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Leonor Berger e o estranho caso das mulheres “machistas”

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Fonte: Marxismo Cultural

Há algumas semanas (meses?) atrás ficamos a saber duma jovem cuja vida aparentemente foi salva devido ao tamanho dos implantes nos seus seios. Esta notícia com um final feliz causou a que uma feminista mostrasse mais uma vez o que se torna cada vez mais óbvio: as feministas odeiam mulheres que se esforçam para cativar a atenção e o desejo dos homens.

Aparentemente, e segundo as auto-promulgadas “defensoras dos direitos das mulheres”, as mulheres podem fazer quase tudo (até matar bebés) mas não podem de maneira nenhuma modificar o seu próprio corpo como forma de fazer o que as mulheres já fazem há milénios: usar a sua própria beleza para atrair homens.

Um exemplo cabal disto é este texto escrito por uma feminista com o nome de Leonor Berger. Ela diz:

Raparigas adolescentes, mesmo crianças de 10-12 anos (e nem quero entrar no tema da potencial pedofilia…), expõem os seus corpos e fazem poses que acham sexy, para chamarem a atenção dos rapazes e homens que surfam na Internet.

Será que as feministas não se apercebem que esta táctica de envergonhar os homens em relação ao seu natural apreço por mulheres bonitas não funciona? Porque é que sempre que se fala de mulheres ADULTAS que usam a sua beleza para atrair homens, as feministas invocam o perigo da pedofilia em tais casos?

Se há menores que erradamente e perigosamente colocam fotos suas na internet, isso é da responsabilidade dos pais da criança (ou da mãe solteira, como é normal hoje em dia). Sem dúvida que isso é algo que tem que ser combatido e prevenido mas o foco do post da Laura não é bem esse, como se vai ver mais adiante.

Publicam fotos e vídeos nos blogues e nas redes sociais, chegando mesmo a enviá-los por email ou sms a rapazes (ou homens) que conhecem. Tudo porque hoje em dia, para se ser bem-sucedida, pensa-se, há que ser sexy. E ser sexy é mostrar muita pele.

Falso. Ninguém defende que para uma mulher ser bem sucedida ela tem que ser sexy. O post da Leonor não é sobre as mulheres bem sucedidas mas sim sobre mulheres que usam a sua beleza para atrair a atenção masculina.

É para este fenómeno que alguns escritos feministas têm alertado ultimamente. Sob uma aparência de alegada libertação sexual, mulheres cada vez mais jovens objectificam-se em público – e não há actualmente lugar mais público que a Net.

Notem na passagem “cada vez mais jovens” e reparem como isso vem na mesma linha do que foi dito em cima; sempre que as mulheres modificam a o seu corpo para atrair os homens, as feministas invocam incessantemente o espectro da pedofilia.Isto é problemático e suspeito. Porque é que quando se fala em mulheres bonitas, as feministas começam logo a pensar em menores semi-despidas? Os homens sexualmente normais não fazem qualquer tipo de relação entre mulheres adultas bonitas e menores nuas. É a mente porca das feministas que geralmente faz essa conexão.

Repare-se também como as feministas não gostam da forma como a liberdade sexual está a ser usada pelas mulheres mais jovens e bonitas. Aparentemente usar a “liberdade sexual” para saltar de cama em cama é perfeitamente legitimo. No entanto, usar dessa “liberdade sexual” para atrair o desejo masculino já não é legítimo. Não se entende como é que as mulheres podem usufruir o “sexo livre” que as feministas tanto defendem sem primeiro usar do seu poder de atracção para cativar os homens com quem esperam levar a cabo o irresponsável “sexo livre”.

No entanto, não existe nisso qualquer forma de liberdade.

Ai não? A mulher adulta não é livre para exibir o seu corpo como e quando quiser? Não é ela livre para escolher os homens que lhe agradam?

Pelo contrário, este fenómeno serve apenas para alimentar o voyeurismo de alguns homens e perpetuar estereótipos

Eis aqui o verdadeiro problema que a Leonor não revela. A premissa não revelada do seu texto é: “as mulheres não devem ser escravas da beleza porque isso é dar poder (de escolha) aos homens”.

O que as Leonores deste mundo – e o seu grupo de feministas envelhecidas – odeiam não é a o facto de existirem mulheres que gostam de se exibir, mas sim o facto delas se exibirem aos homens. Esse tipo de exibição sub-entende que a mulher está a conformar a sua psicologia estética aos padrões que agradam aos homens – e não às mulheres.

Por exemplo, se estas mesmas mulheres exibissem o mesmo corpo em revistas lésbicas, as feministas não levantariam qualquer tipo de problema com isso porque o poder continuaria do lado das mulheres. Mas como o apelo que está a ser feito pelas mulheres bonitas assume padrões de beleza que satisfazem os homens, as feministas não gostam.

Por “perpetuar estereótipos” entenda-se “padrões de beleza masculinos que as feministas odeias”.

E que dizer da actual mania das cirurgias plásticas, sobretudo para inserção de implantes mamários?

Sim, o que dizer delas? Qual é o mal em levar a cabo modificações corporais (de forma saudável) que visem atrair os homens?

E as misses da Venezuela? Todas elas produzidas, processadas, transformadas por um senhor que, há muitos anos, escolhe as meninas para concorrerem a miss – não com base naquilo que a natureza lhes deu, mas no potencial para terem o aspeto pretendido depois de irem à faca.

Ou seja, as mulheres que se alindam para agradar os homens estão a levar a cabo prácticas análogas ao que o esquerdista Hugo Chavez faz ao embelezar as venezuelanas para os concursos de beleza. Portanto, se tu causas a que uma mulher modifique a sua beleza de modo a que ela fique mais atraente aos olhos dos homens, tu és um ditador comunista.

Por um título de beleza, as raparigas sacrificam a sua beleza natural e singular

Não “sacrificam”: melhoram a sua beleza natural e singular.

Como se atrair um homem, de preferência rico, fosse a ambição máxima de uma mulher moderna…

Lá está o que foi dito em cima. O problema não é a beleza em si mas o uso que elas fazem dela (atrair homens). Talvez não seja a ambição da Leonor atrair homens, mas a esmagadora maioria das mulheres mundiais não pratica o lesbianismo e como tal agrada-se em atrair a atenção masculina.

Repare-se no termo “mulher moderna”. Isto é uma das tácticas que as feministas usam para envergonhar as mulheres que se conformem aos gostos estéticos masculinos. Para as feministas, as que se conformam às preferências masculinas são “antiquadas”, as que se revoltam são “modernas”.

