrinar as suas crianças com as ideologias deles, e nós, claro, somos prejudicados por isso. Portanto, somos oponentes.

Os esquerdistas querem calar a boca do religioso, inclusive redefinindo a expressão “estado laico” por “laicismo radical” (como no exemplo visto aqui). Nós, é claro, se deixarmos que eles nos calem estaremos dando a vitória a eles.

Esses pontos levantam a seguinte questão: o lado oponente faz sucessivas provocações contra nós por que tem a oportunidade de fazê-lo. E nós não temos tanto espaço assim para revide (ainda).

Mas e se atuarmos no estilo “Luxemburgo 93” para usar essas provocações e deslealdades do oponente a nosso favor? (Isso que eu não acho a provocação do Viola algo desleal ou desonesto. A provocação dele foi simplória e ingênua, ao contrário das provocações esquerdistas/humanistas, que tem cunho ideológico, com foco na obtenção do poder)

Nesse caso, poderíamos pegar o exemplo da gritaria de Mitch Kale e seu amiguinho quando parlamentares haitianos rezaram no plenário.

Poderíamos comentar esse fato em comunidades cristãs e conservadoras e dizer: “Quem esses dois vagabundos pensam que são para querer nos proibir de rezar? Devemos rezar quando tivermos vontade e se eles reclamarem temos que falar na cara deles: ‘Vou continuar rezando e você, filho da puta, vai ficar quietinho aí’. E vocês, vão ficar calados quanto à essa provocação dos dois? Com certeza eles estão rindo nas costas de vocês enquanto não recebem o revide”.

Ou então no exemplo dos recentes protestos dos gayzistas em frente ao Mackenzie. Da mesma forma, podemos chegar em uma comunidade cristã e dizer: “Estão vendo? Essa escória não quer que você nem sequer continue achando o homossexualismo errado. Eles querem, na verdade, ensinar aos seus filhos que homossexualismo é correto. Mas muitos cristãos merecem, pois eles vão protestar na frente do Mackenzie e poucos cristãos revidaram. E agora, vão continuar ficando quietos? Eles vão se deliciar enquanto usam o dinheiro público para doutrinar seus filhos. E agora?”

No filme “Coração Valente”, William Wallace diz: “todos os homens morrem, mas nem todos os homens realmente vivem”.

A menção era ao fato de que muitos eram vilipendiados, dia e noite, e se calavam. Eles não passavam de zumbis ruminando as cenas de humilhações que sofreram.

Os bons técnicos de futebol hoje fazem o contrário. Eles pensam: “Aha, quer ofender e provocar? Legal. Essa provocação feita por vocês vai gerar frutos”.

Hoje em dia, muitas ofensas feitas pelo oponente não podem ser respondidas na hora. Isso seria inviável.

Como na época em que vários jornalistas realizaram a campanha de pânico moral contra a Igreja Católica.

Mas já que não é possível revidar no momento, poderíamos capitalizar em cima dessas provocações, usando-as para MOTIVAR aqueles do nosso lado que estão biologicamente vivos, mas espiritualmente mortos.

Por exemplo, veja este diálogo hipotético entre um jornalista e um técnico de futebol:

  • JORNALISTA: É verdade que seus jogadores estavam em uma noitada e disseram que o seu adversário de domingo, o time Y, devia estar na segunda divisão?
  • TÉCNICO DO TIME X: De jeito algum. O nosso adversário é um time grande, e deve ser respeitado.
  • JORNALISTA: Mas o técnico do time Y disse que ouviu isso e eles vão dar uma resposta em campo.
  • TÉCNICO DO TIME Y: Ele é espertinho, e quer motivar o time dele. Ele é malandro. Mas nós não falamos nada, e ele não pode provar. Quero reafirmar aqui: nós respeitamos o time deles, achamos que é um time grande e o jogo será dificílimo.

Diálogos assim são comuns no futebol, e servem como EVIDÊNCIA de que o uso da provocação adversária para motivação do lado adversário realmente funciona.

E em nossa militância, temos que usar as técnicas que funcionam.

Eu chamaria essa técnica de “Capitalização em cima da provocação do adversário”.

Como exemplo, imagine um blog de humanistas que lance acusações infundadas e difamações contra religiosos. Essas ofensas são parte de uma propaganda. No caso, para deixar o exército ideológico deles motivado.

Mas as mesmas frases poderiam ser parte de uma propaganda do nosso lado. Aí a idéia é tirar muitos cristãos e conservadores da zona de conforto e estimulá-los ao combate ideológico.

Se aprendermos com o futebol, podemos redefinir em alguns anos (ou talvez mais de uma década) a forma como a ofensa e a difamação lançada pelo esquerdista contra nós é trabalhada.

Hoje eles fazem em grandes quantidades, e não capitalizamos em cima dessas ofensas.

O que defendo aqui, em pleno estilo “Luxemburgo 93”, é transformar a ofensa deles em algo a nosso favor. Algo como “Aha, provocou e ofendeu? Deixe estar.”.

Poderíamos até pensar no futuro em criação de blogs com compilações de ofensas de diversos tipos feitas por eles.

E a partir daí, quanto mais ofenderem, mais motivados nós nos tornaríamos.

E aí, somente aí, eles passariam a pensar duas vezes antes de perderem a dignidade enquanto falam da gente.

Um gay comenta a indecência dos atuais “movimentos gays”

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Abaixo um ótimo texto escrito por um intelectual gay, Justin Raymondo.

Leiam abaixo, e depois comento:

Os ativistas gays do passado pediam que o governo os deixasse em paz. Seu programa político era focado em descriminalizar relações homossexuais entre adultos que consentiam a relação. Mas hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade. Mesmo que o poder do estado tenha sido usado contra gays desde a Idade média, repentinamente líderes gays atuais parecem compor uma união declarando: “Agora é a nossa vez”. Isso é uma grande ironia – e uma causa em potencial de problemas para os homossexuais e tumultos para a America.

A origem do movimento de liberação gay na America pode ser definida como a tarde de Junho, 27, 1969, quando patrocinadores do Stonewall Inn, um bar homossexual em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia fechar o local. Por três dias, uma rebelião na vizinhança evitou de forma efetiva que a polícia executasse uma velha tradição de fechar as portas dos bares gays e prender aqueles que não pagassem propina. Na queixa oficial, os operadores do Stonewall foram citados pela ausência de licença para vender bebidas. Mas mesmo que eles tivessem essa licença, temos dúvidas se sua requisição seria atendida: o comitê de licenciamento estadual era naturalmene hostil aos grupos gays. Os primeiros militantes gays modernos estavam, então, se rebelando contra regulação. De fato, se tornar livre do governo geralmente era uma idéia central da liberação gay.

Mas algo aconteceu para distanciar o movimento gay de seu objetivo original. Hoje, o chamado movimento pelos direitos gays vê o governo como a agência, não como inimigo, da liberdade. Da medicina socializada à legislação anti-discriminação até as lições obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há sequer um esquema focado em aumento do poder do governo que esses alegados lutadores da liberdade não apóiem.

Enquanto atos homossexuais entre adultos sob consentimento são ilegais em alguns estados, eu acredito que as organizações dedicadas à repelir essa idéia tem um lugar legítimo na constelação de causas por direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, entretanto, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. As evidencias mostrando que os movimentos de direitos gays têm assumido um estilo cada vez mais autoritário é o resultado inevitável de assumir as causas políticas com base em lealdade de clã, ao invés de princípios filosóficos.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais. Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, os movimentos de direitos gays deveriam retornar às suas raízes libertárias. Isso iria iniciar o processo vital de despolitizar a homossexualidade e minar a criação de uma cultura de guerra que a minoria gay jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que gays “centristas” como Andrew Sullivan defendem iria forçar o tratamento governamental de forma equânime à heterossexualidade, como visto nas requisições de Sullivan pelo pseudo-“casamento” gay e a presença de gays assumidos no exército. Verdadeira neutralidade, entretanto, não iria envolver reconhecimento, mas indiferença, ausência de atenção, inércia. Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual. Ele não iria nem sequer proibir nem dar status legal ao casamento gay. Em um ambiente militar, um estado neutro iria submeter toda sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Gays deviam rejeitar a idéia nonsense que eles são oprimidos pelo “heterosexismo”, uma ideologia má que subordina e denigre homossexuais pela insistência da centralidade da heterossexualidade na cultura humana. Não há uma base para isso na biologia humana, entretanto algo que pode ser chamado de projeto reúne acadêmicos organizados em uma imaginação que define a sexualidade humana como uma “construção social” a ser alterada conforme a vontade. Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