É este o novo machismo.

Apreciar a beleza feminina é “machismo”. Mulheres que se alteram para atrair homens estão a ajudar o machismo. O machismo é mau, logo, as mulheres bonitas estão a ajudar o mal. Elas têm que ser combatidas, humilhadas e criticadas como forma de impedir que mais mulheres usem a sua liberdade sexual de formas que não agradam à elite feminista.

Estas raparigas pretensamente modernas do século XXI

“Pretensamente”. Elas parecem ser modernas mas não são. Como é que sabemos que não são? Ora, pelo simples facto de tentarem atrair a atenção dos homens.

[elas] estão a recuar ao tempo em que as mulheres precisavam de um homem para viver

As mulheres ainda precisam de pelo menos um homem para viver. Nenhum sociedade sobrevive sem homens.

e em que precisavam de agradar aos homens, de preferência pelo aspecto físico porque o resto não tinha importância.

Se isto fosse verdade, os homens de antigamente casariam-se só com prostitutas visto que “o resto não tinha importância”.

Note-se outra vez o termo “agradar os homens“. Esta é a raiva desta feminista: mulheres que tentam agradar os homens. Para as feministas, isto é totalmente inaceitável visto que não é suposto as mulheres submeterem-se aos homens, nem que sejam aos gostos dos mesmos.

Mas há notícias terríveis para a feminista Leonor Berger: enquanto as mulheres forem mulheres e enquanto os homens forem homens, as primeiras irão sempre trabalhar para atrair os últimos. Pior, este esforço de atracção será feito segundo padrões de beleza que satisfazem os homens.

Os piores inimigos da libertação feminina não são os homens; são as mulheres machistas;

Sem dúvida que as mulheres que foram criadas bonitas e atraentes ficarão chocadas em saber que ao tentarem atrair a atenção masculina elas estão a agir de acordo com o machismo.

Portanto, eis aqui o conselho da elite feminista para as mulheres bonitas: parem de ser tão bonitas!

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A verdade nua e crua – I:2 – Assim como é

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No vídeo acima, temos um workshop de Mystery, pseudônimo para Erik James Horvat-Markovic. Mystery ficou conhecido na comunidade da sedução por desenvolver o Mystery Method e ser eleito como o Pick Up Artist número 1 do mundo (posição hoje ocupada por outro coach da área, Adam Lyons).

Deve-se ressaltar que Mystery basicamente desenvolveu seu material inserindo nele conhecimentos sobre Psicologia Evolutiva e evoluindo o que já havia sido feito antes por Ross Jeffries, e o ancião da turma, Eric Weber, que publicou seu “How to Pick Up Girls” em 1970. Desmond Morris, cérebre autor evolucionista, escreveu sobre Mystery: “Finalmente alguém entendeu os estágios da corte sexual como é visto em todas as espécies”.

O leitor poderá estar perguntando: o que está fazendo uma citação aos PUAs em um blog focado em ceticismo no contexto das guerras políticas? A explicação é simples: todo o meu paradigma de análise se baseia na Dinâmica Social, e preciso desmistificar esse termo, principalmente por que existem alguns que já o confundiram meramente com “pegação de mulheres”, o que é totalmente falso.

Aos 3:29 do vídeo Mystery relata uma ação típica dos PUAs. Arrumar duas mulheres na balada, andar com elas em seus braços (uma de cada lado), chegar em um grupo onde há a mulher bonita que lhe interesse (o alvo). Ela provavelmente estará acompanhada por outros caras. Estes últimos estariam puxando conversa com ela. Ao chegar com duas mulheres nos braços, terá sido realizado um efeito psicológico no “alvo”. Esse efeito psicológico mostrará que o sujeito tem mulheres à sua disposição, enquanto os dois outros a conversarem com ela estão “atrás de mulheres”. Isso irá “setar” na mente do alvo que o PUA tem mais valor em comparação aos outros dois. Note que essa é apenas uma das estratégias. Mystery conclui dizendo que essa ação é “Dinâmica Social”.

Discordo dele completamente nessa definição, embora concorde com o método. Na verdade, essa atuação mostra uma série de recursos, que incluem PNL (Programação Neuro Linguística), Hipnose Ericksoniana e demais técnicas que os PUAs aprendem, e o resultado é possível, através do melhor uso dessas técnicas, POR CAUSA de uma análise embasada em Dinâmica Social. Essa análise deu sustentação para que ele desenvolvesse seu método.

No primeiro texto dessa série eu trouxe a definição do que é Dinâmica Social:

Estudo de como funciona a interação de um indivíduo em relação a outro indivíduo, um indivíduo em relação a grupos, e grupos em relação a grupos, considerando todo o espaço vital relacionado a essas entidades.

Voltando aos PUAs, em especial na explicação de Mystery acima, ele está ensinando aos seus alunos como obter o melhor resultado ao conseguir as melhores mulheres na balada USANDO COMO BASE a análise da Dinâmica Social.

Eu não sou um apologista dos PUAs. Ao contrário, eu sou cético em relação à metologia dos PUAs em relação às suas promessa principais, mas não dá para negar que usar o método de Mystery é melhor do que não usá-lo.

O detalhe é que a maioria dos homens olha para si próprio, incluindo seus motivos, para realizar uma abordagem, o que pode até funcionar algumas vezes, mas é por pura sorte. Olhando sob a perspectiva da Dinâmica Social, e aí sim executar técnicas de acordo com esse conhecimento obtido, as chances de acerto são muito maiores.

Por exemplo, um sujeito resolve chegar para uma garota e diz “Nossa, você é a garota mais linda que eu conheci”. É claro que ele poderá até levá-la para cama, mas será por sorte, pois essa mensagem irá trazer o seguinte efeito psicológico na garota: “Ele está desesperado, e não tem mulheres à disposição”.

Mas, biologicamente, o que as mulheres procuram? Um homem forte, que a faça se sentir PRIVILEGIADA de ter esse homem. Querem alguém capaz de poder criar os filhos dela. Note que elas não estão racionalizando isso, mas obtendo esses insights a partir de mecanismos gravados na mente dele através da seleção natural. O macho forte, protetor, que possua vários amigos, seja confiante, dentre outros aspectos, é um MELHOR PROTETOR DOS FILHOS que terá com ela, e protetor inclusive dela mesma.

É por isso que mostrar-se não necessitado por mulheres é mais ÚTIL para consegui-las do que mostrar-se necessitado. Note que, ao contrário do que Mystery afirma, ainda assim é possível que alguém que se mostre necessitado ainda consiga uma mulher interessante. Mas isso ocorrerá por sorte, e, em caso de conseguir, é possível que a mulher fique com o sujeito enquanto pensa em outros. A própria relação oriunda da estratégia de não jogar o jogo é arriscada por si só.