Mesmo muitos liberais gays reconhecem que o modelo de direitos gays já tornou obsoletas quaisquer utilidades que alguma vez já existiram. A idéia de que pessoas gays, particularmente homens gays, como um grupo de vítimas é tão contrário à realidade que não é sustentável. Em cenários econômicos, políticos e culturais, a influência gay ocorre em maior proporção do que seus números, um fato que tem alimentado várias teorias da conspiração. Dos Cavaleiros de Malta medievais ao “Homintern” misterioso de tempos modernos, o tema com a idéia de uma cabala homossexual poderosa é persistente na literatura conspiratória, que mimetiza a forma e o estilo da campanha anti-semita.

Coberto com a propaganda de vitimização dos últimos 20 anos, esta imagem do poder homossexual secreto é combinada para produzir um perfil extremamente desagradável: uma criatura de altos privilégios que lamenta-se constantemente sobre sua situação. Se a liderança política gay realmente está tão preocupada sobre o alegado crescimento da liderança anti-gay, talvez eles deveriam se preocupar em projetar uma imagem menos atacável.

Como se fosse um contingente militar especializado em empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo dos habitantes da América, o lobby gay capitaliza nas piores inseguranças de seus membros. Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “Sem nós, você não teria chance alguma contra eles”.

Mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais. A Christian Coalition, o Eagle Forum, e outros ativistas conservadores arraigados apenas se envolveram em atividades políticas “anti-gay” de forma defensiva, trabalhando para reverter as legislações de direitos gays que atacaram suas crenças mais valorizadas.

A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder em guetos urbanos como San Francisco – tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam. A legislação de direitos gays viola os princípios ao liberalismo autêntico, e homossexuais deveriam se voltar contra ela – para se distanciar dos excessos de um movimento militante destrutivo, para ajudar a evitar danos sociais e corrigir alguns erros graves. Estes erros são o assalto político cometido contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução dos direitos gays; a infinita ridicularização da religião promovida pela imprensa gay; e o ilimitado desprezo por toda tradição e “valores burgueses” que permeiam a subcultura homossexual.

E a busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio. Não existe cultura gay separada da cultura em geral, e a despeito de alegações pseudo-científicas em contrário, não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes. Esforços para reconciliar a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é conceder ao grupo o direito que as pessoas, gays ou não, realmente não possuem – o direito, aliás, não deve justificar sua existência.

A obsessão com a idéia de “sair do armário”, e a auto-centralização basicamente feminina que tal ritual implica, é certamente outro aspecto do qual o movimento gay deve se afastar. Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco. Para uma solicitação (não, demanda) tão desaforada, tal aprovação sob a forma de algum ato do governo é um ato de incomparável mau gosto. Da mesma forma, é uma confissão de tão devastadora falta de amor próprio, de vazio interior, que sua expressão pública é difícil de dimensionar. Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.

A história do movimento gay revela que ideologia e Eros são antípodas. Política, como disse Orwell, é simplesmente um “sex gone sour”, na qual sour (ácido) certamente descreve a visão de mundo dos dogmatistas dos direitos gays. Isso é evidente apenas ao olharmos para eles: sitiados por todos os lados por uma sociedade “heterossexual”, e geralmente demasiadamente sozinhos para arrumar um encontro, estas pobres almas tem dessa forma que politizar sua sexualidade que mal podem alegar realmente existir.

Ao invés do excessivo moralismo da “visibilidade” gay, uma resolução razoável da Questão Gay deveria solicitar um retorno às maravilhas da vida privada, a redescoberta da discrição ou mesmo anonimidade. A politização do cotidiano – do sexo e as principais instituições da cultura – é uma moda que deve ser fortemente resistida, não apenas por gays mas também por amantes da liberdade em qualquer esfera da atividade humana.

Meus comentários

Mas não é que o Justin Raymondo está correto?

Ele me lembra os discursos do Clodovil, que sempre rejeitou a ditadura gay.

Enfim, Clodovil era gay, mas não um gayzista. Assim como Raymondo.

Precisamos saber se os movimentos gays falam por todos os gays ou apenas por grupos de esquerda que querem USAR os gays de forma política.