Eu não quero entrar em detalhes da interação entre homens e mulheres no aspecto sexual pois ainda não é o momento para isso nessa série. (Como eu já disse essa série se divide em duas seções, sendo a primeira na qual eu defino o escopo da Dinâmica Social, bem como suas implicações, efeitos, limitações e resultados, e na segunda eu analiso vários aspectos da natureza humana SOB A ÓTICA DA Dinâmica Social. Portanto, voltarei a maiores detalhes da interação sexual entre homem e mulher na segunda seção)

Meu objetivo aqui é mostrar que a Dinâmica Social é MUITO MAIS do que um modelo de análise útil para ajudar a pegar mulheres. Pode ser utilizado pelas mulheres para segurar seus homens também. Naturalmente, as técnicas podem ser diferentes. (Qualquer acusação de machismo cai por terra, pois assim como os homens podem usar a Dinâmica Social para pegar mulheres, as mulheres também podem fazê-lo quanto aos homens)

Mas isso é só a ponta do iceberg. A Dinâmica Social não se limita a interação entre homens e mulheres no âmbito sexual, mas a QUALQUER INTERAÇÃO entre indivíduos e grupos de indivíduos.

Quando alguém quer crescer profissionalmente em um ambiente corporativo competitivo, se conhecer a Dinâmica Social, terá mais chances do que aquele que não conhece.

Recentemente, vi o caso de um gerente, amigo meu, que começou a demolir sua própria carreira. Isso por que ele adquiriu o hábito de revelar aspectos de sua vida pessoal para os “amigos” de escritório. Ele tinha a mania de arrumar mulheres via Internet. E vivia também mostrando aos amigos as fotos dessas mulheres, de forma a despertar a “inveja” dos demais. Ele se apaixonou de fato por uma delas, mas o romance não foi para a frente. Ele começou a entrar em depressão, e pediu férias. Confidenciou também a “amigos” que estava com vontade de se matar. Só que o projeto que cuidava estava em crise. Nesse projeto, ele teve que ser substituído por uma gerente de relacionamento.

Há quem pergunte? O que há de mais nessa história? Tudo.

O ambiente corporativo é extremamente competitivo, e gerentes estão sob foco dos outros o tempo todo. São observados por suas equipes quanto a forma de vestir, a confiança que demonstram, a solidez de sua vida, etc. Qualquer aspecto que permita uma avaliação negativa nesse sentido é EXPLORADO POLITICAMENTE por pessoas que: (1) sendo gerentes, podem querer derrubá-lo, para ficarem em evidência, (2) subalternos, querendo sua posição, (3) subalternos, com desânimo por terem um líder fraco. E essas são apenas algumas das possibilidades.

No caso desse gerente, a coisa ficou complicada em especial por ele ter alimentado a “inveja” em outros gerentes, que logo de imediato quiseram destrui-lo. Motivo: muitos tinham suas mulheres, já gordas e não atraentes em casa, enquanto o outro afirmava ter a sua disposição mulheres diferentes e belas a todo momento. Erro estratégico claro, pois com isso conseguiu rivais, ao invés dos “amigos” que esperava.

Esses gerentes tinham poder de influência sobre profissionais de menor escalão em todas as unidades e começaram a campanha de corredor, usando todos os aspectos negativos desse gerente para influenciar aqueles a quem ele liderava.

Todos os fatos da vida dele começaram a ser utilizados politicamente CONTRA ELE, que adquiriu a pecha de “instável, psicologicamente” e “pouco confiável” (por não estar fixo em nenhum relacionamento amoroso). Quando largou um projeto para pedir férias, obviamente o aspecto dele supostamente ser “instável” também foi usado nos corredores.

Seus resultados como gerente eram razoáveis, mas ele tornou-se vulnerável demais. Passou a ser visto por sua equipe como alguém que merecia pena, não respeito. Como consequência, suas avaliações de desempenho passaram a ser mais cruéis, e os erros menos perdoados. A consequência disso já é imaginável, certo?

O grande erro desse gerente é que ele não entendia as coisas pelo aspecto da Dinâmica Social. Por isso, a maioria de suas ações em termos de interação social no ambiente de trabalho eram nada mais do que jogar lenha na fogueira que estava queimando-o.

Além do ambiente corporativo, a Dinâmica Social torna-se ainda mais poderosa como instrumento de análise política em níveis mais abrangentes, em especial no estudo da Engenharia Social.

Como é óbvio, a engenharia social sempre nos mostra grupos poderosos, incluindo a elite do governo, banqueiros e grandes industriais, fazendo uso de revolucionários, que sempre agem de forma funcional. Os poderosos conseguem atingir seus objetivos, e os funcionais atuam para eles sem saber que estão na verdade sendo usados.

Por exemplo, no caso da Revolução Russa. Os “proletários” caminhavam de mãos dadas para apoiar o novo governo ditatorial. Acreditavam eles que a ditadura do proletariado era uma “coisa boa”, e que futuramente o poder seria transferido ao povo. Conseguiram, ao contrário, assistir a morte de milhões de pessoas nos gulags.

John Gray disse que as revoluções nunca alcançam os objetivos planejados pelos revolucionários. Na verdade, os objetivos são bem diferentes daqueles previstos.

Por que isso ocorre? Naturalmente, para quem estuda a Dinâmica Social, a resposta é óbvia: quando planejam suas revoluções, os funcionais pensam que todos os outros são como eles próprios, e então agem esperando algum resultado. Mas há muito mais fatores que são ignorados na guerra política, incluindo: a inteligência de uns acima da de outros, o instinto humano de luta pelo poder, o territorialismo da espécie humana, o contexto sócio econômico que habilita o totalitarismo, e daí por diante.

Vamos agora fazer uma revisão dos 3 contextos que eu trouxe aqui, cada um relacionado a vários fatores que são esquecidos. Estes fatores são esquecidos pela ausência de um estudo mostrando que as interações de indivíduos/grupos com outros indivíduos/grupos devem considerar a totalidade do espaço vital que envolve essas interações.

Um sujeito pegando uma mulher na balada

  • Uma mulher tende a preferir o macho com maior status social, e que demonstre “estar menos necessitado”
  • Isso ocorre por causa de instintos que são gravados na mente das mulheres (assim como outros instintos são gravados na mente dos homens)

Um gerente destruindo sua carreira por falar de sua vida em público

  • O jogo corporativo é uma luta constante pelo poder
  • Gerentes são mais visados, e podem ser atingidos de vários lados
  • Todos os fatores da vida pessoal podem ser usados para se minar a reputação de um líder
  • Um líder cuja reputação é abalada torna-se vulnerável, pois sua equipe não mais o protege
  • Discursos que recebem a “inveja” do oponente, em termos corporativos, podem ser usados para alimentar reações ao que despertou a inveja

Um esquerdista funcional nunca obtendo o resultado esperado nas revoluções de que participa

  • O ser humano sempre luta pelo poder, e é territorialista
  • Tendências totalitárias são inerentes à natureza humana
  • Em uma revolução, os bem intencionados tendem a ajudar os grupos que querem manter o poder ou obter o poder que atualmente está com os outros
  • Após a chegada ao poder, se isto ocorrer de forma totalitária, os funcionais (ou idiotas úteis) não são mais necessários

Enfim, é justamente isso que no que a Dinâmica Social nos ajuda, a olhar por um prisma maior o que está por trás das relações humanas. Costumo dizer que há dois pilares envolvidos nessa análise: Neurociência e Psicologia Evolutiva.

A primeira nos fala de como o nosso cérebro possui os instintos, e como eles funcionam. Inclusive, procuramos saber de que área cerebral estamos falando. No exemplo da pegação de mulheres, quando uma mulher está se justificando (dizendo algo como “nenhum homem me domina”), ela está usando o neo córtex. Mas quando ela fica caidinha por um macho dominante, ela está usando o sistema límbico profundo, região cerebral responsável pelas emoções. Em última instância, é o sistema límbico profundo que vai ditar as regras. E é por isso que Mystery diz no vídeo: “O que uma mulher diz e a forma como ela responde são duas coisas completamente diferentes”.

A segunda nos explica como todos esses instintos foram se moldando através do processo evolutivo. Por exemplo, se os machos beta se rebaixam instintivamente a machos alfa, qual o benefício desse ato em termos evolutivos? Se alguém se torna aderente a uma ideologia e adquire senso de identidade somente por causa disso, qual o ganho para a espécie que isso nos traz?

Se sabemos, o “como” (neurociência) e o “por que” (psicologia evolutiva) das reações humanas, podemos entender melhor fatores como:

  • Por que alguns sujeitos conseguem belas mulheres, mesmo sendo feios e não terem dinheiro
  • Por que um gerente (assim como qualquer profissional) se dá bem ou mal, independentemente de sua capacidade profissional
  • Por que um grupo político se dá bem sobre o outro, independentemente de seus argumentos

E aí, somente aí, temos uma consciência maior dos eventos que nos rodeiam. Começamos a entender melhor o que fizemos de errado em alguns momentos, ao recebermos resultados ruins que achamos inusitados.

Hoje em dia, como lido com gestão, realizando coach em gerentes e líderes, vejo que muitos ainda olham para os demais buscando as fontes de seus erros. Mas, olhando sob a ótica da Dinâmica Social, a tendência é que alguns passem a ASSUMIR MAIS RESPONSABILIDADE sobre seus erros. Uma percepção como “Por que eles não aceitam minhas idéias?” tende a ser substituída por algo como “Quais elementos relacionados ao controle de frame não estou usando para minhas idéias não serem aceitas? Aonde estou errando?”.

A Dinâmica Social não é nada mais do que isso: um método de estudo sobre o ser humano, em todas as suas interações sociais, vendo-o sem pudores. Não estamos interessados apenas no que é “dito” pelas pessoas, mas especialmente nas reações geradas.

É isso que defino com ver o ser humano como ele é, não como gostaríamos que ele fosse. Posso até ousar dizer que quando os funcionais marxistas lutaram para colocar seus líderes no poder de forma ditatorial, imaginaram um ser humano “dedicado ao bem geral”. Esqueceram-se de ver o ser humano como ele é. Idealizaram um ser humano e, como sempre ocorre com revolucionários, se deram mal.

A Dinâmica Social em si não faz nada para mudar o mundo, e nem deveria, pois não é essa a sua função. Ela nos dá uma VISÃO diferenciada das interações humanas, por ampliar o espectro de análise. Caso você queira mudar qualquer coisa em sua atuação, você poderá fazê-lo, com outros recursos. A diferença é que sua atuação será orientada melhor por causa das informações obtidas através da Dinâmica Social.

Em suma, após internalizar os conceitos que passarei nessa série (especialmente quando começar a seção 2), você entrará num debate e participará de uma reunião corporativa com uma perspectiva BEM MAIS AMPLIADA. Isso por que sua interação se baseará em ver os seres humanos como eles são, de fato, e não pensar nos outros como meras projeções de sua ingenuidade. (Ei, não estou te chamando de ingênuo, mas sim que todos podemos ser ingênuos em vários momentos)

É nesse momento que faço um alerta ao leitor, antes de seguir. Há um risco em tudo isso. O risco de frustração e dor. Isso vai ocorrer caso você não queira fazer nada nos aspectos que impactem em sua vida e ao mesmo tempo os resultados estejam lhe incomodando. Nesse caso, é melhor não saber como o ser humano é de fato, mas continuar vivendo de ilusão.

Faço esse aviso pois como já disse na introdução, muitas vezes a verdade pode ser muito dolorida.

Querem um exemplo? Veja o que eu fiz em relação ao gerente que contava sua vida para todos os outros. Eu o chamei e disse:

Olha, eu não sei se deveria fazer isso, mas me dá pena ver alguém sabotar sua carreira de forma tão incisiva. Você hoje é motivo de chacota por aqui, sabia? Todos dão risadas de seus relacionamentos via Internet, e dizem que sua vida é “instável”. Sabe por que isso ocorre? Por que você não está entendendo que aqui existem companheiros de trabalho, e não “amigos”. Sua falta de noção está fazendo com que falem de você e riam nas suas costas, perante inclusive sua equipe. Cabe só a você mudar isso. Me desculpe a sinceridade, mas me dá pena ver alguém estar próximo a ser demitido por pura ingenuidade.

Logo de início ele ficou petrificado. Até fiquei preocupado, pois achei que estaria ganhando um rival. Ao contrário, ele recuperou sua estabilidade, mudou sua postura e até hoje é grato a mim.

Mas, caso ele não fizesse nada para mudar sua situação, sofreria muito mais do que antes, pois saberia a ORIGEM de seu sofrimento. Ele saberia como o ser humano age no mundo corporativo perante aos que mostram fragilidade e ingenuidade.