Vale o mesmo em relação aos neo ateus/humanistas. Será que eles representam todos os ateus ou apenas são um grupo USANDO os ateus de forma política?

É importante investigarmos essa postura, pois temos que retaliar tanto os ataques dos movimentos gays como dos movimentos humanistas.

Mas isso não implica um ataque aos gays e ateus.

Somente àqueles que estão contra nós.

Prepare-se para ser xingado!

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Em um debate contra esquerdistas e humanistas, conservadores e cristãos devem estar preparados para uma coisa: sofrer difamações e ofensas.

Mas não espere poucas ofensas.

O que você deve esperar é ser ofendido de maneira OBSESSIVA por eles.

Vamos avaliar aqui algusmas das opiniões típicas de um conservador cristão.

Em seguida, lembremos que tipo de ofensas eles farão contra nós SOMENTE pelo fato de verbalizarmos tais opiniões.

Por exemplo, em relação ao apoio ao conceito de família e do valor do relacionamento heterossexual.

Queremos, é claro, que nossos filhos sejam educados sob os conceitos da família tradicional.

E por que queremos isso?

Por que pagamos impostos (no caso das escolas públicas) e mensalidades (no caso das escolas privadas) e não queremos que ensinem aos nossos filhos uma moral que nada tem a ver conosco.

Claro que até entramos em um acordo e entendemos o conceito de estado laico.

Nas escolas públicas, eu mesmo não faço questão que se ensine religião.

Mas não posso tolerar que usem o MEU DINHEIRO (lembremos: sem nossos impostos, não existiria nem sequer um estado, e muito menos escolas públicas) para ensinar uma moral que surgiu para ser OPOSIÇÃO aos ensinamentos religiosos.

A nossa requisição é tão legítima quanto exigir um juiz neutro para um jogo de futebol.

Imaginem a seguinte situação hipotética: há dois times, X e Y, que disputam uma partida na qual o time X quer definir quem é o juiz.

Suponhamos que o time Y proteste contra isso e ache injusto, ao ponto do time X declinar da idéia de definir o juiz.

Ainda nesse exemplo, imagine que o time Y aproveite o burburinho gerado não para lutar pela presença de um juiz independente, mas pelo direito dele próprio ESCOLHER o juiz.

E aí, a partir do momento que os dirigentes do time X protestam, os dirigentes do time Y começam a xingar os dirigentes do time X.

É exatamente essa a situação que acontece nos conflitos ideológicos atuais.

Nós, conservadores, recuamos e deixamos que eles tirassem a educação conservadora das escolas.

Mas no momento em que exigimos que eles tirem a educação esquerdista/humanista, eles começam a nos xingar.

Qual a conclusão que tiramos disso?

Estamos diante de um adversário que não tem dignidade.

Eles sabem exatamente disso, e até para que não discutamos eles começam com a xingação.

Uma vitória deles ocorre quando uma ofensa é recebida pelo nosso lado e não é revidada.

O mesmo pode ser dito do recente movimento Conservador “Tea Party”.

Basicamente, o que pedimos é a redução de impostos e a diminuição do estado.

Isso foi o estopim para que TODOS os participantes deste movimento (que hoje conta com a simpatia de 30% dos norte-americanos) fossem tachados de extrema-direita, ultra-fundamentalistas e coisas do tipo.

Naturalmente, rótulos ofensivos que não tem absolutamente nada a ver com o objeto de discussão. São apenas meios de difamação e ofensa.

Assim como na recente invasão dos morros pela Polícia e o Exército. Invasão esta que culminou com vários traficantes mortos e muitos presos.

O mero apoio à essa iniciativa contra os bandidos é suficiente para que o conservador seja tachado de “fascista”.

Como não ficam felizes com isso, ainda dizem que o conservador quer que APENAS os pobres sejam punidos. Com isso, os esquerdistas transformam um mero evento de bandidos contra cidadãos decentes e a polícia em mais uma “guerra de classes”.

O que quero dizer, em resumo, é que para que QUALQUER opinião de um conservador sobre a vida pública, há um conjunto de ofensas específicas resultante.

Isso tudo para que o esquerdista passe a sua vida ofendendo o conservador.

Essa tática de ofensa continuada tem por objetivo fazer com que aquele ofendido veja que a baixaria chegou a tal limite que certo dia DESISTA de discutir. É a tática pela qual são lançados na espiral do silêncio.