Portanto, este é um ensaio para os corajosos. Não há promessas de “correção do mundo”, mas um entendimento da realidade sem meios tons. Enfim, dar esse entendimento a respeito da natureza humana e das interações entre humanos (e grupos… de humanos, é claro) é a missão da Dinâmica Social.

Repetindo: a Dinâmica Social só serve para lhe ajudar a ver as coisas como ela são. Para mudar sua forma de agir, existem outras disciplinas, como as técnicas PUAs para os que querem pegar mulheres, milhares de livros de gestão para gerir melhor sua carreira, e as técnicas para guerra política, conforme autores como David Horowitz. (Ei, eu também faço um tanto disso aqui neste blog)

E como fica a questão da dor em relação a ver o ser humano como ele de fato é? Esse é o tema que abordarei na parte 3 dessa série. Espero trazer este texto ainda em março, mas se não o fizer, prometo que de abril não passa.

Por que o cristianismo ficou tão bundão ultimamente?

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O leitor “Guest” postou a seguinte pergunta neste blog:

Tem mais um problema, que o Craig chegou a comentar: os cristãos de hoje em dia não foram ‘treinados’ a defender sua fé. Não se vê isso nas igrejas, em quase lugar nenhum. Estranho que na Patrística temos diversos exemplos de escritos para refutar muito do gnosticismo e do neo-ateísmo de hoje em dia. É só pegar pra ler um Tomás de Aquino ou um Luis de Molina, ou quem sabe um Hugo Grocius (mais recente), que tem muito dessa dita ‘defesa da fé’. Afinal, tu que estuda mais isso, Luciano: sabe por que o Cristianismo ficou tão bundão ultimamente?

Para explicar isso, temos que considerar vários fatores atuando em conjunto:

  • Estratégia Gramsciana, e sua extensiva campanha anti-religião

Não é possível haver um “boom” de crentes na religião política, enquanto tantos são crentes na religião tradicional. O religioso tradicional é em sua maioria um conservador, que não crê em coisas como estado inchado, governos totalitários e ditaduras que alegam “transferir no futuro” o poder ao povo. Por isso, os adeptos da doutrinação escolar cuidaram com afinco da lavagem cerebral em anti-cristianismo nas escolas, desde a mais tenra idade. Exatamente como Antonio Gramsci pediu.

  • Por causa da Estratégia Gramsciana, os religiosos estão na espiral do silêncio, ao passo que os anti-religiosos estão na espiral da bobagem

Isso nos leva a seguinte conclusão. Os anti-religiosos falam, enquanto os religiosos (em sua maioria) calam. Quando o grupo que está na espiral do silêncio se cala, há um mecanismo psicológico fazendo com que muitos que estão nesse grupo pensem “Será que realmente eu devo falar? Será que eu mereço ter a chance de me expressar?”. Por isso, enquanto muitos neo ateus falam o que quiserem, ofendendo o quanto quiserem, muitos cristãos ainda pensam se devem ou não revidar.

  • Devido aos dois fatores acima, um excesso de cristãos entre os populares

Sendo que falei da espiral do silêncio, na qual os cristãos se encontram, e também da estratégia gramsciana, deve-se constatar que hoje há uma grande quantidade de letrados e militantes doutrinados em anti-religião. E por causa disso mesmo, os letrados e militantes que possuem religião cristã estão em minoria. É por isso que William Lane Craig tem sido útil com a distribuição de um material a ser usado em debates acadêmicos, mas a mudança leva tempo, e ainda existem os pontos que tratei mostrando que apenas o estilo de Craig para debates não é suficiente.

  • Cristãos pensando com as categorias criadas pelos oponente

Com muitos intelectuais orgânicos anti-religiosos falando o tempo todo, muitos cristãos (populares) se acostumaram a pensar com as categorias do oponente. Isso significa ser um cristão mas ficar totalmente indignado se um padre católico não dá hóstia a um gay, por exemplo. Esse cristão continuará mantendo algumas de suas crenças fundamentais, como a crença na ressurreição de Cristo, mas em vários momentos pensará conforme os esquerdistas lhe programaram para pensar. Um exemplo claro disso é a horda dos seguidores de Edir Macedo, que hoje pensam em categorias totalmente marxistas.

  • O advento dos cristãos mansos

Eu defino como “popular”, aquela pessoa que não tem capacidade intelectual para debates. Alguns até podem ter curso universitário, mas em sua maioria não são treinados para debates. A maioria dos cristãos mansos se encontram nesse nicho, o dos populares. Não é o cristianismo que ficou bundão, mas sim que os cristãos mansos são bundões por natureza. Por sua visão simplória de mundo e entendimento da Bíblia apenas na versão literal da frase “dar a outra face”. Esse entendimento é fruto de uma visão popularesca da religião cristã, e, automaticamente, torna a pessoa que quis entender dessa forma um bundão.

RESUMO

Hoje temos muitos populares cristãos participando de debates, e dentre eles muitos assumem o perfil de cristão manso. Isso é uma consequência direta da estratégia gramsciana, que cuidou de doutrinar a maioria dos intelectuais em ideologias da esquerda, resultando na maioria deles sendo anti-religiosos. Se um lado (esquerda) produz muitos militantes raivosos, e o outro (direita) produz muitos pacatos e mansos, isso pode dar a impressão de que o cristianismo estaria muito “bundão”. Mas o fato é que alguns cristãos intelectualizados, que não foram vítimas da estratégia gramsciana, tem mostrado que o cristianismo mantém as características que você apontou, que incluem ir para o debate intelectual de forma firme, sem aceitar as injúrias do adversário. Exemplos incluem sites como Quebrando Encanto do Neo Ateísmo e Deus Lo Vult!, dentre outros.

Por que ditadores de direita foram “menos cruéis” que os ditadores de esquerda?

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Quando comparamos a contagem de mortos dos ditadores de direita e de esquerda, sempre notamos que estes últimos ganham de lavada. O exemplo de Cuba sozinho ultrapassa a contagem de mortos de todos os outros governos ditatoriais de direita que ocorreram na América Latina. Sem contar o fato de que Cuba não passa de uma ilha…

A pergunta central é: por que isso acontece? Será que os esquerdistas são mais “malvados” por natureza?

Não acredito nessa hipótese, e, de acordo com a Dinâmica Social, observa-se que o ser humano é praticamente o mesmo por todo o globo. São as mesmas reações básicas, os mesmos instintos, o mesmo territorialismo. O que muda, obviamente, é a cultura. Mas em termos de funcionalidades básicas da espécie, é sempre o mesmo animal com o mesmo comportamento padrão.