Seja lá como for, temos que deixar claro que qualquer conservador que entrar em discussão e lançar pontos legítimos da opinião conservadora tem que estar preparado para SER XINGADO E VILIPENDIADO.

Mas isso não significa que você deva ser conivente com as ofensas.

Por exemplo, quando você diz que não quer uma educação incentivado o homossexualismo em salas de aula nas quais seu filho assiste, e por isso é chamado de homofóbico, faça um revide à altura.

Chame o ofensor de safado e mentiroso, e se preciso leve a questão aos tribunais.

Vale o mesmo para alguém que te chame de “fascista” só por que você apoiou a ação dos militares contra os traficantes.

Como exemplo, neste caso em que Datena teria ofendido os ateus. Os movimentos sociais humanistas e ateus fizeram tanto fuzuê que o MPF entrou com uma ação contra o apresentador.

Todas as ofensas feitas por Datena não são nem um décimo daquelas feitas pelos principais líderes do ateísmo militante contra os religiosos.

E qual o tipo de reação religiosa contra esses ateus militantes na mesma proporção que os militantes ateus fizeram contra Datena?

Simplesmente nenhuma.

Quer dizer, estão dizendo em público que a ofensa ao cristão e ao conservador é algo a ser consentido.

Vai demorar muito tempo (algumas décadas) para que alguém que seja conservador e/ou cristão volte a merecer o mínimo respeito.

Mas é como a Bíblia nos ensina: é o livre arbítrio.

Se quisermos voltar a receber o mínimo de respeito necessário a qualquer ser humano, temos que ESCOLHER com assertividade essa opção, e nos comportarmos como se realmente tivéssemos essa intenção.

E para isso temos que revidar as ofensas e não deixar nada barato.

É como em uma cena do filme “Indiana Jones e a Última Cruzada”, em que o personagem principal perde uma peça rara pela qual lutou.

O sujeito que lhe venceu diz: “Você perdeu essa, mas não precisa gostar de perder”.

A mensagem era a seguinte. Mesmo que alguém perca uma batalha, não é preciso passar a vida perdendo. Pelo contrário, as derrotas devem servir como motivação para a obtenção de vitórias.

Vale o mesmo para o cristão conservador.

Hoje, em debates, tua vida é ser ofendido pelos opositores.

Mas não precisamos gostar disso.

Os humanistas e a arte de promover crenças perigosas e injustificadas

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Sabemos que o humanista mente a todo momento que abre a boca. Ou que escreve, o que dá no mesmo.

Assim como para todos esquerdistas, mentir para eles é uma arte.

Mesmo assim, algumas das mentiras alcançam a dianteira.

Como a crença no homem. Todo humanista acredita que o ser humano, por sua ação, irá criar um mundo melhor, para todos os outros.

Obviamente, uma crença doente.

Vejamos em um exemplo corporativo.

Suponhamos que existam 10 pessoas em sua equipe que possuam a senha master do servidor principal da empresa.

Uma dessas pessoas passa a alimentar uma crença no homem e acredita que se um estranho pedir essa senha, ele deve fornecer, pois pessoas estranhas vão adquirir, aos poucos, uma “empatia” pelo outro a ponto de até receber uma senha de acesso ao servidor master e não realizar alguma ação danosa.

Considerando a organização, qual a pessoa mais perigosa entre os 10?

Obviamente, que é este sujeito que tem FIXAÇÃO em confiar em estranhos.

Qualquer pessoa que já tenha atuado em auditoria sabe disso.

Quem confiar em estranhos, nas organizações, é PERIGOSO para a sua organização.

Todas as pessoas tem o direito de acreditar no que quiser, mas devem ser QUESTIONADAS se sua crença ao mesmo tempo é injustificável e perigosa.

No caso, demitir o funcionário é a melhor opção.

E no mercado de idéias vale a mesma coisa. Quando dizemos que a crença do humanista é a mais PERIGOSA das grandes crenças atuais (e que em essência originou todas as ideologias da esquerda), é pelo mesmo princípio.

Quando dizemos que os conservadores querem o estado enxuto, é simplesmente por que NÃO CONFIAMOS nas pessoas que tomam conta do estado.

A AUSÊNCIA DE CONFIANÇA EM ESTRANHOS é algo que dinamita todas as esperanças humanistas.