A verdade nua e crua da análise das ditaduras é a seguinte. Sempre que o ser humano possui poder, ele irá AGIR para manter o seu poder. E, quando o poder é totalitário, as mortes são “necessárias” para a manutenção desse poder.

Isso ainda não nos explica o motivo pelo qual os ditadores de esquerda matam em maior quantidade.

O fato é que a religião política dá autoridade moral ao seu líder. E, como já falei anteriormente, essa é a estratégia número 1 da esquerda.

Quando um grupo político se estabelece no poder de forma totalitária a partir de uma ideologia de esquerda, ele tem ao mesmo tempo a autoridade obtida pela força como também a autoridade moral. Quando se estabelece no poder a partir de uma ideologia de direita, ele não tem autoridade moral, apenas a autoridade pela força.

Por isso, o medo de “censura pública” pelos seus atos aumenta muito quanto um governo totalitário é de direita. Ele poderá até matar, mas o fará na calada da noite, pois não ter uma autoridade moral dizendo aos quatro ventos: “olha, pessoal, tudo que está sendo feito, é em nome do bem maior, da justiça social, então é correto”. Não há nenhuma ideologia que prega que o fim da revolução “aceita todos os meios, qualquer banho de sangue”. As mortes só podem ocorrer às escondidas.

Em resumo, o governo totalitário de esquerda SEMPRE terá mais poder que um governo totalitário de direita, e por isso tem maior liberdade para matar em nome da manutenção de poder. Os quase 200 milhões de mortos nas ditaduras da Rússia, China, Coréia do Norte, Cambodja e outros são apenas uma consequência óbvia desse poder absoluto.

A conclusão é que a culpa dos genocídios das ditaduras da esquerda não deve ser atribuída somente à ideologia de esquerda, naturalmente. Deve ser atribuída ao instinto predatório e territorialista do ser humano, que não pode ser contido. Mas não podemos negar que a ideologia de esquerda é o mais completo veículo para a tomada de poder de forma totalitária.

A autoridade moral obtida para os ditadores é o componente mais perigoso dessas ditaduras, pois ela potencializa os resultados advindos da conquista do poder. A equação é básica: se alguém tem poder pela força, mas não tem o poder da autoridade moral, tem menos poder do que aquele tem o poder tanto pela força como pela autoridade moral, e é unicamente para isso que serve a ideologia de esquerda.

Está resolvido o mistério. Os ditadores de esquerda mataram sempre mais do que os ditadores de direita pois tinham mais poder para fazer o que fizeram.

Mulher casa-se com ela mesma

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Fonte: Marxismo Cultural

Aí vem a noiva única. Na semana passada, Nadine Schweigert “casou-se” com ela mesma numa cerimónia simbólica. A divorciada, com 36 anos e mais de 3 ilhos, trazia na mão um bouquet de rosas brancas à medida que caminhava pelo corredor em frente a 45 amigos e membros familiares (Fargo, North Dakota).

Ela comprometeu-se a “apreciar a minha própria vida e saborear um relacionamento amoroso com o meu maravilhosos eu”. Depois do anel ter sido trocado entre ela e o seu “noivo interior”, os convidados foram encorajados a “atirar beijos ao mundo” e mais tarde, comer o bolo.

Schweigert, que prosseguiu a cerimónia com uma lua de mel para si mesma em New Orleans, alega que o “casamento” foi uma forma de mostrar ao mundo que aprendeu a amar-se e a respeitar-se a si mesma como mulher que voa sozinha.

Ela disse o seguinte à repórter Tammy Swift (Fargo’s InForum):

Eu estava à espera que viessem alguém para me fazer feliz. Cheguei a um ponto onde uma amiga disse “Porque é que precisas de alguém com quem casar? Casa-te contigo mesma.”

Nem toda a gente concordou com isto. Alguns dos seus amigos acharam que ela estava a levar as coisas longe demais. O seu maior crítico foi o filho de 11 anos que disse:

Amo-te, mas neste momento estou um bocado envergonhado.

O texto pergunta depois:

Isto é um assunto polarizador. Deve a pessoa que se “casou” consigo mesma ter os mesmos rituais de casamento que os casais?

Meus comentários

Como bem lembrou o Lucas, do blog citado, o único a perceber o ridículo da situação foi o filho dela. Parece que os demais amigos não lhe disseram: “Sinto lhe dizer, mas não percebe que está fazendo um papel ridículo?”.

O bizarro de toda a situação é que eu tinha acabado de postar o registro de uma união estável com base em um ménage a trois, e fui olhar meus feeds, e calhou de aparecer este post do blog do Lucas.

Eu não podia deixar passar, naturalmente.

Já podemos fazer uma listinha de “novos casamentos”:

  • homem e mulher
  • homem com homem
  • mulher com mulher
  • homem com duas ou mais mulheres
  • mulher com dois ou mais homens
  • homem com ninguém
  • mulher com ninguém

Eu não invejo os islâmicos, naturalmente. Não tenho vontade de mudar para o Oriente Médio. Mas que eles devem estar morrendo de rir ao assistir toda a decadência de valores do Ocidente, ah, devem.

Eles devem até pensando, com água na boca, no dia em que invadirem e botarem para quebrar para cima do Ocidente. Também, não é para menos. Lugar onde até os homens estão mijando sentados por que as mulheres mandam, não dá para levar a sério mesmo.

Mais um novo tipo de casamento: Convidada de ménage à trois ganha na justiça o reconhecimento de união estável.

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Fonte: Mete a colher

Ana Beatriz Dalfonso, 23 anos, estudante de medicina e moradora do bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro ganhou na justiça o direito de ter seus dois anos de relacionamento sexual/afetivo com o casal Jussara Lourdes Marinho e Pedro Henrique Marinho, ambos de 42 anos, reconhecido como união estável.

Ana Beatriz conheceu o casal Marinho em uma casa de swing em março de 2008 e desde então passou a dividir a cama do casal em experiências eróticas cada vez mais freqüentes e ousadas, até chegar ao ponto dela ser convidada para morar na cobertura que o casal possui em Ipanema.

O casal Marinho rompeu relações com Ana Beatriz em outubro de 2010 ao descobrir que a mesma estava se envolvendo com a filha do casal de apenas 17 anos. Ana Beatriz se defende dizendo que com a menor M.R.M. ela de fato possuía uma relação amorosa que extrapolava os limites exclusivamente eróticos que mantinha com o casal.

Oswaldo Nepomuceno Bryto, juiz da 13ª Vara de Família do fórum central do Rio de Janeiro, aponta em sua sentença que ‘o casal Marinho em concordância plena levou a jovem para dividir seus desejos, afetos e cotidianos. Custeou despesas médicas, acadêmicas e estéticas desta menina que trocou seu conto de fadas no interior pela aventura erótica de um casal de pervertidos. Nada mais justo que agora possa herdar o patrimônio construído durante os dois anos em que sua sexualidade foi tomada de forma terapêutica por esta família profanada’.

Meus comentários

Essa notícia é de agosto de 2011, mas eu não podia deixar passar.

Se a união civil entre gays é considerada “igual” em relação ao casamento heterossexual monogâmico, o que impede algum grupo de “ampliar” a definição de casamento sempre que for conveniente?

O resultado é claro que ia dar nisso que vimos nessa notícia.

ERRATA, publicada às 11:36 do dia 18/03/2012

Conforme lembrou o Juarez Bastos, a notícia divulgada é FALSA. Veja aqui.

Entretanto, meus comentários são compreensíveis, pois mesmo que esse reconhecimento de união estável para uma convidada de ménage a trois não tenha ocorrido, é uma questão de tempo. E uma notícia assim não surpreenderia mais ninguém.

No post “Mulher casa-se com ela mesma”, o Macartista postou vários exemplos de casamentos bizarros que estão surgindo.

“Não devemos nada ao feminismo”, diz jovem filósofa

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Fonte: Valores Inegociáveis

O ponto da discussão é: em que medida a consequência do feminismo, para a mulher contemporânea, foi o estrangulamento da liberdade de escolha?

Explico-me.

Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista.

Ilude-se quem pensa que na academia há um ambiente propício à liberdade de pensamento.

Como mulher e intelectual, posso afirmar sem pestanejar: nunca precisei “lutar” contra meus colegas para ser ouvida, muito pelo contrário.

A batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da “questão de gênero” uma bandeira.

Não ser feminista é heresia imperdoável, e a herege deve ser silenciada.

Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos — recomendo, sobre a questão, os livros Feminist Fantasies, de Phyllis Schlaffly, e Domestic Tranquility, de F. Carolyn Graglia.

Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe.

Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam “qual a sua ocupação?”.

A resposta “sou só dona de casa e mãe” já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.

O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas.

A nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis.

De minha parte, afirmo: não devo nada ao feminismo.

Talyta Carvalho, filósofa especialista em Renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP, escrevendo para a Folha de São Paulo em 08/03/2012.

New York Times acusado de atacar católicos, e de usar um peso e duas medidas ao lidar com questões religiosas

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Fonte: Julio Severo

O jornal [esquerdista] The New York Times está sendo acusado de aplicar dois pesos e duas medidas quando se trata de questionar religiões, depois que publicou um anúncio convidando os católicos a deixarem a sua igreja, mas vetou um anúncio com o mesmo convite para os muçulmanos.

O jornal publicou um anúncio da Freedom From Religion Foundation [Fundação Libertando-se da Religião] com sede em Wisconsin em 9 de março que pede aos católicos, “por que enviar seus filhos para escolas paroquiais para serem doutrinados para serem a próxima geração de doadores e eleitores obedientes?” O anúncio passou a chamar de equivocada fidelidade à fé “após duas décadas de escândalos sexuais envolvendo padres predadores, cumplicidade da igreja, conluio e acobertamento até o topo”.

Mas numa história noticiada primeiro pelo The Daily Caller, quando Pamela Geller, uma blogueira e diretora executiva da Stop Islamization of America [Pare a Islamização da América], ofereceu os mesmos 39.000 dólares para o New York Times publicar um anúncio com convite semelhante aos muçulmanos, o jornal recusou.
“Isso mostra a hipocrisia do The New York Times, o ‘padrão ouro’ em jornalismo, e sua vontade de se prostrar diante das intimidações dos violentos supremacistas islâmicos”, disse Geller à FoxNews.com.

Geller disse que seu anúncio anti-lei islâmica foi planejado para imitar o anúncio anticatólico. Ao chamar os muçulmanos para abandonarem sua religião, o anúncio perguntava: “Por que aguentar uma instituição que desumaniza as mulheres e não-muçulmanos… você continua se identificando com a ideologia que ameaça a liberdade para as mulheres e ameaça a liberdade ao massacrar, oprimir e subjugar não-muçulmanos… Junte-se àqueles de nós que põem a humanidade acima dos ensinos de vingança, de ódio e violência do profeta do Islã”.
A porta voz do New York Times Eileen Murphy se referiu aos pedidos para comentário à carta que o jornal enviou a Geller quando se recusou a publicar o anúncio.

“Fizemos a decisão de não publicar o anúncio mencionado por você”, declarou a carta. “Nós tomamos a decisão de adiar a publicação à luz dos recentes eventos do Afeganistão, incluindo a queima do Corão e as alegadas mortes de civis afegãos por um membro do exército dos EUA. Cremos que a precipitada publicação desse anúncio agora poderia colocar as tropas americanas e civis na região em perigo e nós gostaríamos de evitar isso”.
Bill Donohue, o presidente da Liga Católica, chamou o primeiro anúncio de “vil”. Mas ele disse que publicá-lo era uma “decisão subjetiva”. No entanto, a decisão de não publicar o anúncio de Geller mostra uma agenda, ele disse à FoxNews.com.

“Mostra o tratamento desigual e a hipocrisia do The New York Times”, Donohue disse. “Você pode tratar como lixo e com impunidade algumas religiões, como Catolicismo Romano, mas não pode tratar o Islã como lixo?”

Meus comentários

Antes de tudo, que fique claro: O New York Times tem TODO O DIREITO de recusar o anúncio que quiser. Como já dito aqui, é a escolha da clientela por parte de alguém executando o seu direito à propriedade.

O mais interessante para mim é a DEMONSTRAÇÃO pública do viés desse meio, e nisso a Pamela Geller, do The Daily Caller, foi extremamente perspicaz ao enviar um pedido de anúncio similar ao que foi feito contra os católicos, só que contra os islâmicos.

Portanto, essa ação não é útil para protesto contra “discriminação contra cristãos”, pois como já dito o dono de uma empresa privada de mídia escolhe o que vai publicar lá. Mas é utilíssima para demonstrar que o New York Times tem uma agenda esquerdista e anti-cristã. Ponto.

Ainda acho que muitos conservadores não entenderam as nuances dessa guerra política. Não é que os esquerdistas protegem o Islã por PREFERIR o islamismo ao cristianismo.

A lógica dessa estratégia anti-cristã nos Estados Unidos, junto com o SIMULADO apoio ao islamismo, tem outra explicação.