Tanto Hitler como Stalin alcançaram o poder de forma totalitária. Prometeram maravilhas. Pediram confiança. Receberam esta confiança.

Mas a questão é clara: quem confia, o faz por sua conta e risco.

É preciso mudar a postura em relação aos crentes no homem.

Temos que ter a seguinte concepção: ENQUANTO eles mantiverem sua crença sem evidências, pessoas correm risco. Foi assim nos tempos dos genocídios comunistas/nazistas e a tendência é que o perigo aumente. (Nossa tecnologia de matança é muito maior hoje do que há 50 anos atrás)

A divulgação das crenças humanistas requer vigilância e refutação.

Por exemplo, mesmo com os exemplos de Hitler e Stalin, os humanistas não se contentam e lutam pelo GOVERNO GLOBAL.

A promessa é de que AÍ SIM existirá a paz, pois não existirão nações em guerra.

O problema é que sem a estrutura da soberania entre as nações, não há nenhuma evidência de que os conflitos diminuirão. Pelo contrário. As guerras de menor escala (guerras civis, por exemplo) tendem a aumentar, pois a luta por recursos é inerente à existência humana.

Se a crença em um governo global como solução para a paz no mundo é injustificada, por que eles acreditam tanto?

É aí que o humanismo cai na mesma categoria da fé cega e injustificável. Em suma, do pior tipo de religião. (Sim, pois nem toda manifestação religiosa é saudável)

A partir do momento em que o humanista comprou a idéia de que ele é o construtor de um mundo belo, aparentemente o que se vê é a manutenção desta crença, mesmo que todas as evidências mostrem o contrário. E mostram mesmo

Dizem eles que “promovem a idéia de que o sofrimento diminuirá” se forem abandonadas “tradições ruins”.

E quais essas tradições ruins?

Aha. A religião.

A partir daí prometem que no dia em que o ser humano não tiver mais crenças religiosas, todos terão o mesmo ideal, e irão criar esse mundo sem sofrimento.

Novamente, aí precisam mentir para esconder as evidências incontestáveis do gregarismo, visto em todas as espécies. Portanto, está presente na espécie humana também.

A promessa de diminuição (ou até encerramento) do gregarismo na espécie humana por causa da eliminação da religião é um dos argumentos mais doentios da era pós-iluminista.

Detalhe: ele é um argumento que tem por função a criação de um bode expiatório contra a fantasia deste mundo com “menos sofrimento”.

Em suma, a própria idéia de um mundo unificado, por um governo global, é perigosa SE for executada, pois aí teríamos o cúmulo do totalitarismo.

E na luta por esse ideal insano eles ainda mantém a crença doentia do fim do gregarismo, mas SOMENTE se a religião for extinta.

Em organizações pessoas com idéias doentias e inerentemente perigosas são expurgadas através da demissão.

No caso da sociedade, o papel de expurgar pessoas com crenças perigosas é nosso.

Devemos apontar o dedo para eles e denunciá-los aos nossos iguais.

Não é preciso cometer nenhum ato de violência contra eles, claro. Assim como não precisamos cometer nenhum ato de violência contra pessoas de mentalidade doentia nas organizações.

O que precisamos é mostrar à sociedade o que eles são.

São pessoas perigosas.

Mas o perigo reside apenas enquanto damos atenção à eles.

Se os humanistas gostam tanto de falar (mal) da religião, temos que em retorno falar deles em grande proporção nas universidades, mídia, redes sociais e o que valha.

E, enfim, colocá-los na arena.

Se eles conseguem defender o humanismo, que sejam desafiados a isso.

E que paguem o preço por serem humanistas.

Esse preço é o de serem identificados publicamente como pessoas perigosas devido às crenças que possuem.

Guerra ideológica em rede: uma vitória, uma derrota e uma incógnita

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Assim como os norte-americanos tiveram que lutar por sua liberdade no passado, todas as sociedades ocidentais hoje têm que fazer o mesmo.

Grande parte dos conflitos atuais estão ocorrendo em embates ideológicos.

Os eventos recentes no cenário nacional mostraram exemplos claros, explícitos, de como nós (da direita) podemos ganhar, perder ou até estar em um estado de “empate” nessas lutas.