A idéia é atacar a religião BASE do país, e ao mesmo tempo SIMULAR apoio às religiões “menores”. No Brasil, por exemplo, nenhum esquerdista protege o islamismo. Mas protegem as religiões afro. Tudo ao mesmo tempo em que atacam o cristianismo.

O objetivo é simples: ao limitar a ação da religião BASE do país, e estimular religiões diferentes a “aparecerem”, está implantado o relativismo religioso na cultura da nação.

A iniciativa toda tem um objetivo final: inserir o humanismo na cultura da nação, em substituição à todas as outras religiões, já relativizadas por essa iniciativa de atacar a religião central e dar apoio simulado às religiões menores.

É por isso que o New York Times publicaria (talvez até de graça) um anúncio anti-católico, mas jamais aceitaria um anúncio similar anti-islâmico.

O marxismo cultural e as situações de vergonha alheia: “homens” mijando sentado por exigência das feministas

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Segundo o blog Depantsing Queens, a moda feminista agora é MANDAR os homens mijarem sentados em alguns países onde… ser homem saiu de moda.

Essa é a nova mania em alguns países como Suécia, Alemanha e Austrália.

A alegação inicial seria por questões de higiene, mas Jasper Gerard, escrevendo para a revista inglesa The Spectator, disse o seguinte: “…mais crucialmente porque um homem urinando em pé é considerado um triunfo da sua masculinidade, e por extensão, isso termina degradando as mulheres.” Um argumento é que se as mulheres não podem fazer, os homens também não devem. Outro fator é que se aliviar em pé é uma “amostra de macheza horrenda”, sugestiva da violência masculina.”

Um grupo feminista na Universidade de Estocolmo está fazendo uma campanha para banir todos os urinóis do campus, e uma escola elementar da Suécia já os removeu. Algumas mulheres suecas estão pressionando seus homens a se sentarem.

Yola, uma psiquiatra trainee de 25 anos, diz que larga os namorados que insistem em ficarem em pé ao mijar. “O que mais eu posso fazer?”, disse seu novo namorado, Ingvar, que senta. Quer dizer, mijar sentado só para segurar mulher é uma das situações mais humilhantes em que alguém poderia estar. Ei, esperem, mas aquilo é a Suécia, um país em alto estágio de inversão de valores, por causa da estratégia gramsciana. Por isso, eles nem percebem a situação ridícula em que estão. Resta a nós, que ainda não chegamos neste estágio, rir deles.

A feminista do blog ainda afirma outra razão para banir os urinóis. Segundo ela, os urinóis significam um desperdício sexista de espaço e dinheiro. Afirma ela que os arquitetos de banheiro dão lugares extras para os homens, permitindo que eles urinem de pé. Por isso, os homens entram e saem perdendo menos tempo.

Ela se preocupa com o suposto fato de que alguns empregados acham que isso ajuda a produtividade e como resultado as mulheres ganham cruéis comentários com “Por que você demorou tanto?”. Ela afirma que por este fator muitas mulheres ficam tímidas em usar o banheiro e terminam tendo mais chance de ter “acidentes” humilhantes.

Para ela, a única razão pela qual as mulheres demoram mais que os homens é por que elas tem que tirar mais roupa (levantar a saia ou abaixar a calça, tirar a calcinha, etc.) e também sentar. Os homens apenas vão em direção ao urinol, abrem o zíper e urinam.

Alguns poderiam questionar: de que adiantaria tirar os urinóis e substituí-los por vasos sanitários se, na privacidade, o homem ainda poderia continuar urinando de pé? A solução dela é cômica: fazer com que os tetos dos banheiros fossem tão baixos que forçassem os homens a se sentarem.

A sugestões delirantes da blogueira continuam, ao sugerir que sensores de umidade poderiam ser colocados próximos ao chão de ladrilhos, soando um alarme sonoro caso alguém não sente. (Se bem que, em um banheiro frequentado por homens, quando o alarme não soar significaria que o sujeito “sentou”, o que de fato seria constrangedor)

Ela sugere que nas escolas os professores poderiam fazer com que algumas meninas da classe sejam monitoras de banheiro masculino, observando se os sapatos dos rapazes são vistos no sentido impróprio.

Feministas pensam em tudo, e ela diz que não existiriam problemas de privacidade, pois sem urinóis, os toaletes com portas fechadas permitiriam o livre acesso de mulheres ao local. Ela sugere que os que quebrarem as “regras” sejam advertidos. Em reincidência, que sejam forçados a limpar o banheiro ou até terem acesso proibido ao local.

Ela garante que isso trará mais justiça na interação entre homens e mulheres, lembrando que hoje em dia as mulheres ficam mais tempo na fila do banheiro em concertos, jogos de futebol e parques de diversão. Portanto, perdem mais dos eventos do que os homens, mesmo tendo pago o mesmo preço pelo ingresso.

Como se nota, é interpretação delirante da realidade em um estágio irreversível. Não há mais o que se fazer com essa blogueira feminista a não ser lançá-la ao ridículo.

Ou, se o fato das mulheres não mijarem em pé a incomoda tanto, por que gastar tanto dinheiro reformando TODOS os banheiros? O “capitalismo” que os esquerdistas tanto odeiam já solucionou o problema, lançando no mercado o WomanFree, que permite que as mulheres façam xixi de pé.

Claro que as feministas vão odiar, pois são elas se adaptando para serem iguais aos homens neste aspecto, e não os homens se adaptando a elas. Ora, mas os homens não estão reclamando ao mijarem de pé. São as feministas (e não todas as mulheres, diga-se) que estão reclamando dos homens NÃO MIJAREM SENTADOS.

Além do mais, banheiros públicos trazem o risco de contaminação por bactérias, por isso, se o problema é a “não igualdade”, melhor as mulheres comprarem o WomenFree ao invés de forçarem os homens a mijarem sentados. Só que há um detalhe: é possível que as mulheres usem protetores descartáveis de assentos sanitários. Ih, danou-se a “igualdade” aí…

Mas é claro que esse não é um assunto a ser tratado a sério, pois a demanda em si é ridícula. E mais ridículos ainda são os homens suecos que aceitaram se submeter a esse papelão.

O governo pode

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Excelente vídeo do comediante Tim Hawkins, mostrando tudo que o governo pode fazer por você.

E não, o vídeo não vale apenas para o cenário norte-americano. Vale para qualquer país contaminado com ideologia de esquerda, impostos altíssimos, por causa de estados inchados.

Créditos pela tradução a Fabricio Akio, e legendas por Juliano Torres. A fonte é o site Libertarianismo.

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