Os três eventos que falo aqui são:

  • Uso das forças armadas para contra-ataque à violência do tráfico de drogas no Rio de Janeiro (a vitória)
  • Pressão sofrida pela Universidade Mackenzie na questão “homofobia” (a derrota)
  • O retorno do discurso de controle da mídia por Franklin Martins (a incógnita)

Vamos a eles.

A vitória

Sabemos que todos os esquerdistas adoram os criminosos.

Sob a fachada de “Direitos Humanos” (quando o que eles praticam é apoio ao “direito dos manos”), eles querem exercer pressão psicológica sobre toda a sociedade quando morre um bandido, mas ignoram os fatos quando um policial ou cidadão decente é morto. (No máximo, eles se manifestam se a morte vier de alguém das “minorias oprimidas”)

O detalhe é que os recentes conflitos nos morros cariocas, relacionados ao tráfico de drogas, resultaram em um cenário de guerra civil.

De início, os marginais faziam o que queriam, queimando vários carros e executando crimes.

Mas isso não durou muito, pois a força policial revidou à altura e invadiu a favela Vila Cruzeiro.

A coisa esquentou ontem (dia 26/11), quando o exército aportou nas ruas do Rio de Janeiro, auxiliando a Polícia Militar e as Forças Especiais (incluindo o BOPE) a tomar os territórios das mãos dos traficantes.

A grande vitória não é essa, no entanto, mas sim ver a POPULAÇÃO APLAUDIR  a presença do exército.

Cada incursão vitoriosa aos morros AUMENTA a popularidade dos policiais e das forças armadas perante a população.

E isso é tudo que os esquerdistas não querem.

Como exemplo, vamos avaliar algumas manifestações deles irritados com o fato de criminosos serem colocados para correr, vindas da comunidade do Orkut “Direitos Humanos”.

Abaixo está a declaração do forista José Carlos, praticamente redefinindo a expressão relativismo:

O que é ser bandido? O que é roubar? Toda vez que eu me benefício em detrimento do meu próximo eu estou sendo bandido, isso é roubar. Conclusão: No brasil não existe esse papo de cidadão de bem. TODO MUNDO É LADRÃO NO BRASIL. Tudo que o brasileiro faz é sempre pensando em passar a pernar no seu próximo. Isso é roubar. Ir pra rua roubar uma carteira com dez reais é muito menos grave do que muitas condultas de homens que se dizem cidadãos de bem. Como sair dirigindo porre é botar a vida dos outros em risco. Mas tem que tem um bode expiatório, claro, é justamente esses ladrão pobre que está na rua. Muitos de vocês que falam em punição mas cheiram o cu de muitos bandidos de verdade que estão arrebentando com a sociedade.

Um tal de Juruna (fake, é claro) concordou plenamente:

É mesmo… e depois de tudo o que o povo decente passou na mão dessa polícia corrupta, a mídia passa a idéia de que todos estão apoiando. Os bandidos pelo menos reagem ao mando e desmando desses políticos e policiais autoritários. O povo em geral, pacífico e escravizado, obedece a tudo e se humilha inertemente nas infinitas filas desse Estado corrompido e elitizado.

Francisco também já veio executando agenda:

O estado está tentando diminuir um pouco a sua ausência de décadas nas comunidades pobres com o uso de fuzil.

Conclusão: estão irritadíssimos.

E tem mais é que ficar irritados mesmo!

Os esquerdistas não tem MORAL para aparecer na TV e criticar a ação da polícia.

Enfim, o clamor popular causado em FAVOR da ação policial é uma RETUMBANTE VITÓRIA da Direita nessa guerra em rede.

Neste momento, os lados estão claros: “Bandido é bandido, e merece ser tratado como bandido, e a população em massa está a favor disso, aos esquerdistas resta o choro!”.

Nós, da direita, precisamos aproveitar esse momento a nosso favor.

A derrota

Por outro lado, a esquerda conseguiu uma vitória de bom porte na questão da “homofobia”.

Como já citado aqui, o truque da esquerda e dos humanistas é chamar coisas como declarar que “o homossexualismo não é correto” de homofobia.

Nada disso. Na verdade, homofobia é uma aversão aos gays, de maneira doentia. Algo que levaria alguém a cometer atos violentos contra os gays.

Não existe nada disso na declaração de alguém que, por suas crenças focadas na valorização da família, diz que “homossexualismo é pecado”.

Como os humanistas lutam para a erradicação da religião, eles precisam de pretextos para criminalizar o cristianismo. Nada melhor para eles do que impedir que um dos pilares da crença cristã, a valorização da família, seja limitada pelo fato de que os cristãos teriam que ser proibidos de criticar os “casais” gays. Já os esquerdistas precisam também da redução da influência da religião, e por isso a implementação humanista é totalmente apoiada por eles. Os esquerdistas também precisam da aliança com os grupos gayzistas, pois todo grupo que se alimenta de um rancor injustificado contra uma maioria é combustível para os ideais revolucionários.

Com isso, o evento de um jovem batendo com uma lâmpada fluorescente na cabeça de um homossexual que andava pelas ruas foi o pretexto para a mídia começar o escândalo.

A partir daí, o evento foi tachado como homofóbico. (Mas quando um heterossexual é agredido por gays, como mostrei no link citado, o ato não é considerado como heterofóbico)

Foi o motivo para atiçar as massas gayzistas contra as instituições cristãs, em particular o Mackenzie, que divulgou em um texto sua opinião contrária ao homossexualismo. (Veja a matéria em que o Mídia sem Máscara apoiou o Mackenzie aqui)

Os esquerdistas marcaram pontos nos seguintes itens: “Quem não nos apóia é homofóbico” e “As instituições cristãs apóiam a homofobia”.

Naturalmente, as duas expressões são mentirosas, mas foram repetidas em tamanha intensidade que os esquerdistas fizeram seus pontos ao cravá-las na mentalidade de muitas pessoas (geralmente os indecisos dentro dessa contenda intelectual).

A ridícula ausência de reação por parte dos conservadores (a Universidade Mackenzie, por exemplo, se calou) é o que auxiliou os gayzistas (e seus pares humanistas e esquerdistas) conseguirem essa vitória.

Uma sugestão é que na próxima vez que algum desses vier gritando “homofóbico” em direção à instituições relevantes que estão do nosso lado, que estes metam PROCESSO na cara de quem faz isso.

Se alguém não é homofóbico, não tem que se defender somente por dialética, mas principalmente por vias de processo.

A incógnita

Um terceiro item da guerra em rede entre nós e eles é um dos mais críticos, mas ainda não podemos dizer quem ganhou.

Aliás, se eles vencerem, aí sim é que será uma vitória de larga escala da parte deles.

Esse conflito refere-se em relação ao projeto de controle de imprensa do PT.

O ministro da Comunicação Social do governo Lula, Franklin Martins, aproveita seus últimos dias no cargo para tentar à todo custo aparecer na mídia o máximo possível exatamente para divulgar seus planos de controle da mesma.

Seus discursos, naturalmente, tem a clara intenção de servir de motivação aos seus militantes, na mídia e nas redes sociais, a agirem.

Disse Martins:

Vamos nos desarmar. Nenhum setor tem o poder de interditar a discussão. Está na agenda. Será feita, ou num clima de entendimento ou de enfrentamento. Ela vai acontecer de qualquer jeito.

Essa própria confiança acima, tentando criar a idéia de que aquilo que pelo que se luta é inexorável, é um dos recursos que a esquerda usa há muito tempo. O próprio Marx era um especialista nesse tipo de recurso.

Mas na verdade, não sabemos se os petralhas ganharão ou não.

Outro fator é que nesse conflito até alguns esquerdistas (do PSDB) não estão a favor do controle da mídia. (Mesmo que Fernando Henrique Cardoso tenha dado algumas declarações suspeitas durante a semana)

Mesmo assim, não podemos duvidar da energia que os petralhas depositarão nas redes sociais e na mídia, sempre usando os mesmos truques. (O principal deles será este aqui)

Nós sabemos que todos esquerdistas amam mais do que tudo conseguir o poder de forma totalitária, seja para eles ou principalmente para os seus líderes.

Se Franklin Martins conseguir implementar um controle de mídia a ponto de usá-lo para cercear a liberdade dos órgãos de imprensa que sejam contra o governo petralha, a esquerda mais extrema terá obtido a sua vitória maior.

Como até alguns esquerdistas estão criticando esse projeto, não sabemos se eles conseguirão seu intento.

Justamente por isso, temos que ficar vigilantes, pois o preço da liberdade é a eterna vigilância.

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